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Investimentos

IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção

Taxas voltaram a disparar com novo dia de aversão a risco e alta do petróleo no exterior; guerra no Oriente Médio fez curva do DI futuro abrir 90 pontos

Por Luíza Lanza

19/03/2026 | 11:48 Atualização: 19/03/2026 | 13:00

Veja como as taxas do Tesouro Direto operam neste pregão. Foto: Adobe Stock
Veja como as taxas do Tesouro Direto operam neste pregão. Foto: Adobe Stock

As taxas do Tesouro Direto voltaram a disparar nesta quinta-feira (19), em meio ao fluxo de notícias sobre a guerra no Oriente Médio e as decisões de juros no Brasil e nos Estados Unidos na véspera. Pela manhã, os títulos Prefixados eram oferecidos acima de 14% ao ano, enquanto entre os híbridos era possível encontrar retornos de IPCA + 8% ao ano no Tesouro Educa+.

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A negociação dos ativos foi interrompida duas vezes pela manhã, por volta das 10h15 e depois às 11h. Nesses momentos, só era possível comprar Tesouro Selic 2031. Geralmente, isso ocorre quando a volatilidade nas taxas está muito alta.

Quando a negociação foi normalizada, as taxas estavam ligeiramente menores. Às 13h, o Tesouro Prefixado 2029, que pela manhã oferecia 14,05% ao ano, caiu para 13,86%. O vértice mais longo, com vencimento em 2032, foi de 14,28% para 14,11% ao ano.

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O Tesouro IPCA+ também reduziu. Antes do “circuit breaker”, todos os vencimentos eram negociados acima de 7% de juro real. No retorno da operação, o IPCA+ 2050 havia caído para 6,93%. O Tesouro Educa+ 2027 agora paga IPCA + 8,01%, o único acima dos 7% de juro real.

O Tesouro Nacional vem tentando conter a oscilação dos juros, com leilões de compra e venda de títulos prefixados por três dias consecutivos ao longo da semana. Ao todo, a intervenção no mercado de renda fixa chega a R$ 47,35 bilhões, segundo cálculos da Warren Investimentos. É a maior operação do tipo em 13 anos.

A estratégia tem como objetivo “dar suporte ao mercado de títulos públicos, assegurando seu bom funcionamento e o de mercados correlatos”, e vinha conseguindo segurar a volatilidade das taxas que, na semana passada, bateram as máximas do ano.

Mas nesta quinta-feira, o 20º dia da guerra, o petróleo voltou a se aproximar dos US$ 120 o barril, uma nova rodada de alta que pressiona o câmbio e a curva de juros no Brasil. As taxas médias e longas chegaram a subir mais de 25 pontos após o início da sessão.

Impacto da guerra

A volatilidade nas taxas do Tesouro está bastante elevada desde a virada de fevereiro para março, quando a guerra no Oriente Médio começou. O principal impacto até aqui ocorre no preço do petróleo, com o fechamento do Estreito de Ormuz, canal marítimo entre Irã e Omã por onde passa um quinto do óleo do mundo. Essa incerteza fez a commodity bater níveis que não eram vistos desde 2022. O barril Brent sobe 55% em março, enquanto o WTI tem alta perto de 45%.

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Tudo isso tem se refletido na curva de juros. Um levantamento do BGC Liquidez mostra que entre 02 de março, o primeiro pregão após os Estados Unidos bombardearem o Irã, e 13 de março, a última sexta-feira, as NTN-Bs abriram 46,5 bps. O maior impacto foi percebido nos títulos de vencimento intermediário, entre 2028 e 2035, que abriram 63,7 bps.

A curva do DI futuro também abriu significativamente, com uma alta de 89,15 bps entre 02 de 13 de março. As taxas que mais subiram foram as dos vencimentos 2028, 2029 e 2030.

Cortes menores da Selic

Se a situação perdurar, isso pode gerar uma pressão inflacionária global, atrapalhando os ciclos de queda de juros em voga em muitas economias mundiais. Como mostramos aqui, isso já começa a aparecer nas análises dos bancos centrais.

Antes da guerra, era consenso que o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciaria o ciclo de cortes da taxa Selic nesta quarta-feira (18) com um ajuste de 0,50 ponto percentual. Com os últimos acontecimentos, o ajuste foi mais moderado, de 0,25 p.p.

Lá fora, o Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos, manteve o juros, seguindo decisão que já estava precificada no mercado. Mas alertou: os desdobramentos dos choques no petróleo ainda são incertos, mas, se não houver progresso na inflação, não haverá corte na taxa de juros.

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