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Guerra no Irã amplia aversão ao risco: bolsas caem, petróleo dispara e EWZ recua quase 3%

Conflito entra no quarto dia sem sinais de desescalada, pressiona energia, fortalece o dólar e derruba bolsas globais; no Brasil, ADRs da Petrobras sobem com disparada do petróleo, mas EWZ sinaliza abertura negativa

Por Ágora Investimentos

03/03/2026 | 9:46 Atualização: 03/03/2026 | 9:46

Investidores monitoram escalada da guerra no Irã, que pressiona petróleo, fortalece o dólar e aumenta a volatilidade nos mercados globais. (Foto: Adobe Stock)
Investidores monitoram escalada da guerra no Irã, que pressiona petróleo, fortalece o dólar e aumenta a volatilidade nos mercados globais. (Foto: Adobe Stock)

Após um certo alívio observado ao longo da tarde de segunda-feira (2), ontem, quando os mercados norte-americanos reduziram as perdas e encerraram a sessão próximos da estabilidade, esta terça-feira (3) começa com forte aversão ao risco no cenário internacional. As principais bolsas do mundo operam em queda, à medida que a guerra no Irã entra no quarto dia sem sinais de desescalada.

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O agravamento do conflito amplia os temores de uma interrupção prolongada nos mercados de energia, o que poderia pressionar os preços do petróleo e do gás natural e, consequentemente, reacender a inflação em diversas economias. Esse movimento interrompe, ao menos temporariamente, a expectativa de cortes de juros no curto prazo, já que bancos centrais tendem a manter taxas mais elevadas quando há risco inflacionário.

Em outros mercados, o dólar avança frente a moedas globais, refletindo a busca por ativos considerados mais seguros em momentos de incerteza. Os rendimentos dos Treasuries também sobem. Já o ouro, tradicional ativo de proteção em cenários de crise, registra leve queda nesta manhã.

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Entre as principais commodities, os contratos futuros do petróleo seguem em forte alta, reagindo ao risco geopolítico no Oriente Médio. Na Europa, os preços do gás natural disparam mais de 34%, diante da manutenção do fechamento da maior planta de exportação de GNL (Gás Natural Liquefeito, que permite o transporte do gás por navios) do mundo, localizada no Catar.

Na Ásia, os contratos futuros do minério de ferro negociados na bolsa de Dalian, na China, avançaram 0,67% durante a madrugada, cotados a US$ 109,47 por tonelada.

No Brasil, o mercado pode apresentar dinâmica distinta do exterior, em função da maior exposição da bolsa local às commodities – especialmente petróleo e minério de ferro, que têm peso relevante no índice. Ainda assim, é pouco provável que o ambiente de negócios seja tranquilo. O MSCI Brazil ETF (EWZ), principal ETF (Exchange Traded Fund, ou fundo de índice negociado em bolsa) brasileiro listado em Nova York, caía quase 3% no pré-mercado, sinalizando abertura negativa. Em contrapartida, os ADRs (American Depositary Receipts, recibos de ações de empresas estrangeiras negociados nos Estados Unidos) da Petrobras avançavam com força, acompanhando a disparada do petróleo.

No cenário doméstico, a reação aos dados econômicos locais tende a ser limitada pelo ambiente externo adverso. Declarações do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que há espaço para melhorar a situação das contas públicas, ou seja, reduzir o déficit e estabilizar a trajetória da dívida, podem ter impacto moderado diante da predominância do noticiário internacional sobre os mercados.

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O pano de fundo global segue determinando o humor dos investidores, com a guerra no Irã adicionando um novo componente de incerteza a um cenário já marcado por volatilidade elevada.

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