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Mercado

Petróleo hoje cai mais de 3% com respiro em Ormuz, mas guerra pressiona inflação global

Saída de superpetroleiros chineses do Estreito de Ormuz reduz prêmio de risco no petróleo, enquanto mercado ainda monitora impasse entre EUA e Irã e efeitos sobre juros globais

Por Igor Markevich

20/05/2026 | 9:39 Atualização: 20/05/2026 | 9:49

Petróleo hoje recua mais de 3% após sinais de retomada parcial do tráfego no Estreito de Ormuz. Mercado segue atento à guerra entre EUA e Irã, inflação e juros globais. (Imagem: Adobe Stock)
Petróleo hoje recua mais de 3% após sinais de retomada parcial do tráfego no Estreito de Ormuz. Mercado segue atento à guerra entre EUA e Irã, inflação e juros globais. (Imagem: Adobe Stock)

A cotação do petróleo hoje amplia as perdas e devolve parte da escalada recente provocada pela guerra no Oriente Médio, à medida que investidores começam a enxergar sinais ainda tímidos de normalização no Estreito de Ormuz. A commodity, porém, opera acima dos US$ 100 e mantém o mercado preso a um cenário de inflação elevada, juros altos e crescimento mais fraco nas principais economias.

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Nesta quarta-feira (20), por volta das 9h30 (de Brasília), o Brent para julho caía 3,75%, a US$ 107,90 por barril, enquanto o WTI para o mesmo mês recuava 3,25%, a US$ 100,99.

Mesmo em queda, o petróleo continua em um patamar historicamente elevado e ainda distante dos níveis observados antes da escalada militar entre Estados Unidos e Irã.

Ormuz dá sinais de respiro, mas mercado segue em alerta

O movimento de baixa ganhou força depois que surgiram relatos de retomada parcial do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, principal rota energética do planeta.

Segundo informações da Reuters, dois superpetroleiros chineses deixaram a região nesta quarta-feira transportando cerca de 6 milhões de barris de petróleo bruto do Oriente Médio. Um terceiro navio, de bandeira sul-coreana, também seguia rumo à saída após permanecer mais de dois meses parado no Golfo.

Os embarques ocorreram por uma rota de trânsito definida pelo próprio Irã, num sinal de flexibilização parcial do bloqueio que vinha sustentando o prêmio de risco no petróleo nas últimas semanas.

O mercado também reagiu a rumores de que a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) estudaria auxiliar a travessia de navios na região caso o estreito não fosse totalmente reaberto até julho. A informação acabou desmentida depois, mas ajudou a acelerar a realização dos contratos futuros.

Mercado tenta calibrar risco de guerra longa

A percepção predominante entre investidores é que o mercado não somente reage aos posicionamentos de Donald Trump e passa a incorporar o custo econômico de uma guerra prolongada no Oriente Médio.

Nos Estados Unidos, o mercado acompanha nesta quarta-feira a divulgação da ata do Federal Reserve, o banco central dos EUA, e o balanço da NVIDIA.

Os Treasuries., títulos do Tesouro americano, seguem no radar depois que o rendimento do título americano de 30 anos atingiu os maiores níveis desde 2007, refletindo justamente o receio de inflação persistente alimentada pelo choque do petróleo.

Petrobras acompanha queda da commodity

No pré-mercado da Bolsa de Nova York, os American Depositary Receipts (ADRs, recibos que permitem negociar ações estrangeiras e, bolsas estadunidenses) da Petrobras, PETR3 e PETR4, operavam em queda, acompanhando o movimento do petróleo.

O equivalente à ação ON recuava 0,37%, enquanto a PN perdia 0,47%.

Além da pressão externa, investidores também repercutem relatório do Tribunal de Contas da União (TCU), que apontou desalinhamento entre a política financeira executada pela estatal em 2024 e o plano estratégico originalmente traçado pela companhia.

Segundo o órgão, a Petrobras distribuiu dividendos acima do previsto e reduziu investimentos abaixo das metas inicialmente estabelecidas, enquanto elevava amortizações de dívida.

O episódio adiciona um novo componente de cautela sobre a governança e a previsibilidade financeira da estatal.

Com informações da Broadcast.

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