Nesta segunda-feira (9), todos os índices das bolsas de Nova York encerraram no campo positivo. O Dow Jones subiu 0,5%, enquanto o S&P 500 avançou 0,83% e o Nasdaq registrou ganho de 1,38%.
O dia foi marcado por alta do petróleo. Negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), o WTI para abril fechou em valorização de 4,3% a US$ 94,77 barril. Já o Brent para maio subiu 6,8% a US$ 98,96 o barril, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE).
Relatos de que ministros de Finanças do G7 devem realizar uma reunião virtual de emergência com a Agência Internacional de Energia (AIE) para discutir a liberação de reservas estratégicas de petróleo ajudaram a limitar parte da alta da commodity.
Dólar cai e Treasuries recuam
No mercado de câmbio, o dólar perdeu força frente a outras moedas fortes. A moeda americana caiu a 157,69 ienes, enquanto o euro avançou a US$ 1,1632 e a libra teve alta a US$ 1,3445. O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis rivais fortes, fechou em baixa de 0,19%, a 99,175 pontos.
No mercado de renda fixa, os rendimentos dos Treasuries (títulos públicos dos Estados Unidos) recuaram. O juro da T-note de 2 anos caiu a 3,554% e o rendimento da T-note de 10 anos cedeu a 4,104%, enquanto o T-bond de 30 anos teve queda a 4,718%.
Agenda da semana dá pistas sobre trajetória de juros
A agenda econômica dos Estados Unidos começou a semana esvaziada, mas investidores já se posicionam para a divulgação de indicadores relevantes nos próximos dias. Entre os destaques estão os dados de inflação ao consumidor (CPI), na quarta-feira (11), e o índice de gastos com consumo (PCE), na sexta-feira (13), ambos acompanhados de perto por trazerem sinais sobre a trajetória da inflação e as próximas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).