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O Ebitda (Lucros Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) ajustado consolidado (pós-IFRS 16) foi de R$ 560 milhões, queda de 5,6% ante o quarto trimestre de 2024. No acumulado do ano, o indicador somou R$ 1,5 bilhão, avanço de 8,8%.
A receita líquida consolidada, por sua vez, totalizou R$ 2,471 bilhões no trimestre, queda de 3,2% na comparação anual. Apesar da queda no trimestre, a C&A encerrou 2025 com alta de 4,5% na receita, somando R$ 7,9 bilhões.
O resultado reflete desempenhos distintos entre as linhas, com o vestuário registrando leve alta de 0,6% no trimestre, para R$ 2,151 bilhões. A vertical de Beleza manteve ritmo mais acelerado, com crescimento de 22,6%. Já Eletrônicos anotou queda de 28,6%, em linha com a descontinuação das vendas de smartphones após o fechamento dos quiosques ao longo do ano.
No segmento de serviços financeiros, a C&A Pay registrou receita líquida de R$ 86,1 milhões, queda de 14% em relação ao ano anterior, em função de uma menor participação dos planos de parcelado com juros durante o período.
A C&A (CEAB3) encerrou dezembro com caixa líquido de R$ 83,7 milhões, revertendo posição de dívida líquida registrada um ano antes. Os investimentos (capex) somaram R$ 247,7 milhões no trimestre, alta de 32% na comparação anual, impulsionados pela abertura de sete lojas, reformas e iniciativas em tecnologia e cadeia de suprimentos.
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