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Mercado

Ibovespa sobe em fevereiro, mas 5 ações cravam as maiores quedas

Índice reverteu o resultado negativo de janeiro e fechou o mês em alta

Por Isaac de Oliveira

29/02/2024 | 18:44 Atualização: 29/02/2024 | 18:47

Cogna Educação (Crédito: Arquivo Estadão)
Cogna Educação (Crédito: Arquivo Estadão)

O Ibovespa encerrou fevereiro no campo positivo. Nesta quinta-feira (29), a principal referência da B3 acumulou ganhos de 0,99% no mês, aos 129.020,02 pontos – embora no dia tenha caído 0,87%. O saldo mostra uma recuperação ante janeiro, quando o índice encerrou com perda mensal de 4,79%, aos 127.752 pontos. No acumulado de 2024, o Ibovespa mostra desvalorização de 3,85%.

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O que se viu em fevereiro foi um movimento positivo, em consonância com o cenário externo mais otimista. “Fevereiro está sendo um mês positivo para as bolsas globais em geral. Mercados americanos estão rondando regiões de máximas históricas, as praças da Europa também tiveram uma boa performance nas últimas semanas. É um ambiente global em que os investidores adicionaram mais renda variável aos portfólios”, diz Ricardo França, analista da Ágora Investimentos.

No ambiente doméstico, a leitura é de que o cenário macroeconômico não prejudicou os negócios na B3. Felipe Pontes, sócio da L4 Capital, entende que a estabilidade da inflação, contrastando com as preocupações em relação aos EUA, oferece um panorama de relativa tranquilidade macroeconômica, ao menos momentaneamente.

“Os planos que vemos do governo são desalinhados com uma ideia de inflação controlada no longo prazo, influenciando positivamente a visão dos investidores sobre o mercado brasileiro”, avalia Pontes

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Leonardo Piovesan, CNPI e analista fundamentalista da Quantzed, acrescenta que a curva de juros se mostrou bem menos “estressada” do que a fotografia do final de 2023, o que também gerou um cenário mais tranquilo para os ativos de renda variável. No cenário internacional, ele também destaca o atual momento de dólar “comportado”, além da boa safra para as ações norte-americanas.

“Temos um exterior positivo, com o S&P 500 atingindo máxima histórica, subindo mais de 4% em fevereiro”, frisa Piovesan.

França concorda e chama atenção para os resultados corporativos dentro e fora do Brasil, que apresentaram tendências positivas. “As companhias de tecnologia nos Estados Unidos mostraram resultados muito consistentes, algumas delas até divulgando uma projeção para os resultados que estão por vir ainda muito favoráveis. Isso acabou animando o investidor a se posicionar em algumas dessas companhias”, aponta o analista da Ágora.

O bom momento vivido pelas companhias estadunidenses é refletido nas negociações de BDRs no Brasil. O índice, que mede o desempenho médio desses papéis na B3, disparou mais de 11% em 2024, deixando praticamente todos os outros indicadores para trás.

Quais ações mais subiram no mês?

A ponta negativa do Ibovespa foi liderada pelas ações da Cogna (COGN3). Pontes explica que empresa iniciou o ano com mudanças estratégicas, com destaque para a venda da SRV Editora, por R$ 62,5 milhões.

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Para o sócio da L4, a venda representou um passo significativo para a redução de dívida e demonstra foco nas operações principais. “Apesar de um início promissor, há uma preocupação com o valuation e como os resultados virão no curto prazo, mas a redução de alavancagem é uma excelente notícia, embora o investidor deva ter muito cuidado, porque esse setor, apesar de tudo, é bem complicado para o momento atual.

O Grupo Soma (SOMA3), para Piovesan, passou por uma realização de lucros, com investidores à espera de mais detalhes sobre a fusão da companhia com o grupo Arezzo. “Foram colocadas as sinergias, mas acredito que o mercado preferiu não pagar antecipadamente. Após o movimento de euforia por conta dessa fusão, estamos vendo uma realização por conta de um ceticismo maior em relação aos benefícios que vão ser gerados por conta dessa fusão”, analisa Piovesan.

Com destaque em maiores quedas, o Bradesco (BBDC4, BBDC3) sofreu no mês após a divulgação de balanço abaixo da expectativa do mercado. Para Piovesan, os números apresentados pelo banco geraram uma percepção negativa nos investidores, de que a empresa  terá uma recuperação “bem lenta” em 2024. Pontes acrescenta que a oferta pública de aquisição (OPA) proposta pelo Banco do Brasil (BBSA3) e Bradesco em relação à Cielo (CIEL3) levantou questões sobre a governança corporativa e o tratamento dado aos investidores.

Veja as 5 maiores baixas do Ibovespa em fevereiro de 2024:

  1. Cogna (COGN3): -13,70%, R$ 2,52
  2. Grupo Soma (SOMA3): -11,62%, R$ 7
  3. CSN Mineração (CMIN3): -10,74%, R$ 6,07
  4. Bradesco (BBDC4): -10,33%, R$ 13,75
  5. Azul (AZUL4): -10,07%, R$ 12,05

Como foi a fotografia setorial?

O sócio da L4 Capital observa que o setor com a pior performance foi o de saúde. Das cinco empresas que estão no IBOV, apenas Hypera (HYPE3) e RaiaDrogasil (RADL3) ficaram no positivo.

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Hapvida (HAPV3) e Rede D’Or (RDOR3) foram os destaques negativos. O segundo setor com baixo desempenho foi o financeiro, com destaque negativo para o Bradesco.

Na ponta oposta, o setor de comunicações teve o melhor desempenho, puxado pelas ações de Vivo (VIVT3) e Tim (TIMS3). Na sequência, aparecem consumo cíclico, liderado por Petz, Alpargatas e Grupo Vamos (VAMO3), respectivamente, e óleo e gás, puxado por Vibra (VBBR3), Ultrapar (UGPA3) e Petrobras (PETR3, PETR4).

* Colaborou Luiza Lanza

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