O Ibovespa futuro abre em queda de 0,35%, aos 191 mil pontos, em uma sexta-feira (20) de agenda nacional esvaziada. Sem muitos indicadores, o principal destaque é a divulgação da Pnad Contínua, índice que mede o desemprego em solo brasileiro.
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O Ibovespa futuro abre em queda de 0,35%, aos 191 mil pontos, em uma sexta-feira (20) de agenda nacional esvaziada. Sem muitos indicadores, o principal destaque é a divulgação da Pnad Contínua, índice que mede o desemprego em solo brasileiro.
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O resultado da Pnad contínua será monitorado, mas não tende a mudar a aposta majoritária de corte de 0,50 ponto percentual da taxa básica de juros Selic em março, deixando os juros mais sensíveis à volatilidade dos rendimentos dos Treasuries e do dólar.
Lá fora, os holofotes miram no índice de preços de despesas de consumo pessoal dos Estados Unidos, o PCE, dados de renda e gastos pessoais, a leitura preliminar do Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre e as vendas de casas novas, compondo um retrato mais amplo da maior economia do mundo.
Na Europa, os índices de gerentes de compras, os PMIs, que medem o ritmo de atividade nos setores industrial e de serviços, além de inflação ao produtor na Alemanha – que veio acima das expectativas -, e vendas no varejo no Reino Unido.
O conjunto de dados pode redefinir expectativas para a trajetória dos juros globais e ditar o tom dos mercados no encerramento da semana.
As bolsas europeias operam em alta e, por volta das 7h30 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 avançava 0,54%, a 628,71 pontos.
Às 7h47 (de Brasília), a bolsa de Londres subia 0,52%, a de Paris avançava 0,76% e a de Frankfurt ganhava 0,26%. As de Milão e Madri, por sua vez, tinham respectivas altas de 0,93% e 0,58%. Na direção contrária, a de Lisboa caía 0,35%.
Os índices futuros das bolsas de Nova York, por sua vez, operam em alta modesta. Às 7h20 (de Brasília), no mercado futuro, o Dow Jones subia 0,16%, o S&P 500 avançava 0,29% e o Nasdaq tinha alta de 0,35%.
Já as bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam em baixa nesta sexta-feira. O índice japonês Nikkei caiu 1,12% em Tóquio, enquanto Hang Seng recuou 1,10% em Hong Kong. Por outro lado, o sul-coreano Kospi subiu 2,31% em Seul, ao nível inédito de 5.808,53 pontos, graças a ações de defesa, de energia e financeiras.
Na Oceania, a bolsa australiana acompanhou o viés negativo da Ásia e fechou em baixa marginal: o índice S&P/ASX 200 recuou 0,05% em Sydney, a 9.081,40 pontos.
Os contratos futuros de petróleo operam em alta modesta pela manhã, estendendo robustos ganhos das duas sessões anteriores, um diz após o presidente Donald Trump sugerir que os EUA podem lançar ataques ao Irã se os dois lados não chegarem a um acordo sobre o programa nuclear de Teerã em até 15 dias. Operadores também aguardam uma série de dados econômicos relevantes dos EUA.
Às 7h48 (de Brasília), o barril do petróleo WTI para abril subia 0,24% na Nymex, a US$ 66,56, enquanto o do Brent para maio avançava 0,10% na ICE, a US$ 71,34.
O dólar, por sua vez, opera perto da estabilidade ante outras moedas de economias desenvolvidas. Às 7h35 (de Brasília), o euro caía a US$ 1,1759, a libra subia a US$ 1,3462 e o dólar se enfraquecia a 154,98 ienes. Já o índice DXY do dólar – que acompanha as flutuações da moeda americana em relação a outras seis divisas relevantes – tinha baixa marginal de 0,03%, a 97,89 pontos.
*Com informações de Luciana Xavier, Silvana Rocha e Sérgio Caldas, da Broadcast
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