• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Ata do Copom: 5 pontos para entender a escalada dos juros no País

Documento expõe as motivações que levaram o BC a elevar a taxa Selic na última quarta-feira (18)

Por Jenne Andrade

24/09/2024 | 14:14 Atualização: 24/09/2024 | 14:14

Copom define os rumos da taxa básica de juros no País. (Foto: Adobe Stock)
Copom define os rumos da taxa básica de juros no País. (Foto: Adobe Stock)

O Banco Central (BC) divulgou nesta terça-feira (24) a esperada ata do Comitê de Política Monetária (Copom). Este documento é publicado uma semana após a decisão sobre a taxa básica de juros – na última quarta (18), o colegiado decidiu subir a “Selic” em 0,25 ponto percentual, para 10,75% ao ano, na primeira elevação desde agosto de 2022.

Leia mais:
  • "Não vejo benefício nos pós-fixados com a alta da Selic"
  • As estratégias para se aposentar ganhando R$ 7,7 mil por mês
  • Por que o Tesouro Direto está com negociações suspensas hoje?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Em termos gerais, a ata é acompanhada de perto pelo mercado por trazer a visão do BC sobre o cenário econômico, além das discussões internas que levaram a uma alta, corte ou manutenção da Selic. Nesta nova publicação, o Copom justifica a decisão de elevar os juros e traça perspectivas para os próximos.

Contudo, o vocabulário técnico nem sempre é acessível para todos os leitores. O E-Investidor, então, consultou especialistas para listar os pontos mais importantes do relatório.

Postura mais dura ou “hawkish”

O primeiro ponto a se analisar é o “tom” adotado pelo Copom na nova ata. Para os analistas, o comitê assumiu uma postura mais “hawkish”, ou seja, mais dura em relação ao combate à inflação. Isto significa que o Banco Central está mais propenso a subir os juros para controlar o aumento dos preços, tendo em vista que as expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) estão “desancoradas” – ou seja, acima da meta de 3% para este ano e os próximos.

Publicidade

Invista com o apoio de conteúdos exclusivos e diários. Cadastre-se na Ágora Investimentos

“A ata do Copom de setembro reforçou o tom hawkish da decisão anterior, reafirmando a necessidade de uma política monetária mais dura para domar a inflação”, afirma Guilherme Jung, economista da Alta Vista Research.

Cenário doméstico justifica alta da Selic

A ata também deixou claro que o Copom vê o cenário doméstico se sobrepondo ao cenário externo, quando o assunto são fundamentos para o início de um novo ciclo de alta de juros. Por aqui, a atividade econômica mais resiliente, com um mercado de trabalho aquecido, cria um ambiente propício para uma inflação mais pressionada.

“O Copom aponta que, embora não haja evidências concretas de que as pressões salariais estejam impactando diretamente a inflação, o crescimento real dos salários, que supera os ganhos de produtividade, tende a influenciar a inflação com o tempo”, diz Alexandre Lohmann, economista-chefe da Constância Investimentos.

O comitê também cita que o “hiato do produto” está positivo. Ou seja, a economia está operando acima do seu potencial “normal”, sobreaquecida, o que também afeta a inflação. “Então, do lado macroeconômico doméstico, o Copom trouxe essa percepção de que tem espaço para voltar a ajustar os níveis da política monetária para ficar em nível suficientemente restritivo (subir a Selic em um nível que segure a alta da inflação)”, diz Marcos Moreira, CFA e sócio da WMS Capital.

Cenário externo sai de cena

Já o cenário internacional, que tanto fez preço nos ativos brasileiros no início do ano, volta a ser coadjuvante e ter impacto menor na conjuntura doméstica. “A economia global não parece exercer qualquer tipo de pressão sobre a dinâmica interna no cenário atual, sendo este o ponto central do argumento apresentado no parágrafo 9 da ata”, ressalta Matheus Pizzani, economista da CM Capital.

Vale lembrar que, principalmente na esteira do atraso nos cortes de juros nos EUA, o Ibovespa afundou 7,6% no 1º semestre de 2024. Agora, as movimentações por lá perderam relevância.

Subida de tom sobre gastos do Governo

Outro fator importante, notado pelos analistas, é que o Copom também subiu o tom em relação à “política fiscal” – isto é, a condução das contas públicas pelo governo. Pizzani, economista da CM Capital, relembra que as menções do comitê ao tema em atas anteriores eram “breves e sem grande aprofundamento”.

Publicidade

Contudo, neste novo texto, a instituição destacou a importância de um controle do orçamento. “O comitê do BC classificou como expansionista a atual política de gastos do Governo, afirmando ainda ser necessária a mudança de postura em direção à uma política fiscal contracíclica, a mesma utilizada no campo monetário, para que se efetivasse a estabilidade monetária no país”, destaca Pizzani,

Para o BC, essa “política fiscal expansionista” ficaria clara quando analisado o “vigor” nas concessões de crédito às famílias, que indica um suporte ao consumo e consequentemente à demanda agregada.

Visão unânime sobre novas altas de juros – ritmo dependerá de dados

A nova ata deixou claro que a necessidade de um novo ciclo de alta de juros foi uma visão unânime dos integrantes do Copom, em função dos pontos mencionadas sobre a atividade econômica no cenário doméstico. Contudo, chamou a atenção dos analistas também a postura pragmática da instituição, em não se comprometer com o ritmo da alta de juros, mas sinalizar que o aperto ocorrerá de maneira “gradual”.

O comitê assumiu uma conduta “data dependent“, ou seja, de que as decisões futuras dependerão dos dados econômicos que serão divulgados à frente. Contudo, não descarta um movimento mais forte de subida de juros, se for necessário.

“Afinal, a questão aqui não é só acertar a taxa de juros, mas o timing do ajuste – algo que a experiência mostra ser um jogo delicado de riscos e retornos”, afirma Guilherme Jung, economista da Alta Vista Research. “É nítido que o Copom seguirá elevando juros nas próximas reuniões, algo que será feito, todavia, de maneira escalonada, com o BC aumentando a magnitude das altas reunião a reunião”, completa Pizzani, economista da CM Capital.

Publicidade

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central (BC)
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Taxa Selic
Cotações
11/02/2026 9h02 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 9h02 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 3

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 4

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

  • 5

    Ibovespa hoje cai e perde os 186 mil pontos com IPCA, Haddad e dados dos EUA no foco

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Imagem principal sobre o FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Logo E-Investidor
FGTS: quais dados são solicitados no cadastro para receber valores?
Últimas:
Esta empresa de energia pode te oferecer ganhos de até 8,64% ainda hoje; confira
CONTEÚDO PATROCINADO

Esta empresa de energia pode te oferecer ganhos de até 8,64% ainda hoje; confira

Patrocinado por
Ágora Investimentos
Dow Jones hoje e mais futuros de bolsas de NY sobem antes do payroll; dólar cai e mercado aguarda sinal do Fed
Tempo Real
Dow Jones hoje e mais futuros de bolsas de NY sobem antes do payroll; dólar cai e mercado aguarda sinal do Fed

Investidores aguardam relatório de emprego dos EUA e falas de dirigentes do banco central americano, enquanto Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq operam em alta moderada no pré-mercado

11/02/2026 | 07h30 | Por Manuela Miniguini
Bolsas da Ásia estendem ganhos apesar de desempenho misto de Wall Street
Tempo Real
Bolsas da Ásia estendem ganhos apesar de desempenho misto de Wall Street

Taiwan, Seul e Hong Kong avançaram e China fechou sem direção única

11/02/2026 | 06h41 | Por Redação
Queda do bitcoin apaga R$ 275 bilhões em valor de mercado de três empresas que adotaram a cripto como reserva
Criptomoedas
Queda do bitcoin apaga R$ 275 bilhões em valor de mercado de três empresas que adotaram a cripto como reserva

Queda de quase 50% do bitcoin desde a última máxima pressiona ações de empresas com tesouraria em BTC; Strategy (MSTR) lidera perdas

11/02/2026 | 05h30 | Por Daniel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador