O índice DAX, referência em Frankfurt, encerrou em baixa de 2,28%, a 18.086,75 pontos, enquanto o CAC 40, de Paris, perdeu 2,14%, a 7.370,45 pontos. O setor bancário exibiu sinal negativo na região, puxado por Société Générale, que perdeu 8,88% após a instituição financeira francesa reduzir projeções para os resultados deste ano.
Na Alemanha, a ação da Volkswagen caiu cerca de 5%, após a montadora informar lucro menor no segundo trimestre. Na França, Credit Agricole perdeu 0,57%, embora o balanço tenha superado expectativas. Em Londres, o índice FTSE 100 caiu 1,01%, aos 8.283,36 pontos.
Em uma decisão dividida, o BoE cortou juros em 25 pontos-base, para 5,00%, mas avisou que a restrição monetária deve seguir em vigor por algum tempo. Para o Wells Fargo, a autoridade monetária britânica deve adotar uma postura cautelosa neste primeiro estágio do relaxamento monetário, mas colocará o pé no acelerador em 2025. “Prevemos um corte acumulado de 125 pontos-base de cortes nas taxas no próximo ano, o que levaria a taxa básica a terminar 2025 em 3,50%”, projeta.
A decisão inspirou reação marginalmente positiva nos mercados acionários, mas o ambiente se deteriorou nas horas seguintes. Os riscos geopolíticos permanecem no radar, no dia em que o Hezbollah prometeu responder ao assassinato de um de seus comandantes por Israel. Há também alguma preocupação com o ritmo da economia dos Estados Unidos, após uma sequência de indicadores.
Entre outras praças das Bolsas da Europa, o índice FTSE MIB, de Milão, caiu 2,68%, a 32.857,43 pontos. Na Península Ibérica, o PSI 20, de Lisboa, cedeu 0,70%, a 6.661,69 pontos. Em Madri, o Ibex 35 recuou 2,06%, a 10.836,90 pontos. As cotações são preliminares.