Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 1,24%, a 10.284,75 pontos. Na semana, recuou 5,74%. Em Frankfurt, o DAX caiu 1,13%, a 23.547,51 pontos, com recuo semanal de 6,87%. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,65%, a 7.993,49 pontos, caindo 6,84% na semana. Em Milão, o FTSE MIB recuou 1,02%, a 44.152,26 pontos, cedendo 6,48% na comparação semanal.
Em Madri, o Ibex 35 caiu 1,20%, a 17.038,70 pontos, com baixa de 7,22% na semana. Em Lisboa, exceção no dia, o PSI 20 avançou 0,15%, a 8.946,04 pontos, com queda de 3,56% na semana. As cotações são preliminares.
Hoje, o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que Washington não fará acordo com o Irã e apenas aceitará a “rendição incondicional” de Teerã, elevando as tensões, apesar de o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, ter tido anteriormente que “alguns países” – sem fornecer detalhes – iniciaram esforços de mediação para o conflito no Oriente Médio. As notícias deram novo suporte aos preços do petróleo e para papéis do setor, como a TotalEnergies (+1,3%) e BP (+1,2%).
Incertezas geopolíticas e reversão às perdas recentes guiaram as ações do setor de defesa para diferentes direções: a britânica Rolls Royce caiu perto de 1,7%, a italiana Leonardo saltou quase 4% e a sueca Saab teve alta de cerca de 3,5%.
Dentre outras ações de destaque, a ITV, rede de televisão do Reino Unido, subiu perto de 6% com notícias de que a empresa está em negociações com a Sky para uma possível venda de sua divisão de televisão. Ainda, a Sectra – especializada em tecnologia médica – disparou 14% após divulgar resultados corporativos.