A publicação ocorre três meses depois do E-Investidor revelar, nesta reportagem, a participação desses veículos no capital do BRB. Além do Verbier e Deneb, a reportagem mostrou que outros dois fundos também detinham posição substancial na época: o Celeno FIP, administrado pela Master Corretora e com uma fatia de 12% das ações preferenciais do Banco de Brasília, e o Borneo, administrado pela Reag, que possuía 9,78% das ações preferenciais. As posições começaram a ser montadas entre julho do ano passado e fevereiro deste ano, mas nenhum havia sido divulgada ao mercado.
“O BRB reitera seu compromisso com a transparência e com a adequada prestação de informações a seus acionistas, investidores e ao mercado em geral, nos termos da regulamentação vigente”, apontou o BRB, no comunicado.
No dia 28 de março, o BRB surpreendeu o mercado ao anunciar a intenção de comprar 58% do Master, mas a operação acabou vetada pelo Banco Central no início deste mês.