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Ibovespa hoje fecha em alta com melhora em NY; “índice do medo” encerra em queda após disparar

Índice da B3 terminou acima dos 135 mil pontos e quebrou sequência de sete quedas consecutivas

Por Camilly Rosaboni

16/07/2025 | 8:58 Atualização: 16/07/2025 | 17:53

EUA iniciam investigação para analisar comércio brasileiro. (Foto: Adobe Stock)
EUA iniciam investigação para analisar comércio brasileiro. (Foto: Adobe Stock)

O Ibovespa hoje fechou acima dos 135 mil pontos. Nesta quarta-feira (16), o índice avançou 0,19%, aos 135.510,99 pontos. As atenções do mercado estiveram na nova investigação dos Estados Unidos ao comércio brasileiro em meio ao contexto das tarifas americanas e ao desdobramentos do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

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“Tem incerteza com IOF, pesquisa [Genial/Quaest], tarifas dos Estados Unidos e agora esse novo imbróglio do departamento americano que acentua as preocupações tarifárias, e o investidor estrangeiro saindo por dias seguidos [sexto]”, pontua Luiz Roberto Monteiro, operador da mesa institucional da Renascença.

Índice do medo saltou quase 8% nos EUA após ameaças de Trump a Powell

As bolsas de Nova York fecharam em alta, com ganhos de 0,53%, 0,25% e 0,32% para Dow Jones, Nasdaq e S&P 500. Mais cedo, o índice de volatilidade VIX disparou, após a Bloomberg informar, com base em fonte da Casa Branca, que o presidente dos EUA, Donald Trump, planeja demitir o presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), o Jerome Powell, em breve. À tarde, no entanto, o indicador virou para o campo negativo e fechou em baixa de 1,27% aos 17,16 pontos.

No IBOV, algumas ações ligadas a commodities avançaram, como Vale (VALE3), que subiu 0,91%. Apesar disso, os papéis da Petrobras caíram 0,5% (PETR4) e 0,86% (PETR3) na esteira do recuo do petróleo no exterior. 

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Com a agenda de indicadores esvaziada no Brasil, o foco ficou totalmente nos temas sobre tarifas e nas divulgações internacionais, como os balanços americanos do segundo trimestre, o índice de preços ao produtor dos EUA e a produção industrial daquele país.

Na véspera, após o fechamento da B3, Trump ordenou uma investigação sobre práticas comerciais brasileiras que, segundo ele, “restringem injustamente” o comércio com os EUA. Entre os focos da investigação estão o comércio digital e serviços de pagamento eletrônico, as tarifas preferenciais injustas, a interferência anticorrupção e a proteção da propriedade intelectual. Outro ponto será o acesso ao mercado de etanol.

Antes dessa nova ofensiva, o governo federal e o setor produtivo se reuniram nesta terça-feira para discutir a ameaça do presidente americano de impor uma tarifa de importação de 50% sobre produtos brasileiros. As reuniões continuaram hoje.

“Por enquanto, parece que não vamos retaliar, mas precisamos aguardar as reuniões que estão acontecendo e que vão acontecer ao longo do dia”, diz Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital.

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Outro ponto de atenção é o impasse do IOF. Além disso, seguiu no foco a informação de que a Câmara dos Deputados aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o pagamento de precatórios e reabre o prazo para parcelamento de dívidas de municípios com seus regimes próprios de previdência e com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

No mercado de câmbio, o dólar hoje abriu em alta de 0,20%, negociado a R$ 5,5693. A moeda americana encerrou em valorização de 0,07%, cotada a R$ 5,5619.

Ibovespa hoje: os principais assuntos desta quarta-feira (16)

Agenda econômica do dia

A agenda econômica desta quarta-feira (16) concentrou atenções nos Estados Unidos, com a divulgação do índice de preços ao produtor (PPI), produção industrial de junho e Livro Bege, o relatório sobre as atuais condições econômicas em cada um dos 12 distritos do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Ainda em destaque no Ibovespa hoje, ficaram os impactos da guerra comercial acentuada pelo presidente norte-americano, Donald Trump, contra o Brasil.

Analistas também estiveram atentos aos discursos de dirigentes do Fed, como o pronunciamento do presidente da autarquia de Cleveland, Beth Hammack, e dos diretores Michael Barr e John Williams.

No front corporativo, o mercado financeiro monitorou os resultados de grandes nomes como Bank of America (BofA), Goldman Sachs, Morgan Stanley, Alcoa e United Airlines.

Bolsas globais ficam sem direção única

As bolsas de Nova York fecharam em alta nesta quarta-feira, após o índice de preços ao produtos (PPI) dos EUA vir abaixo da expectativa.

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A presidente do Fed de Dallas, Lorie Logan, disse nesta terça-feira que seu cenário base é de que o banco central americano precisará manter a política monetária modestamente restritiva por um tempo, mas que uma inflação branda e um mercado de trabalho enfraquecido podem exigir juros mais baixos.

Trump informou na última terça-feira (15) que notificará em breve países menores de que eles enfrentarão tarifas superiores a 10%.

Na Ásia, as bolsas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, enquanto investidores assimilaram os últimos desdobramentos da ofensiva tarifária do governo dos EUA. Trump anunciou um acordo com a Indonésia que impõe tarifa de 19% às importações do país.

As bolsas europeias fecharam na sua maioria em baixa, em sessão que contou com cautela pelas negociações da União Europeia (UE) com os Estados Unidos, na medida em que a aplicação de tarifas de 30% por Washington aparece como uma possibilidade real, enquanto o bloco avalia respostas.

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O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em baixa de 0,57%, a 541,84 pontos. Em Londres, o FSTE 100 caiu 0,13%, a 8.926,55 pontos. Em Frankfurt, o DAX recuou 0,21%, a 24.009,38 pontos. Em Paris, o CAC 40 cedeu 0,57%, a 7.722,09 pontos.

Tarifas de Trump: o que está em jogo para a economia brasileira

O governo americano iniciou uma investigação para determinar se atos, políticas e práticas do governo brasileiro são irracionais ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA. Entre os focos da investigação estão comércio digital e serviços de pagamento eletrônico (Pix), tarifas preferenciais, suposta interferência anticorrupção e propriedade intelectual. Outro ponto que será investigado é o acesso ao mercado de etanol. A investigação também abordará o tema desmatamento ambiental.

A investigação com base na seção 301 foi orientada pelo presidente dos EUA, que também prometeu tarifa de 50% sobre as importações americanas do Brasil.

  • Veja também: Tarifas de Trump – o que pode mudar para quem vive de dividendos no Brasil

Commodities: petróleo recua, minério avança

Os contratos futuros do petróleo fecharam em leve queda, após ensaiarem tímida recuperação na madrugada desta quarta-feira em meio a esperanças sobre a demanda sazonal. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para agosto encerrou em queda de 0,21% (US$ 0,14), a US$ 66,38 o barril. Já o Brent para setembro, negociado na Intercontinental Exchange (ICE), recuou 0,28% (US$ 0,19), a US$ 68,52 o barril.

Entre as commodities hoje, o minério de ferro no mercado futuro da Dalian Commodity Exchange, na China, para setembro de 2025, fechou em alta de 1,05%, cotado a 773 yuans por tonelada, o equivalente a US$ 107,76.

IOF em destaque no mercado brasileiro

No campo político, a Câmara aprovou a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita o pagamento de precatórios e reabre prazo para parcelamento de dívidas de municípios com seus regimes próprios e com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, sinalizou que pode “decidir rápido” sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), após a audiência de conciliação entre Executivo e Congresso terminar sem acordo.

Esses e outros dados do dia ficaram no radar de investidores e impactaram o Ibovespa hoje.

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*Com informações de Maria Regina Silva, Luciana Xavier e Silvana Rocha, do Broadcast

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