Com o barateamento do crédito, as empresas devem aumentar a emissão de dívidas. Mais emissões significam mais opções, mais diversidade e mais chances de capturar bons retornos.
As principais oportunidades do ano:
Mais emissões: Debêntures (títulos de dívida), Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) devem se multiplicar, abrindo espaço para diversificação.
Retorno absoluto: O ambiente macro sugere um ano forte para carregar crédito privado até o vencimento.
Taxas atrativas: Esses ativos costumam pagar mais do que os títulos públicos de prazo semelhante.
Ganhos com queda de juros: A marcação a mercado
Em um ciclo de juros descendentes, títulos de crédito privado também podem gerar ganho antecipado. Quando os juros caem, o preço dos títulos sobe. Isso permite vender antecipadamente um papel mais longo com ágio. O investidor trava uma taxa alta hoje e captura lucro extra no meio do caminho.
Quando isso acontece, o investidor pode obter a rentabilidade esperada ou grande parte dele em um período de tempo menor. Em vez de esperar até o vencimento para os R$ 10 mil virarem R$ 15 mil, o cenário de queda de juros permite vender esse investimento antes do prazo, embolsar o lucro e reinvestir o valor em outra aplicação.
O interesse por outras classes de ativos também deve aumentar, e por um motivo claro: a isenção de Imposto de Renda (IR) no rendimento da aplicação. Para conluir a leitura desta reportagem e ver onde estão as oportunidades, confira o especial Onde Investir em 2026, um material gratuito que reúne projeções, análises macroeconômicas e orientações práticas para investir com mais segurança ao longo de um ano desafiador.
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