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Colunista

Beyoncé e Taylor Swift: entenda o fenômeno que abala a economia de países

No Brasil, os ingressos para os 6 shows que Taylor fará entre 17 e 26 de novembro, se esgotaram em minutos

Por Ana Paula Hornos

21/07/2023 | 18:15 Atualização: 21/07/2023 | 18:16

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Taylor Swift e Beyoncé Foto: 
REUTERS/Gary Hershorn
Taylor Swift e Beyoncé Foto: REUTERS/Gary Hershorn

Você acreditava que taxa de juros, gastos públicos, políticas de incentivo ao crédito, guerras ou catástrofes seriam os principais fatores de impacto no PIB, na inflação e na economia? Então você precisa conhecer um novo fenômeno: o efeito “Mega Stars”!

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O Fed (Federal Reserve System), banco central dos Estados Unidos, citou em documento oficial o reflexo do sucesso da cantora Taylor Swift no PIB em regiões do país, em maio e junho deste ano. No mesmo mês, a Suécia registrou inflação de 9,7%, índice acima do esperado por economistas do país europeu, justificado pelo aumento nos preços de restaurantes e hotéis. Foi decorrência da alta demanda de turismo global deslocado à região, motivado pela turnê de Beyoncé.

E qual a explicação para que super Mega Stars causem tamanho furor econômico por onde passam?

Efeito “Mega Stars”

Tanto Taylor, como Beyoncé, tocam fundo no coração de seus milhões de fãs ao redor do mundo. Ambas possuem voz fantástica e grande versatilidade musical. Os shows são incrivelmente performáticos em imagens, movimentos e som. Mas o que realmente provoca a grande conexão com o público é a sensibilidade, humanidade e proximidade com o enfrentamento dos temas psicológicos atuais.

  • Beyoncé e Taylor Swift: quanto as estrelas ganham e onde investem?

Músicas que falam do amor e sobre relacionamentos. Letras que dão voz ao feminismo, à representatividade da diversidade e ao respeito entre as raças. Canções que traduzem o sofrimento, a angústia humana frente a circunstâncias complexas da sociedade atual.

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Após anos de cancelamentos de turnês provocados pela pandemia, ingressos para shows em geral dispararam em procura por todo o mundo. Taylor Swift e Beyoncé se destacam na demanda pelo público. No Brasil, os ingressos para os 6 shows que Taylor fará entre 17 e 26 de novembro, se esgotaram em minutos.

Efeito pós pandemia e comportamentos hedonistas

O aumento de demanda por diversão, com visível impacto econômico, pode ter uma explicação em euforia pós-isolamento. Após um período longo de proibição de aglomeração e de escassez de lazer, encontros, shows e turnês, um fenômeno psicológico observado é a necessidade de recuperar o tempo perdido. São frequentes os relatos sobre a percepção de perda de um pedaço da vida durante a pandemia. Muitas pessoas dizem se obrigar a sair, por sentimento de culpa de ficar em casa depois do término do isolamento.

A pandemia despertou grande sensação de finitude e escassez nas pessoas. É frequentemente observado em estudos psicológicos que, quando indivíduos são colocados em privação, comportamentos compensatórios voltam com muito mais força ao término do período.

Comportamentos hedonistas como compras exageradas, excesso de bebidas, vontade de sair demais, comer em exagero são alimentados por pensamentos como ‘a vida é curta demais para ser desperdiçada’, por ‘eu mereço’, ou ‘preciso viver intensamente, porque não sei o dia de amanhã’.

A impulsividade aumenta quando há instabilidade e escassez, porque é despertado no ser humano o instinto de sobrevivência.

A volta ao equilíbrio e o cuidado com o bolso

Decisões impulsivas constantes e em maior quantidade que decisões autocontroladas de longo prazo são extremamente negativas para as saúdes financeira e mental.

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A boa notícia é que há grande probabilidade de ter uma estabilização na intensidade dos comportamentos hedonistas pós-pandêmicos. Estudos mostram que comportamentos intensificados depois da privação tendem a percorrer uma curva de acomodação.

No entanto, essa transição da busca intensa por satisfações imediatas pode causar grande estrago em seu bolso, se este for o seu caso.

Despesas com diversão são muito importantes para a vida e saúde mental e devem ser contempladas no orçamento. Uma boa recomendação prática é destinar 10% da renda mensal à categoria lazer.

Se o valor de um show ou de uma viagem exceder esta verba, você pode planejar o gasto, utilizando-se da reserva de sonhos e projetos para esta finalidade, desde que não tenha grande impacto no patrimônio total. (Lembrando da recomendação de poupar mensalmente 20% da sua renda, para construir três tipos de reservas: emergência, sonhos e aposentadoria).

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Se você é superfã das divas (assim como eu!), faça seu planejamento para aproveitar sem culpa e sem dívidas a passagem das cantoras por aqui! As vendas da turnê “The Eras Tour” de Taylor Swift já se esgotaram, mas você pode se planejar e construir reserva para a possível passagem de Beyoncé por aqui, provavelmente em abril ou maio do ano que vem.

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