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O pregão desta segunda-feira foi de apetite por risco, em meio a sinais de distensão nas tensões geopolíticas. As bolsas americanas e europeias fecharam em alta. Entre as commodities, o petróleo fechou em forte queda de aproximadamente 10%, ao passo que o câmbio cedeu em âmbito global. Enquanto isso, dirigentes do Federal Reserve mantiveram tom cauteloso, deixando a trajetória dos juros dependente de novos dados.
No Brasil, o Ibovespa acompanhou o bom humor global e encerrou em alta de 3,24% aos 181.932 pontos e um giro financeiro de R$ 32 bilhões, com ganhos disseminados entre blue chips e setores sensíveis à atividade. O real se valorizou, com o dólar fechando em queda de 1,29% aos R$ 5,24 e os juros futuros recuaram, favorecendo papéis domésticos atrelados ao ciclo de crédito e consumo. Para a semana, seguem no radar dos investidores a ata do Copom, o Relatório de Política Monetária e o IPCA-15, que podem recalibrar as expectativas para os juros domésticos.
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