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Investimentos

Ibovespa fecha junho a 138 mil pontos apesar de guerra e risco fiscal; veja a projeção para julho

Alta de 1,33% no mês foi sustentada por commodities, enquanto risco fiscal e petróleo instável aumentaram a cautela dos investidores da Bolsa

Retrato de busto sob fundo azul escuro.
Por Murilo Melo
Editado por Wladimir D'Andrade

30/06/2025 | 19:20 Atualização: 30/06/2025 | 19:20

Entre os destaques de junho de 2025, as maiores altas do Ibovespa foram registradas pelas ações da Embraer (EMBR3), com valorização de 16,4%. (Imagem: AlfRibeiro em Adobe Stock)
Entre os destaques de junho de 2025, as maiores altas do Ibovespa foram registradas pelas ações da Embraer (EMBR3), com valorização de 16,4%. (Imagem: AlfRibeiro em Adobe Stock)

O Ibovespa, principal índice da B3 (Bolsa de Valores do Brasil), encerrou o mês de junho com leve valorização de 1,33%, aos 138.854,60 pontos, resultado de um período marcado por oscilações moderadas nos preços das ações e um ambiente externo de maior sensibilidade. O mês foi atravessado por um evento geopolítico entre Israel e Irã, que interferiu diretamente nos preços internacionais do petróleo e influenciou empresas listadas com maior exposição à commodity, como a Petrobras (PETR3; PETR4).

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O preço do barril Brent, referência global e parâmetro usado pelas empresas brasileiras, chegou a se aproximar de US$ 80 entre os dias 13 e 15 de junho, diante da escalada do conflito no Oriente Médio. A valorização do petróleo sustentou, momentaneamente, o desempenho do Ibovespa. Contudo, com a sinalização de trégua na região nos dias seguintes, a commodity devolveu os ganhos, acompanhada de queda nas ações da Petrobras e perda de força do índice brasileiro.

A recuperação parcial no final do mês permitiu que o Ibovespa revertesse perdas acumuladas e encerrasse junho em território positivo, embora abaixo da taxa do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), que superou 1% no mês.

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Especialistas ouvidos pelo E-Investidor dizem que, em meio a esse ambiente externo conturbado, o principal vetor doméstico que manteve o mercado sob pressão foi o risco fiscal. Com a taxa de juros básica (Selic) em níveis elevados, o CDI chegou a 15% ao ano, configurando o segundo maior juro real do mundo, segundo estimativas de mercado que descontam a inflação anual em torno de 5%. A política fiscal expansionista adotada pelo governo, com aumento de gastos, tem pressionado a trajetória da dívida pública e gerado incertezas quanto à sustentabilidade das contas. A percepção de que não haverá ajustes estruturais até 2026 intensifica os prêmios de risco exigidos pelos investidores.

As ações mais valorizadas no Ibovespa em junho

Na frente internacional, a política monetária dos Estados Unidos também gerou reavaliações por parte dos investidores. Inicialmente, o otimismo em relação à contenção de gastos na maior economia do mundo foi substituído por um movimento expansionista. Especialistas observam que o mercado passou a esperar mais estímulos fiscais e menor disciplina orçamentária, o que contribuiu para a saída de parte do capital americano em busca de alternativas em mercados emergentes. Ainda que tímida em junho, essa migração favoreceu bolsas como as de Brasil, México, Colômbia e Chile, que acumulam valorização em dólar superior a 20% no ano.

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O fluxo estrangeiro na B3 foi estável ao longo de junho, sem o mesmo ímpeto registrado nos meses de janeiro, abril e maio. De acordo com analistas de mercado, a menor intensidade na entrada de capital externo esteve ligada à cautela com riscos geopolíticos e à falta de gatilhos claros para tomada de risco em emergentes. A ausência de novidades no noticiário corporativo brasileiro também contribuiu para a movimentação lateralizada do índice no período.

Entre os destaques do mês, as maiores altas do Ibovespa foram registradas pelas ações da Embraer (EMBR3), com valorização de 16,4%, seguidas por MRV Engenharia (MRVE3), Telefônica Brasil (VIVT3), Hypera (HYPE3) Tim (TIMS3), Lojas Renner (LREN3) e Marcopolo (POMO4). No outro extremo, as maiores quedas foram lideradas por Braskem (BRKM5), com recuo de 23%, seguida por Usiminas (USIM5), CSN Mineração (CMIN3), Raízen (RAIZ4), Cosan (CSAN3) e São Martinho (SMTO3).

O que esperar do Ibovespa em julho

Para julho, os principais vetores a serem monitorados incluem a tramitação de propostas fiscais, como a revisão do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), medida que o governo pretendia manter como fonte de receita, mas sofreu resistência no Congresso. Uma eventual judicialização para sustentar o decreto anterior pode aumentar a percepção de insegurança jurídica e atrito entre os Poderes, o que tende a elevar o risco-País.

Além disso, o comportamento das commodities segue como variável relevante, especialmente petróleo e minério de ferro, com impacto direto em setores estratégicos da Bolsa brasileira. Com a trégua no Oriente Médio, há expectativa de normalização nos preços e possível retomada do apetite por risco em emergentes.

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Do ponto de vista setorial, o economista e especialista em investimentos, Danilo Coelho, projeta que empresas aéreas, que foram penalizadas por renegociações de dívida e pedidos de recuperação judicial, podem encontrar espaço para recuperação caso o mercado reavalie o nível de desconto. Empresas de mineração, segundo ele, também podem ser favorecidas. “Existe uma demanda crescente na indústria militar tanto dos países envolvidos em conflitos quanto daqueles que pretendem dar uma atenção maior e destinar mais recursos do Produto Interno Bruto (PIB) para reforçar suas defesas”, pontua.

Na avaliação de Bruce Barbosa, sócio-fundador da Nord Investimentos, o setor de petróleo representa hoje a principal oportunidade na Bolsa brasileira. As ações desse segmento sofreram bastante nos últimos anos por uma combinação de fatores, incluindo a queda recente nos preços da commodity e entraves regulatórios. Ele explica que o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), por exemplo, tem dificultado a ampliação da produção de algumas empresas há mais de um ano.

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Além disso, há campos que devem entrar nos balanços corporativos apenas no fim do ano, o que ainda não está totalmente refletido nos preços das ações. “Diante de um mercado pessimista, pressionado pelo risco fiscal e pelos juros elevados, esses papéis vêm sendo negociados a múltiplos historicamente baixos. Não dá para prever se vão disparar já em julho, e nem é esse o ponto, mas, pensando no longo prazo, considero esse um dos investimentos mais promissores da Bolsa no momento”, diz.

Perspectivas para o segundo semestre da Bolsa

A perspectiva para o segundo semestre de 2025, segundo o professor de economia da Universidade Tiradentes, Rodrigo Rocha, inclui a possibilidade de cortes na taxa Selic, que pode favorecer setores ligados ao consumo e crédito, como varejo e construção civil. Outro fator observado é a política monetária dos Estados Unidos. Caso o Federal Reserve (Fed), banco central norte-americano, inicie uma redução nos juros, o alívio nos rendimentos dos títulos americanos pode estimular a alocação de recursos em ativos de risco no Brasil.

Analistas afirmam que o principal gatilho estrutural para valorização do Ibovespa permanece sendo a expectativa eleitoral. Com as eleições presidenciais previstas para 2026, parte do mercado já avalia a possibilidade de alternância de poder como uma chance de retomada da disciplina fiscal. Embora esse efeito ainda não esteja precificado, analistas esperam que os primeiros movimentos de reprecificação ocorram no início do próximo ano.

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“A recomendação geral para os investidores é de cautela seletiva, com foco na diversificação e na escolha de empresas resilientes e com bons fundamentos. Apesar dos riscos, a perspectiva para o Ibovespa é positiva, com projeções de valorização para os próximos 12 meses, refletindo tanto o desconto do mercado brasileiro em relação a outros quanto o potencial de recuperação caso o cenário macroeconômico e político melhore”, orienta Rocha.

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