A maioria do mercado apostava em um corte menor, de 0,5 p.p., e a autoridade monetária ainda deixou a porta aberta para novo corte na mesma intensidade na próxima reunião, em junho, o que levaria a taxa básica de juros para 2,25%.
Para justificar tal decisão, o BC avaliou que a contração econômica no Brasil será “significativamente superior à prevista pela própria instituição anteriormente. Em resposta, o dólar deve seguir trajetória de alta.
Ainda no cenário doméstico, as atenções também estarão voltadas para uma série de balanços corporativos, com os números trimestrais da Ambev, Banco do Brasil, entre outros.
Agenda econômica
BRASIL: A agenda está vazia de indicadores. Entre os eventos, destaque para a promulgação da PEC do Orçamento de Guerra.
EUA: Saem os pedidos de auxílio-desemprego às 9h30 e ainda estão previstos discursos de dirigentes do Federal Reserve.
EUROPA: A produção industrial da Alemanha sofreu queda histórica de 9,2% no mês de março ante fevereiro, sendo a maior queda na série, iniciada em 1991.
CHINA: As exportações chinesas registraram aumento em abril, de 3,5% na comparação anual, após queda de 6,6% em março. A previsão era de queda de 18,8% em abril. No mês, o superávit comercial chegou a US$ 45,3 bilhões. Ainda na China, o PMI de serviços subiu de 43 em março para 44,4 em abril.