A crescente exposição ao ambiente digital tem trazido diversos benefícios, mas também muitos riscos, especialmente para os idosos. Neste cenário, é essencial que eles se familiarizem com as formas mais comuns de golpes e saibam como se proteger.
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A crescente exposição ao ambiente digital tem trazido diversos benefícios, mas também muitos riscos, especialmente para os idosos. Neste cenário, é essencial que eles se familiarizem com as formas mais comuns de golpes e saibam como se proteger.
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De acordo com a Agência São Paulo, um levantamento da Fundação Seade mostrou que 82% das pessoas com 60 anos ou mais no estado de São Paulo já foram alvo de tentativas de golpes virtuais.
A seguir, destacamos cinco tipos de fraudes que frequentemente atingem os idosos e dicas sobre como evitá-las.
Como funciona:
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De acordo com a cartilha de apoio à pessoa idosa, divulgada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDH), golpistas instalam armadilhas em caixas eletrônicos com o objetivo de prender o cartão da vítima. Uma vez que o cartão fica retido, o criminoso tenta obter acesso aos dados bancários para realizar transações fraudulentas.
Como evitar:
Antes de inserir seu cartão, sempre verifique se o caixa eletrônico está em bom estado e se a área de inserção do cartão não apresenta sinais de violação ou alterações. Se perceber algo fora do normal, denuncie imediatamente ao banco.
Como funciona:
O fraudador se faz passar por um funcionário do banco ou uma instituição com a qual a vítima tem relação, informando que houve uma falha na conta ou que a mesma foi invadida, de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban). O golpista então solicita dados pessoais, como números de conta, senhas e informações sobre cartões.
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Como evitar:
Caso receba uma ligação suspeita, desligue imediatamente e entre em contato com o banco, utilizando o número oficial que aparece no verso do seu cartão. Nunca forneça dados confidenciais durante uma ligação não solicitada.
Como funciona:
Criminosos utilizam maquininhas de cartão adulteradas para cobrar valores superiores aos combinados. Isso pode acontecer por meio de visores danificados ou cobertos por películas, que impedem a vítima de ver o valor real da compra.
Como evitar:
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Sempre verifique o valor no visor da maquininha antes de digitar sua senha. Nunca entregue o seu cartão a terceiros na hora do pagamento e exija um comprovante de transação.
Como funciona:
Fraudadores entram em contato com idosos por telefone ou correios, alegando que a pessoa tem direito a receber dinheiro de uma ação judicial ganha. Para liberar o valor, exigem o pagamento de taxas ou honorários, segundo a cartilha do MDH.
Como evitar:
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Desconfie de qualquer notificação que solicite pagamento antecipado para liberar um valor. Pergunte detalhes sobre a causa, como o nome do advogado e o número do processo.
Como funciona:
Os golpistas ficam próximos a agências bancárias e se aproximam de idosos após a realização de transações, alegando que houve um erro no sistema ou no cartão da vítima. Eles pedem para que a pessoa entregue o cartão para “verificação” e fazem a troca do cartão por outro.
Como evitar:
Nunca entregue seu cartão a estranhos. Se alguém solicitar para examinar o seu cartão, recuse imediatamente, conforme indicado na cartilha. Em caso de problemas, sempre busque ajuda diretamente com um funcionário do banco.
Embora as fraudes estejam em constante evolução, a conscientização e a cautela podem ajudar os idosos a se protegerem contra esses golpes. É essencial que eles estejam atentos a qualquer sinal de irregularidade e que sigam sempre os protocolos de segurança, especialmente ao compartilhar informações bancárias ou pessoais.
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Colaborou: Giovana Sedano.
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