• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Educação Financeira

Investir em PGBL até o final do ano garante desconto no IR; veja as mudanças na previdência privada em 2025

Alterações em impostos e regras sucessórias mexeram com planos de previdência privada neste ano

Por Beatriz Rocha

19/12/2025 | 5:30 Atualização: 19/12/2025 | 7:31

Confira as principais decisões que mexeram com a previdência privada em 2025. Foto: Adobe Stock
Confira as principais decisões que mexeram com a previdência privada em 2025. Foto: Adobe Stock

O mês de dezembro representa uma oportunidade para investir no Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL). A modalidade garante um desconto de até 12% da renda tributável na declaração do Imposto de Renda (IR) de 2026, mas vale ficar atento a alguns pontos importantes para não perder dinheiro.

Leia mais:
  • PGBL vale a pena até na declaração simplificada e pode aumentar sua restituição no Imposto de Renda
  • PGBL: 7 coisas que você precisa saber agora sobre essa modalidade de previdência privada
  • VGBL e PGBL: entenda sucessão, tributação e estratégia a longo prazo
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No próximo ano, o contribuinte não pode se esquecer de declarar corretamente o investimento em PGBL no IR. O valor aplicado deve ser informado na ficha de “Pagamentos e Doações Efetuados” — e não em “Bens e Direitos”, como ocorre com outros investimentos –, usando o código 36, que corresponde a contribuições a entidades de previdência complementar.

  • Leia mais: PGBL vale a pena até na declaração simplificada e pode aumentar sua restituição no Imposto de Renda

Victor Savioli, cofundador do Velotax, aponta que muitos investidores se esquecem de declarar o PGBL e perdem o benefício da dedução do imposto. Nem sempre a declaração pré-preenchida do IR traz a informação, por isso vale a checagem.

“O principal ponto é este: não esquecer de declarar para colher o benefício completo de fazer esse investimento. Outro fator importante: a aplicação deve ser realizada até o final de 2025 para conseguir aproveitar na declaração de 2026”, afirma Savioli.

Publicidade

Conteúdos e análises exclusivas para ajudar você a investir. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Ou seja, não dá para adiar essa decisão para o mês de janeiro. A colunista do E-Investidor Luciana Seabra alerta nesta matéria ser mais seguro realizar a contratação do PGBL até o dia 26 de dezembro, para evitar problemas operacionais, já que as seguradoras são muito demandadas nesta época do ano.

PGBL ou VGBL: as diferenças

O Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL) não permite deduzir os aportes da base de cálculo do IR, mas, no momento do resgate, apresenta uma vantagem: o imposto é cobrado apenas sobre os rendimentos obtidos. Já no PGBL a tributação incide sobre o valor total acumulado.

Geralmente, costuma-se dizer no mercado que planos VGBL são mais indicados para quem declara o IR no modelo simplificado, enquanto o PGBL funciona bem para quem utiliza a declaração completa. Para Savioli, no entanto, essa distinção é limitada, ao passar a ideia de que VGBL e PGBL não podem ser combinados.

“Os planos podem, sim, ser complementares. A diferença é que, no VGBL, o contribuinte geralmente faz aportes ao longo do ano, enquanto no PGBL os investimentos costumam se concentrar em dezembro, quando já há uma noção mais clara da renda anual”, explica.

Segundo Ian Moro, planejador financeiro CFP e sócio da Warren Investimentos, quando o planejamento de previdência privada de um investidor sugere uma contribuição anual superior aos 12% da renda bruta tributável – limite para a dedução no PGBL –, a combinação entre os planos se torna estratégica.

Publicidade

“Nesse caso, o investidor pode alocar até 12% de sua renda bruta tributável no PGBL e o valor excedente em VGBL, que oferece a vantagem da tributação incidir apenas sobre os rendimentos no futuro, e não sobre o montante total”, afirma.

Como escolher um plano de previdência?

O investidor precisa entender as diferenças entre o modelo progressivo e o regressivo. No primeiro, a tributação varia conforme a renda recebida, indo de uma alíquota de 0% até 27,5% para ganhos maiores. Já no regressivo, o imposto é calculado de acordo com o tempo em que o benefício ficou vigente e vai de 35% a 10%. Veja os detalhes aqui.

Em janeiro de 2024, com a publicação da Lei 14.803, passou a ser possível tomar a decisão entre tabela progressiva e regressiva na hora de usar o dinheiro. Antes, a escolha só poderia ser realizada até o último dia útil do mês seguinte à contratação do plano.

Antes de investir em previdência privada, o investidor deve analisar o fundo em que vai aplicar. “A previdência privada merece a mesma – ou até maior – atenção que qualquer outro investimento. Existem fundos no mercado que são ineficientes e os investidores podem estar deixando muito dinheiro na mesa devido a taxas altas e rentabilidade insatisfatória”, diz Moro.

Ele orienta o investidor a pesquisar a experiência e o histórico dos gestores por trás dos fundos. Os perfis desses produtos também podem variar bastante: há desde opções conservadoras em renda fixa até aquelas com maior exposição a ações e outros ativos de renda variável.

Publicidade

As taxas também merecem atenção especial. O custo de administração precisa estar alinhado à estratégia do fundo e à rentabilidade entregue. Uma taxa elevada corrói o investimento ao longo do tempo. Por outro lado, uma taxa aparentemente baixa, quando associada a um fundo com desempenho fraco, pode ser ainda mais prejudicial.

Além disso, alguns fundos cobram taxa de performance, aplicada quando o rendimento supera um indicador de referência, como o CDI ou o Ibovespa. Embora esse mecanismo possa sinalizar uma gestão eficiente, é fundamental compreender a metodologia de cálculo para verificar se ela está, de fato, alinhada aos interesses do investidor.

As decisões que mexeram com a previdência privada em 2025

Cobrança de IOF

Neste ano, o governo fixou um Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 5% sobre os aportes realizados entre 11 de junho de 2025 e 31 de dezembro de 2025, em uma mesma seguradora, destinados a planos VGBL, sempre que a soma dos valores investidos pelo segurado ultrapassar R$ 300 mil.

Já a partir de 1º de janeiro de 2026, o IOF de 5% em VGBL passará a incidir em valores acima de R$ 600 mil, mesmo que distribuídos entre diferentes seguradoras ou entidades.

Tiago Ranalli, sócio da CX3 Investimentos, afirma que esse novo imposto reduz a atratividade do VGBL para grandes aportes, pois diminui diretamente o capital investido, o que compromete o retorno líquido.

Publicidade

Segundo ele, a escolha do plano passa a exigir um planejamento mais criterioso. “Para aportes acima dos limites, o investidor deve reavaliar se vale a pena seguir com o VGBL ou considerar outras alternativas, como diversificação entre CPFs e o uso de PGBL”, aconselha.

Imposto sobre herança

No fim de 2024, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia declarado inconstitucional a cobrança do Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD), o chamado imposto sobre herança, em planos de previdência privada.

Na época, no entanto, ainda existia uma dúvida se a medida teria efeitos retroativos – ou seja, se seria aplicada para valores já cobrados dos contribuintes. A boa notícia chegou ao final de fevereiro: a Corte decidiu, por unanimidade, que os herdeiros podem, sim, receber de volta os impostos recolhidos indevidamente. Explicamos como solicitar a devolução do dinheiro nesta matéria.

A medida ampliou a segurança desses instrumentos para o planejamento sucessório. O segundo projeto de regulamentação da reforma tributária, aprovado na Câmara dos Deputados nesta semana, confirmou o mesmo entendimento.

Além de estar livre do ITCMD, a previdência privada apresenta outra vantagem: não precisa passar por inventário, sendo transmitida diretamente aos beneficiários indicados pelo investidor, que também podem ser alterados ao longo do tempo.

Publicidade

“Os planos trazem agilidade e desburocratização. Os recursos não passam pelo demorado e complexo processo de inventário judicial ou extrajudicial, sendo liberados mais rapidamente”, destaca Adhemar Michelin Filho, pós-graduado em Direito Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e sócio da Michelin Sociedade de Advogados.

De acordo com o advogado, a indicação de beneficiários também ajuda a reduzir conflitos familiares. Outra vantagem da previdência privada no planejamento sucessório é a flexibilidade: o titular pode escolher livremente quem serão os favorecidos e definir os percentuais destinados a cada um, sem ficar sujeito às regras da herança tradicional.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Imposto de Renda
  • Plano Gerador de Benefício Livre (PGBL)
  • Previdência privada
  • Vida Gerador de Benefícios Livres (VGBL)
Cotações
11/02/2026 11h39 (delay 15min)
Câmbio
11/02/2026 11h39 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje encerra acima de 186 mil pontos e atinge novo recorde de fechamento

  • 2

    Lucro da BB Seguridade cresce, mas não anima; Genial rebaixa recomendação e Citi e BBA projetam 2026 desafiador

  • 3

    Pátria conclui compra da RBR e muda a gestão de FIIs; XP avalia impactos para os cotistas

  • 4

    "Investidor institucional segura interesse em cripto", diz head global da Coinbase

  • 5

    Resultados de Suzano e Klabin no 4T25 devem decepcionar no curto prazo, mas analistas veem forte valorização

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o 5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
5 pontos facultativos no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o 4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Logo E-Investidor
4 feriados nacionais no 1º semestre 2026
Imagem principal sobre o Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Logo E-Investidor
Show do Bad Bunny: qual o valor dos ingressos? Veja se todos os lotes já esgotaram
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: 4 documentos para separar ao declarar um financiamento
Imagem principal sobre o Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Logo E-Investidor
Conta de luz cara? Saiba como economizar com o chuveiro elétrico
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: como fazer a declaração?
Imagem principal sobre o Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Logo E-Investidor
Tele Sena de Ano Novo 2026: os sorteios já acabaram?
Imagem principal sobre o INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Logo E-Investidor
INSS 2026: quem pode efetuar o saque do benefício?
Últimas: Educação Financeira
Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice
Educação Financeira
Violência patrimonial e financeira contra Idosos: como identificar abusos e proteger a autonomia na velhice

Difícil de entender e provar, crime ocorre de forma velada por causa da confiança que geralmente existe entre vítima e agressor

08/02/2026 | 05h30 | Por Igor Markevich
Não pagou o imposto no prazo? Veja multas, juros e como regularizar a dívida – do IPVA às parcelas do IR
Educação Financeira
Não pagou o imposto no prazo? Veja multas, juros e como regularizar a dívida – do IPVA às parcelas do IR

Com vencimentos concentrados entre janeiro e fevereiro, atrasos em impostos podem encarecer a conta e levar à dívida ativa

06/02/2026 | 16h03 | Por Ana Ayub
Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso
Educação Financeira
Estudo com 4 milhões de CPFs revela quem é o principal vilão das dívidas em atraso

Levantamento da ARC4 mostrou ainda que uma mesma pessoa costuma concentrar mais de uma dívida em aberto

06/02/2026 | 14h36 | Por Beatriz Rocha
Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar
Educação Financeira
Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar

Encontros virtuais serão dedicados a traduzir os impactos da reforma tributária para empresários, investidores e contribuintes

05/02/2026 | 17h20 | Por Isabel Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador