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Educação Financeira

Como absorver a alta de 9% na mensalidade escolar sofrendo pouco

Há escolas, no entanto, que aplicarão reajustes que chegam a 35%, segundo pesquisa de site

Por Stephanie Tondo

11/01/2024 | 15:07 Atualização: 11/01/2024 | 15:07

Material escolar também subiu neste ano. Foto: Envato
Material escolar também subiu neste ano. Foto: Envato

Famílias com crianças em idade escolar provavelmente já sentiram no bolso o reajuste das mensalidades do colégio, que subiram em média 9% neste ano. Os dados são de um levantamento realizado pelo Melhor Escola, site buscador de escolas no Brasil. Ao todo, 979 instituições de ensino de praticamente todos os Estados, com exceção de Roraima e Tocantins, responderam ao questionário. Algumas comunicaram que manterão o mesmo valor praticado em 2023 enquanto outras aplicarão reajustes que chegam a 35%.

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O preço do material escolar também deve subir. A Associação Brasileira de Fabricantes e Importadores de Artigos Escolares (ABFIAE) espera uma alta entre 7% e 9% para este ano letivo.

Para encaixar os aumentos no orçamento, as famílias deverão fazer uma análise das despesas, afirma Paula Sauer, coordenadora do Laboratório de Finanças Pessoais da ESPM. Para a economista, esse é o momento de rever gastos mensais fixos, especialmente aqueles que estão em débito automático e que acabam passando desapercebidos. É o caso de pacotes de internet e TV por assinatura, serviços de streaming e planos de academia, por exemplo.

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O ideal é que as famílias coloquem todos esses gastos em uma planilha para ver de onde vêm as maiores despesas. Um reajuste acima da inflação na mensalidade escolar pode assustar, mas a economista acredita que com algumas mudanças é possível absorver esse aumento sem tanto sacrifício.

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“Conheci um casal de professores que prezavam muito por uma boa educação de suas filhas e estavam incomodados pensando que talvez tivessem que mudar as meninas de escola. Durante a fotografia financeira, uma das etapas do planejamento financeiro, se deram conta de que gastavam mais com alimentação fora de casa do que com a mensalidade escolar. Foi um choque e uma surpresa boa. Mudaram a rotina de alimentação e puderam manter o que para eles era fundamental”, exemplifica a economista.

Negociar desconto na mensalidade

Outra solução consiste em negociar com a escola um desconto na mensalidade. Famílias que costumam pagar todos os meses sem atraso ou antes do prazo podem usar tal pontualidade a seu favor. Pais de alunos com boas notas e bom comportamento também podem tentar buscar uma bolsa de estudos. Em alguns casos, irmãos e primos que estudam na mesma instituição podem conseguir redução nas mensalidades.

Eduardo Trigueiro, educador financeiro do Sicoob, ressalta que a negociação fica mais difícil em janeiro, pois as instituições de ensino costumam disponibilizar descontos para aqueles que conseguem antecipar as renovações de matrículas para os meses de outubro, novembro e dezembro do ano anterior.

Caso não haja redução do valor da mensalidade, a recomendação do especialista é tentar cortar outros gastos ou encontrar novas fontes de receita, organizando o orçamento para se antecipar ao aumento.

“Sabemos que a maior parte da população brasileira já vive com o mínimo e não tem como reduzir despesas. Para estes casos, uma solução pode ser o investimento em qualificação para conseguir empregos com melhores salários e benefícios ou até a famosa renda extra, com a venda de produtos ou prestação de serviços nas horas livres”, sugere.

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