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Colunista

Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos

O avanço dos FIDCs para R$ 800 bilhões marca o fim do amadorismo e exige tecnologia para enfrentar a alta inadimplência

Por Fabrizio Gueratto

30/04/2026 | 14:34 Atualização: 30/04/2026 | 14:55

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Com a inadimplência batendo à porta, o mercado testa quem tem sangue frio e estruturas robustas. (Imagem: Adobe Stock)
Com a inadimplência batendo à porta, o mercado testa quem tem sangue frio e estruturas robustas. (Imagem: Adobe Stock)

O mercado de Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) – fundos que compram dívidas a receber de empresas para lucrar com os juros e taxas desses pagamentos – cresceu rápido demais para continuar sendo simples.

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Nos últimos anos, todo mundo só falava de crescimento, rentabilidade e oportunidade quase infinita. E os números sustentam isso. Dados da Anbima mostram uma indústria que já soma R$ 800 bilhões e segue crescendo com força, puxada pela migração do crédito para fora dos bancos. O problema é que crescimento rápido demais traz muitos players. E nem todo mundo que entrou está preparado para o que vem pela frente.

Porque crédito privado não é simples. Nunca foi. Só que isso fica escondido quando o dinheiro está rodando fácil. Em momento de liquidez, quase qualquer estrutura funciona. Todo mundo parece bom. Mas, quando a inadimplência bate à porta, o mercado testa quem tem sangue frio. Basta ver as recuperações judiciais.

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É o momento em que a narrativa de captação morre e a operação nua e crua precisa parar de pé. Quem sobrevive a essa turbulência são os “aviões” do setor: gestores que não terceirizam inteligência, mas que atrelam tecnologia proprietária a um controle de risco ultra rigoroso. Porque crédito não é sobre conceder. É sobre acompanhar, ajustar e, principalmente, enxergar as empresas inidôneas.

O Brasil ajuda a explicar esse movimento. Segundo o Banco Central do Brasil, o crédito sempre ficou concentrado nos grandes bancos, com pouca flexibilidade e muito custo para empresas, principalmente as médias e pequenas. Os FIDCs ocuparam esse espaço com velocidade, menos burocracia e mais proximidade. Com juros altos nos últimos anos, ficaram ainda mais competitivos. Só que agora o jogo deixou de ser acesso e virou execução.

E aqui está o ponto que muita gente ainda não entendeu. Montar um FIDC não é uma ciência de foguete. A diferença está em como os gestores operam. Os fundos que vão dominar esse mercado não são os maiores, são os mais preparados.

Gestoras, plataformas e originadoras montam estruturas eficientes

O que está acontecendo agora, de forma silenciosa, é que o ecossistema em torno dos FIDCs começou a operar melhor do que muitos bancos. Gestoras, plataformas e originadoras estão construindo estruturas mais eficientes, mais rápidas e com o controle de risco absurdamente melhor do que 10 anos atrás. Isso abre espaço para algo que parecia improvável até pouco tempo atrás: empresas desse mercado valendo tanto quanto, ou mais, do que instituições financeiras tradicionais.

Só que tem um detalhe que o mercado começa a aprender agora. Crédito é confiança. E confiança não vem de promessa de retorno. Vem de consistência. Vem de atravessar momentos difíceis e continuar entregando. E vem, principalmente, da capacidade de explicar o que está sendo feito sem esconder o risco. A transparência tornou-se o maior prêmio de risco do mercado de crédito.

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Na Gueratto Press, vemos isso na prática, pois atendemos os maiores FIDCs do país. As gestoras que estão se destacando não são apenas as que têm os melhores números na DRE (Demonstração do Resultado do Exercício), mas as que utilizam comunicação estratégica, alto investimento em tecnologia e rigor antes de conceder o crédito. O segredo está em antever o problema e não em tentar recuperar os valores depois que as empresas quebram.

Um movimento parecido aconteceu com as corretoras de valores. Operadores de pregão viva-voz viraram donos de instituições, mas não viraram empresários. Acharam que poderiam fazer tudo de forma amadora. Não entenderam que investimento em tecnologia não era diferencial, era o básico.

A consequência veio. Muitos fecharam as portas e outras foram obrigados a vender enquanto seus ativos ainda tinham algum valor. O ciclo dos FIDCs está apenas começando e ele só ficou mais sério. O dinheiro fácil irá embora. As estruturas fracas também. E, assim como Darwin, só os fortes sobreviverão. Porque, no crédito, como sempre, sobreviver já é vantagem.

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