Os futuros de Nova York avançam, enquanto as bolsas europeias operam em alta e os mercados asiáticos fecharam majoritariamente em queda.
No ambiente macro, os rendimentos dos títulos de renda fixa de dívida pública do governo norte-americano, Treasuries, recuam levemente, acompanhando a queda do petróleo de mais de 2%, enquanto o dólar apresenta comportamento misto frente a outras moedas. Já o minério de ferro avançou 0,19% em Dalian, cotado a US$ 117,38 por tonelada, indicando leve recuperação nos preços da commodity.
No Brasil, o ambiente externo mais construtivo tende a trazer algum suporte aos ativos locais após a sessão anterior mais pressionada, embora a queda do petróleo possa limitar o desempenho de nomes ligados a commodities.
O alívio nos rendimentos globais pode contribuir para uma acomodação na curva de juros doméstica, enquanto o câmbio segue sensível ao comportamento do dólar no exterior.
No noticiário corporativo, segue no radar a Petrobras, após apontamentos do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre a condução de sua política financeira. Também ganham atenção processos de privatização, como o da Copasa, e movimentações estratégicas recentes no mercado.