- O IFIX, índice de fundos imobiliários da B3, encerrou o primeiro semestre de 2024 com uma valorização modesta de 1,08%
- A confirmação de que a Selic deve permanecer mais elevada por mais tempo do que o inicialmente previsto, em junho, penalizou os fundos imobiliários como um todo. E isso se reflete no desempenho dos FIIs individualmente
- Veja quais foram os ativos que mais subiram e aqueles que mais pagaram dividendos a seus cotistas no semestre
O IFIX, índice de fundos imobiliários da B3, encerrou o primeiro semestre de 2024 com uma valorização acumulada de 1,08%. O desempenho pode parecer modesto, mas mostra uma resiliência da indústria em um momento em que as atenções dos investidores se voltaram de novo para a renda fixa, deixando ativos mais arriscados de lado. Em termos de comparação, o Ibovespa caiu 7,66% no mesmo período.
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A confirmação de que a Selic deve permanecer mais elevada por mais tempo do que o inicialmente previsto, em junho, penalizou os fundos imobiliários como um todo. E isso se reflete no desempenho dos FIIs individualmente.
Um levantamento feito pelo Quantum Finance para o E-Investidor mostra quais foram os ativos que mais subiram no acumulado de janeiro a junho deste ano. Quem lidera o ranking é o Rio Bravo Crédito Imobiliário II (RBVO11), com uma alta de expressiva de 311,76% no período. Mas, como mostramos aqui, essa valorização está “distorcida” pelo processo de desinvestimento pelo qual o fundo está passando.
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Fora isso, os desempenhos da indústria são bem mais modestos. O 10º FII que mais sobe em 2024, o Max Retail FII (MAXR11) subiu 13,26% em seis meses – um bom desempenho dado o contexto, mas longe de ser uma valorização semestral de encher os olhos.
Veja o ranking completo:
Quando o assunto é dividendos, os fundos de papel foram os principais destaques de remuneração do investidor no primeiro semestre do ano. O FII com maior dividend yield do período é o Rio Bravo Oportunidades Imobiliárias (RBOP11), de 11,05%. Mas 70% dos melhores fundos tiveram um yield na casa de 7%. Veja:
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