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Petróleo perde força e trava apetite ao risco; Ibovespa busca estabilidade após IPCA-15

Mercados oscilam à espera de definições entre Estados Unidos e Irã, enquanto inflação brasileira acima do consenso limita queda dos juros e mantém dólar acima de R$ 5

Os mercados internacionais operam sem direção única nesta sessão, refletindo a incerteza em torno das negociações envolvendo Estados Unidos e Irã.

Sinais contraditórios sobre um possível entendimento entre os países pressionam o petróleo, ao mesmo tempo em que reduzem os rendimentos dos Treasuries, títulos do Tesouro americano, e mantêm o dólar relativamente estável frente a outras moedas, com o índice DXY operando em leve alta de 0,04% no início da tarde.

O movimento revela investidores ainda cautelosos, sem convicção para ampliar posições de risco, enquanto acompanham tanto os desdobramentos externos, quanto as expectativas para a política monetária americana nas próximas semanas.

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No Brasil, o Ibovespa oscila pouco, sustentado principalmente pelo desempenho positivo de bancos e ações ligadas ao ciclo doméstico, mas limitado pela queda das petroleiras em função do recuo da commodity. A curva de juros apresenta alívio nos vértices mais longos, acompanhando o exterior e o comportamento do petróleo, enquanto os prazos curtos também recuam, mas em menor intensidade, refletindo a leitura de inflação (IPCA-15) acima do consenso de mercado.

No câmbio, o dólar frente ao real mantém viés de alta e segue acima de R$ 5,00, influenciado por fatores técnicos de fim de mês, além de uma postura mais defensiva dos investidores diante do cenário global e doméstico. Perto das 14h30 (de Brasília), o Ibovespa operava em queda de0,38%, aos 175.919 pontos, enquanto o dólar avançava 0,68%, aos R$ 5,06.

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