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Veja o fechamento das Bolsas de NY, juros dos EUA e dólar hoje; bitcoin avança

Mercados reagiram aos números mais fracos do que o esperado no relatório de empregos do país norte-americano

Por Poliana Santos e Pedro Lima

07/03/2025 | 18:56 Atualização: 07/03/2025 | 18:56

Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)
Estados Unidos (Foto: Adobe Stock)

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta sexta-feira (7), após passarem boa parte da sessão no vermelho, refletindo os números mais fracos do que o esperado no relatório de empregos dos EUA. No entanto, os discursos do presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Jerome Powell, e de outros dirigentes do banco central americano ao final da tarde trouxeram um tom mais otimista. Powell destacou que a economia está em um “bom lugar”, o que animou os investidores. Os títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano (Treasuries) e o bitcoin também avançaram hoje, enquanto o dólar recuou.

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O índice Dow Jones subiu 0,52%, fechando em 42.801,72 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 0,55%, para 5.770,20 pontos. Já o Nasdaq teve alta de 0,70%, encerrando o dia em 18.196,22 pontos.

Powell afirmou que, “apesar da grande incerteza, a economia dos EUA está em bom lugar”. Destacou que o mercado de trabalho é “sólido” e que “os salários estão crescendo mais rápido do que a inflação”. Ele também mencionou que as “significativas mudanças de políticas” de Donald Trump impactarão a economia e a política monetária. “À medida que avaliamos as informações que chegam, nosso foco é separar o ruído do sinal de acordo com evolução do cenário. Não precisamos ter pressa e estamos bem posicionados para esperar por maior clareza.”

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Os EUA criaram 151 mil empregos em fevereiro, em termos líquidos, abaixo das expectativas dos economistas. Na análise do JPMorgan, o payroll foi considerado razoavelmente sólido, mas o banco elevou as chances de recessão nos EUA de 30% para 40%. Já o Goldman Sachs revisou sua projeção, aumentando a probabilidade de recessão de 15% para 20%, e alertou que as políticas de imposição de tarifas pelo governo Trump podem pressionar ainda mais a inflação.

Entre as ações individuais, a Broadcom disparou 8,6%, ajudando a impulsionar as ações de outros fabricantes de semicondutores americanos. Em balanço ontem, a Broadcom divulgou lucro e receita acima das expectativas. Na direção oposta, a Costco derreteu 6% na esteira do resultado abaixo do esperado.

Juros dos EUA operam em alta

Os rendimentos dos Treasuries operavam em alta, impulsionados por declarações do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, e de outros dirigentes do BC americano, que destacaram que a economia dos EUA está em um “bom lugar” e defenderam a manutenção da taxa de juros atual “por mais algum tempo”. Dados sobre o mercado de trabalho mantiveram-se no radar dos investidores ao longo do dia.

Neste fim de tarde, o juro da T-note de 2 anos subia a 3,997%, o rendimento de 10 anos avançava a 4,315% e a taxa da T-bond de 30 anos progredia a 4,615%.

Powell afirmou que, “apesar da grande incerteza, a economia dos EUA está em bom lugar” e que o Fed está “comprometido em cumprir nosso duplo mandato” de estabilidade de preços e maximização de empregos. Destacou que o mercado de trabalho é “sólido” e que “os salários estão crescendo mais rápido do que a inflação”. Ele também mencionou que as “significativas mudanças de políticas” de Donald Trump impactarão a economia e a política monetária.

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Os EUA criaram 151 mil empregos em fevereiro, segundo o Departamento do Trabalho. Analistas consultados pelo Projeções Broadcast previam criação entre 115 mil e 200 mil vagas, com mediana de 160 mil. O salário médio por hora aumentou 0,28% em relação a janeiro. A dirigente do Fed Michelle Bowman declarou que o mercado de trabalho pode se tornar um fator mais relevante nas decisões de política monetária.

Adriana Kugler, dirigente do Fed, afirmou que pode ser adequado “manter a taxa de juros atual por mais algum tempo”, devido ao aumento das expectativas de inflação e ao progresso insuficiente em áreas-chave. Por outro lado, John Williams, presidente do Fed de Nova York, negou sinais de que as expectativas de inflação estejam “descontroladas”.

O Goldman Sachs entra para a linha dos bancos que projetam probabilidade maior de recessão da economia americana, ao mesmo tempo em que prevê inflação mais pressionada diante das políticas de imposição de tarifas pelo governo de Donald Trump.

Moedas globais: dólar recua

O dólar recuou nesta sexta-feira ante outras moedas fortes após o relatório de criação de empregos (payroll) dos Estados Unidos apontar geração de vagas abaixo do esperado. Mercado assimilava ainda a declaração do presidente do Fed, Jerome Powell, sobre a possibilidade de manter as taxas de juros em níveis atuais. Projeções sobre risco maior de recessão por grandes bancos americanos também marcaram a sessão.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, fechou em queda de 0,21%, a 103,838 pontos. A moeda americana avançava a 148,01 ienes, enquanto o euro registrava valorização, a US$ 1,0846, assim como a libra esterlina, que era negociada a US$ 1,2925 no fim da tarde.

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O relatório do mercado de trabalho dos EUA mostrou criação de vagas abaixo do esperado. Em seu discurso, Powell reconheceu o aumento da incerteza na perspectiva econômica, mas indicou que as taxas de juros podem ser mantidas no patamar atual. Powell disse ainda que “é o efeito líquido” das mudanças de políticas que importará para a economia e para o caminho da política monetária.

Diante das incertezas elevadas sobre o impacto de tarifas, o JPMorgan elevou as chances de recessão nos EUA de 30% para 40%. Na mesma linha, o Goldman Sachs ampliou a probabilidade de recessão de 15% para 30%. “Aumentamos apenas em uma dose limitada neste momento porque vemos mudanças de política como o risco principal, e a Casa Branca tem a opção de recuar se os riscos de queda começarem a parecer mais sérios”, disse o banco.

O dólar conseguiu resistir em alta ante o dólar canadense. O mercado de câmbio segue avaliando a decisão do presidente dos EUA, Donald Trump, de adiar para abril a taxação de alguns produtos importados do México e Canadá. Segundo Brent Donnelly, chefe da firma de pesquisa de câmbio Spectra Markets, os próximos indicadores econômicos canadenses serão fundamentais, pois uma desaceleração nos dados pode levar a uma venda massiva do dólar canadense.

A libra esterlina pode ter um desempenho abaixo do esperado este mês, devido ao risco de uma reação negativa do mercado, segundo Nick Rees, analista da Monex Europe. A casa de análise projeta que a libra recue para US$ 1,26 até 1º de abril e para US$ 1,23 em três meses.

Bitcoin sobe

O bitcoin chegou ao fim desta tarde em alta, apagando perdas de mais cedo, depois que o payroll alimentou expectativas de cortes de juros mais robustos pelo Federal Reserve, o que, segundo analistas, pode impulsionar as criptomoedas devido à perspectiva de maior liquidez na economia. O principal relatório do mercado de trabalho dos EUA mostrou geração de vagas abaixo do esperado, revisão dos dados anteriores, elevação na taxa de desemprego e um aumento menos intenso nos salários do que o previsto.

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Por volta das 16h30 (de Brasília), o Bitcoin avançava 0,39%, a US$ 88.514,68, enquanto o Ethereum cedia 0,24%, a US$ 2.187,89, de acordo com a Binance.

O movimento se deu apesar da decepção com a ordem executiva assinada ontem pelo presidente dos EUA, Donald Trump, que cria uma reserva estratégica de bitcoin e um estoque adicional. Ao contrário do que muitos investidores esperavam, não foi prevista a compra de criptomoedas por parte do governo, apenas a manutenção dos bitcoins que já estão sob posse das autoridades devido a apreensões. Em uma publicação no X, o “czar de cripto” de Trump, David Sacks, afirmou que os Estados Unidos não venderão nenhum bitcoin. “A reserva é como um Fort Knox onde são armazenadas as reservas de ouro americanas digital para a criptomoeda, frequentemente chamada de ‘ouro digital'”, disse.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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