• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Mais um passo para a Reforma Tributária. E agora?

Colunista destaca o ganho potencial que a Reforma tem de trazer para a economia do País ao longo dos anos

Por Bruno Funchal

22/11/2023 | 14:43 Atualização: 22/11/2023 | 14:43

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Ministério da Economia/Divulgação)
(Foto: Ministério da Economia/Divulgação)

A reforma tributária segue em nova fase no longo trajeto de aprovação. Como o Senado aprovou o texto da reforma, mas com mudanças, o texto precisa voltar para a Câmara dos Deputados para uma plenária final. Só depois disso a emenda constitucional abre o caminho para sua regulamentação, através de quatro leis complementares.

Leia mais:
  • “Investimento em ativo de risco deve voltar em 2024”, diz Bruno Funchal
  • Bruno Funchal, CEO da Bradesco Asset, é o novo colunista do E-Investidor
  • Bruno Funchal é nomeado Secretário do Tesouro. O que o mercado espera da posse
Cotações
08/05/2026 11h55 (delay 15min)
Câmbio
08/05/2026 11h55 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Estas leis regulamentariam as novas alíquotas dos impostos, os dois fundos de transferência de recursos da União para Estados e o comitê gestor (o conselho federativo). Essa etapa deve ocorrer ao longo do primeiro semestre de 2024, mas pode-se dizer que a parte mais difícil da reforma já foi aprovada e que ainda há espaço para melhorias, mesmo que marginais, na volta do texto para a Câmara.

Antes de falar dos espaços existentes para melhorias, é importante destacar o ganho potencial que esta reforma tem de trazer para a nossa economia ao longo dos anos. A base disto é que o novo modelo tributário traz simplificação e transparência no processo de pagamento dos impostos no Brasil e leva a tributação da origem para o destino, ou seja, o local da aplicação do tributo não é mais no local da produção e sim no local do consumo.

Publicidade

A maior simplicidade do novo sistema ataca um problema sério que temos no País que é o excesso de tempo que as empresas gastam para estar em conformidade tributária. Mesmo assim, dada a complexidade do sistema atual, acabam por gerar um grande contencioso tributário, um dos maiores detratores de recursos das empresas.

Um sistema mais simples tende a reduzir ambos os problemas e direcionar esforços e recursos das empresas para o que
de fato importa, que é sua produção. Isso é um choque de produtividade nas empresas e na nossa economia como um todo, fonte de crescimento econômico.

Com a simplificação do sistema, nossa economia fica mais atrativa para investidores internos e externos. A guerra fiscal que observamos há décadas no Brasil levava empresas a se localizarem não de acordo com fatores de sua vocação e produtividade, mas sim por incentivos tributários concedidos como mecanismos de desenvolvimento regional.

Este instrumento de desenvolvimento está sendo substituído pelos Fundos de Desenvolvimento Regional (FDR) e pelo Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, que transferem recursos da União para Estados com o objetivo de fazer a transição dos modelos tributários e de suportar melhorias de infraestrutura para uniformizar o desenvolvimento entre as diferentes regiões do país, permitindo que as empresas se localizem aonde seriam mais eficientes, contribuindo para o
aumento de produtividade do país.

Publicidade

Apesar deste grande potencial de melhorias, qualquer tipo de mudança de regime traz uma série de incertezas, mesmo que o novo seja mais simples. Afinal, estaremos em um período de transição entre dois mundos distintos. Com isso, no curto prazo, é possível que tenhamos empresários mais acanhados na hora de investir, esperando mais informações sobre o novo modelo para que suas avaliações de investimento sejam compatíveis com a nova realidade.

Sem um mínimo de confiança nos novos parâmetros, investimentos podem ficar em compasso de espera. Outro ponto que chama atenção é a grande mudança de preços relativos que devemos observar com a alteração no sistema tributário. Possivelmente, o preço relativo dos bens de consumo irá reduzir em relação aos serviços, dada a nova caraterística do sistema, sem contar todos os setores que antes tinham algum tipo de benefício e que passarão a não ter a partir da reforma.

Sem dúvida, um passo importante foi dado pelo Congresso Nacional com o avanço da Reforma. Porém, melhorias ainda podem ser feitas na volta do texto à Câmara, principalmente no que diz respeito as exceções. Estas acabam aumentando um pouco mais a alíquota base para todos os demais setores, estimando-se algo entre 27 e 28%, e trazendo certa complexidade para o novo modelo.

No texto final que saiu do Senado, 29 setores ficaram com uma alíquota reduzida ou em um regime especial. Justamente esse grande número de exceções fazem com que, pelas estimativas no Ministério da Fazenda, a alíquota salte de algo em torno de 20% para quase 28%.

Publicidade

Um ponto positivo introduzido pelo senado foi o dispositivo de revisão das exceções, que deverão ser reavaliados a cada cinco anos e que podem passar a ter alíquota padrão se não ficar configurado o resultado deste benefício. Isso é algo que precisa ser acompanhado de perto, para que seja se fato implementado, dada a dificuldade política histórica em redução de benefícios.

Ainda em relação a possíveis melhorias com relação as exceções, temos argumentos para que haja um ganha-ganha com a redução de alguns deles na Câmara. Conforme destacado pelo ex- presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em sua entrevista para a Broadcast, alguns setores acabarão sendo mais onerados enquadrados como exceção do que se migrassem para ao novo regime tributário, dado que no regime especial a tributação é sobre a receita e o novo regime é sobre uma base menor, a de valor adicionado.

Assim, o novo modelo tributário tende a trazer benefícios futuros com relação à produtividade e crescimento da nossa economia, e uma melhora presente em termos de expectativas por avançar em um tema tão caro para o país, apesar dos desafios de sua implementação.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Governo
  • Impostos
  • Leis
  • Reforma tributária

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Gringos impulsionam o Ibovespa, small caps ficam para trás e criam oportunidade

  • 2

    Ibovespa hoje fecha em alta com aposta por acordo entre EUA e Irã; petróleo tomba

  • 3

    IPO da Compass vai reabrir janela na B3? Entenda por que retomada ainda pode demorar

  • 4

    As small caps mais recomendadas para investir em maio, segundo 7 bancos e corretoras

  • 5

    Dividendos em maio: bancos e corretoras ajustam carteiras, mas reforçam apostas; veja o que comprar

Publicidade

Quer ler as Colunas de Bruno Funchal em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos podem economizar na conta de luz: como funciona o desconto de 100% na fatura?
Logo E-Investidor
Idosos podem economizar na conta de luz: como funciona o desconto de 100% na fatura?
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos e com 80 anos não têm a mesma prioridade no atendimento preferencial; veja como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos e com 80 anos não têm a mesma prioridade no atendimento preferencial; veja como funciona
Imagem principal sobre o 3 estratégias para você acumular riqueza e mudar a vida financeira
Logo E-Investidor
3 estratégias para você acumular riqueza e mudar a vida financeira
Imagem principal sobre o Quem mora com idosos pode ter desconto na conta de água; entenda como funciona
Logo E-Investidor
Quem mora com idosos pode ter desconto na conta de água; entenda como funciona
Imagem principal sobre o Bilhete para gratuidade no Metrô: onde idosos podem solicitar o cartão?
Logo E-Investidor
Bilhete para gratuidade no Metrô: onde idosos podem solicitar o cartão?
Imagem principal sobre o 13º salário do INSS antecipado: saiba qual é o novo valor das parcelas
Logo E-Investidor
13º salário do INSS antecipado: saiba qual é o novo valor das parcelas
Imagem principal sobre o Idosos com dívidas: veja como realizar a portabilidade de empréstimos consignados
Logo E-Investidor
Idosos com dívidas: veja como realizar a portabilidade de empréstimos consignados
Imagem principal sobre o 1º lote da restituição do IR 2026: quando o dinheiro será liberado?
Logo E-Investidor
1º lote da restituição do IR 2026: quando o dinheiro será liberado?
Últimas: Colunas
A sofisticação em investimentos não está nos ativos, mas nos processos
William Eid
A sofisticação em investimentos não está nos ativos, mas nos processos

Investir em ouro ou criptoativos não é sinal de maturidade financeira; a verdadeira sofisticação está em investir com base em objetivos

07/05/2026 | 17h18 | Por William Eid
OPINIÃO: Os endividados de hoje são os ostentadores de ontem e serão os sustentados pelos filhos de amanhã
Fabrizio Gueratto
OPINIÃO: Os endividados de hoje são os ostentadores de ontem e serão os sustentados pelos filhos de amanhã

É a síndrome do 'venci na vida' parcelada em 60 vezes

07/05/2026 | 14h50 | Por Fabrizio Gueratto
Lula vai a Washington vender o que ainda não tem
Thiago de Aragão
Lula vai a Washington vender o que ainda não tem

Pressionado internamente e diante de um Trump em busca de minerais críticos, Lula chega aos EUA com uma carta poderosa — mas sem a estrutura para capturar seu valor

06/05/2026 | 17h52 | Por Thiago de Aragão
Entre o R$ 1 e o US$ 1: o raio X mais incômodo da Bolsa brasileira
Einar Rivero
Entre o R$ 1 e o US$ 1: o raio X mais incômodo da Bolsa brasileira

Levantamento mostra avanço estrutural de empresas em patamares críticos de preço e levanta dúvidas sobre qualidade, liquidez e acesso a capital na B3

06/05/2026 | 14h24 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador