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Mercado financeiro: como os ativos do Brasil devem reagir ao atentado a Donald Trump?

Ativos brasileiros negociados em Nova York já devem reagir positivamente, após o atentado. Entenda por quê

Por Maria Regina Silva

14/07/2024 | 12:15 Atualização: 14/07/2024 | 13:41

Ibovespa, o principal índice da B3. (Fotoa: Adobe Stock)
Ibovespa, o principal índice da B3. (Fotoa: Adobe Stock)

Os ativos brasileiros negociados em Nova York já devem reagir positivamente no início desta noite no pré-mercado americano, após o atentado ao ex-presidente norte-americano Donald Trump.

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  • Eleições EUA: imprensa americana diverge sobre ferimentos de Trump em atentado neste sábado

Desta forma, os ativos brasileiros em Nova York  tendem a iniciar em campo positivo na abertura dos mercados no Brasil nesta segunda-feira. A afirmação é do estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

Conforme Laatus, o mercado tem demonstrado incômodo com a persistência do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, que concorre à reeleição, em continuar a disputa, em meio a dúvidas a respeito do seu quadro de saúde. Assim, pode dar tranquilidade aos mercados, com eventualmente o Ibovespa testar a importante marca psicológica dos 130 mil pontos.

  • Ibovespa hoje fecha em alta e completa dez sessões seguidas em valorização

Na sexta-feira, o índice Bovespa, na máxima, marcou 129.014,75 pontos, fechando aos 128.896,98 pontos (alta de 0,47%).

“O atentado dá muito foco para quem o sofreu. Trump fica em evidência e cada vez mais fortalecido. As declarações de apoio ao candidato vieram de todos os lados políticos”, diz Laatus.

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Na opinião do estrategista, o mercado de renda variável brasileiro pode se beneficiar um pouco mais após a tentativa de assassinato do candidato republicano à presidência dos EUA.

“Juros futuros e dólar estão olhando mais para as movimentações políticas. O fiscal ainda incomoda. Do dólar ainda tende seguir na faixa dos R$ 5,40 e os juros pressionados”, estima.

Um quadro mais prospectivo em relação a juros e câmbio seria possível só se ocorrer alguma mudança considerável quanto a perspectivas de aumento da arrecadação federal, afirma. “Não ficar querendo impor um monte de cobranças, como a CSLL Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.”

Para Laatus, o atentado a Donald Trump não deve mudar a condução da política monetária americana pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), mas sim a condição dos indicadores da maior economia do planeta. “Não é a figura dele que vai mudar a direção do Fed. O fato é que cada vez mais há motivadores para cortes de juros nos EUA, quem sabe até três cortes ainda neste ano”, cita

Mercado nos EUA deve reagir a atentado a Trump com aversão a risco

Já o economista-chefe da G5 Partners, Luis Otávio de Souza Leal, a aversão ao risco deve dar a tônica para o mercado americano amanhã, refletindo atentado contra o ex-presidente dos EUA Donald Trump. Mas ainda é difícil de prever a intensidade, duração e os impactos dessa reação, diante da falta de precedentes. A avaliação é d. “Em condições normais, uma situação dessas deveria enfraquecer o dólar, porque foi um tiro no coração da sociedade americana. Mas a aversão ao risco pode fazer com que haja uma corrida para os ativos americanos, que são mais seguros”, ele diz.

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“Mas a aversão ao risco nos Estados Unidos nunca é boa para países emergentes.” Para Leal, a primeira consequência óbvia do atentado é um grande aumento na chance de Trump se reeleger. O economista traça um paralelo entre o atentado contra o ex-presidente americano e o ataque contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi alvo de uma facada durante a campanha presidencial de 2018. A segunda consequência, segundo o analista, é que deve crescer o medo de novos episódios de violência durante as eleições americanas deste ano, diante da polarização nos Estados Unidos. Isso deve sinalizar ao mercado o risco de que o atentado seja apenas a “ponta do iceberg”, alerta Leal.

“Isso veio de onde não se esperava: você esperava que uma atitude violenta pudesse partir dos apoiadores de Trump, como ocorreu na invasão do Capitólio. Mas o atentado mostra que o outro lado – não os democratas, mas os anti-Trump – também estão dispostos a atitudes a atitudes desesperadas”, afirma.

Com Cícero Cotrim e Estadão Conteúdo

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