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Mercado

Recorde atrás de recorde: o que tem movido o Ibovespa às máximas históricas e o que esperar agora da Bolsa

Corte de juros nos EUA impulsiona entrada de capital estrangeiro no Brasil e beneficia a Bolsa local

Por Beatriz Rocha

19/09/2025 | 17:34 Atualização: 19/09/2025 | 17:43

Ibovespa bateu recorde atrás de recorde. Foto: Adobe Stock
Ibovespa bateu recorde atrás de recorde. Foto: Adobe Stock

O Ibovespa bateu recordes em praticamente todas as sessões desta semana. A única exceção foi na quinta-feira (18), quando o índice recuou 0,06%. Já nesta sexta-feira (19), voltou a renovar seu pico de fechamento, subindo 0,25% aos 145.865,11 pontos, após atingir máxima a 146.398,76 pontos – nível nunca antes observado em sua história.

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Diferentes motivos ajudam a explicar a alta do IBOV. Um dos fatores é a entrada de capital estrangeiro no Brasil. O saldo de capital gringo na Bolsa brasileira já alcança R$ 23,4 bilhões em 2025, segundo os dados mais recentes disponibilizados pela B3. Nícolas Merola, analista da EQI Research, observa que o movimento reflete uma tendência global, com investidores migrando seus recursos dos Estados Unidos para outros mercados emergentes, como o brasileiro, em busca de preços mais atrativos.

“Existe hoje uma predisposição de buscar alternativas e diversificar mais os investimentos. Isso gerou um fluxo positivo para o Brasil e acabou servindo como um catalisador de um movimento contínuo”, afirma. “A proximidade de um novo ciclo eleitoral, que todo mundo acompanha de perto, também tem ajudado.”

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Em entrevista ao E-Investidor, Felipe Miranda, CEO e estrategista-chefe da Empiricus, afirmou que calcula alta de 40% para o Ibovespa até o final de 2026 em um cenário de “razoabilidade”, sem extremos em relação à condução fiscal.

Já em uma conjuntura de alternância política, com a eleição de um candidato pró-mercado – hoje na figura de Tarcísio de Freitas (Republicanos) – e reformas fiscalistas, a perspectiva é mais do que triplicar o capital.

O otimismo com a Bolsa brasileira não fica restrito aos números. O interesse dos investidores sobre o tema também tem aumentado. Em agosto, as ações foram os investimentos mais buscados na internet, na frente de fundos e títulos de renda fixa, segundo levantamento da plataforma Yubb. Confira os detalhes aqui.

Corte de juros nos EUA

Nesta semana, o Federal Reserve (Fed) cortou os juros americanos em 25 pontos-base, para a faixa entre 4% a 4,25% ao ano. A medida não foi unânime. O novo diretor Stephen Miran, indicado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, votou por uma redução de 50 pontos-base.

O Fed ainda divulgou um novo gráfico de pontos – documento que reúne as projeções dos membros do comitê – sugerindo mais um corte acumulado de 50 pontos-base nos juros americanos neste ano.

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Mas como isso se relaciona com a Bolsa? Simples: taxas mais baixas nos EUA favorecerem a entrada de capital estrangeiro por aqui, onde a Selic está em patamar mais elevado, a 15% ao ano. Esse diferencial de juros também ajuda a explicar o desempenho recente do dólar, que atingiu mínima a R$ 5,2702 nesta semana.

  • Leia mais: Dólar no menor valor em 15 meses: vale a pena comprar?
“A alta do Ibovespa vem desse cenário macroeconômico internacional. Não tem nenhum fator doméstico contribuindo para essa valorização, na minha opinião. O primeiro corte de juros nos EUA foi confirmado e agora o mercado continua subindo por estar precificando mais dois novos cortes”, afirma Leonardo Santana, especialista em investimentos e sócio da casa de análise Top Gain.

Alta do Ibovespa vai continuar?

Enquanto o Fed já começou a cortar os juros americanos, no Brasil, o Comitê de Política Monetária (Copom) apresentou um comunicado considerado hawkish (duro) em sua última reunião, indicando poucas chances de redução da Selic em 2025. Veja nesta matéria as análises do mercado.

O Copom afirmou que seguirá vigilante, avaliando se a manutenção dos juros altos é suficiente para assegurar a convergência da inflação à meta. “O Comitê enfatiza que os passos futuros da política monetária poderão ser ajustados e que não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso julgue apropriado”, disse.

Em seu texto, ainda ressaltou que acompanha os anúncios referentes à imposição de tarifas comerciais pelos Estados Unidos ao Brasil, além dos desenvolvimentos da política fiscal doméstica, reforçando a postura de cautela em cenário de maior incerteza. O Copom não forneceu projeções claras para as próximas reuniões, mas sinalizou que o momento exige uma Selic alta por “período bastante prolongado”.

O mercado esperava um comunicado que trouxesse algum indicativo de queda de juros para os próximos meses, o que não aconteceu. “O Comitê, na verdade, fez o contrário e até sinalizou que pode subir juros, se preciso. Então, não tem fator doméstico influenciando nesses recordes de altas do Ibovespa“, avalia Santana, da Top Gain.

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Quanto aos próximos passos do índice da B3, a expectativa é que ele ande próximo à estabilidade na semana que vem, com o mercado de olho em indicadores importantes. Nos Estados Unidos, serão divulgados, na quinta-feira (25), o índice de preços de gastos com consumo (PCE, na sigla em inglês) e a terceira leitura do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre. No Brasil, o destaque fica com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) no mesmo dia.

Na avaliação de Gustavo Cruz, estrategista-chefe da RB Investimentos, para que o Ibovespa tenha ganhos expressivos à frente serão necessárias sinalizações sobre cortes da Selic. Isso porque, qualquer perfil de investidor no Brasil hoje, seja conservador, moderado ou arrojado, está confortável com a renda fixa pagando em torno de 15% ao ano.

“Por ora, a tendência do Ibovespa ainda é de alta. Mas a Selic está muito elevada e será preciso sinalizar um corte — seja no fim deste ano ou no início do próximo. Se essa expectativa ficar muito distante, o Ibovespa pode passar por uma realização de lucros e cair”, afirma.

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