• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Os riscos potenciais para os seus investimentos em 2021

Processo de vacinação é o primeiro passo para a normalização da economia, mas temos mais problemas à vista

Por Dan Kawa

16/12/2020 | 7:28 Atualização: 16/12/2020 | 7:28

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Pixabay)
(Foto: Pixabay)

O ano de 2020 foi turbulento, atípico e cheio de surpresas. O momento, contudo, é de deixar o passado de lado e pensar o futuro. O que podemos esperar do próximo ano? Qual é o cenário base e quais são os potenciais riscos? No artigo deste mês, tentarei responder algumas dessas perguntas.

Leia mais:
  • Nem a Selic escapa da polarização na internet
  • Por que L, U, W ou V ilustram a recuperação da economia?
  • Carlos Kawall: “Selic em 2% estimula recuperação da economia”
Cotações
26/05/2026 22h47 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 22h47 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

No Brasil, devemos esperar a continuidade do processo de recuperação da economia e do crescimento. Todavia, sua velocidade e o seu ritmo em muito irão depender de como o País irá se organizar e como conseguirá implementar um plano de vacinação amplo. Sem uma imunização em massa da população, o País corre o risco de entrar em uma espiral de “abre e fecha” da economia, o que afeta a confiança e, consequentemente, o crescimento.

Devemos conviver com níveis de inflação um pouco mais altos do que no passado recente, mas ainda muito inferiores aos períodos de hiperinflação das décadas de 80 e 90. Isso deve levar o Banco Central a um processo lento e gradual de elevação da Taxa Selic.

Publicidade

Não temos graves problemas em nossas contas externas, que seguem saudáveis. A volatilidade da nossa taxa de câmbio é natural e até mesmo esperada, em um sistema de câmbio flutuante em que a moeda costuma funcionar como um “amortecedor” automático para os choques externos.

Finalmente, ainda temos um enorme problema fiscal que precisará ser, pelo menos em parte, equacionado no próximo ano. Este é hoje o maior desafio para o País e um dos vetores que podem definir a direção estrutural da nossa economia nos próximos anos.

Se não bastasse nossos desafios internos, ainda estamos a mercê de um ambiente internacional que, mesmo mais construtivo do que aquele visto até meses atrás, ainda apresenta obstáculos a serem superados.

Nos últimos dias, o mundo deu início a um amplo processo de vacinação da população, após alguns países aprovarem, em caráter de urgência, imunizantes desenvolvidos para combater a pandemia.

Publicidade

Este é um primeiro passo importantíssimo no processo de normalização da economia e da sociedade global. Ainda existe um desafio de produção, distribuição e vacinação em larga escala, mas o que foi feito em tão pouco tempo mostra a enorme capacidade humana em se superar.

Este pano de fundo deve dar sustentação a continuidade do processo de recuperação do crescimento global. Ele não será linear e será repleto de surpresas, mas a vacina endereça, por ora, o maior obstáculo do mundo ao longo de 2020.

Assim, podemos esperar um crescimento em bases mais sólidas em 2021. Mesmo com este crescimento, ainda se espera uma inflação controlada e um ambiente de liquidez global abundante.

É bem verdade que cada região do mundo deverá apresentar suas peculiaridades, para o lado positivo ou negativo, mas deixaremos esses detalhes, neste fórum, um pouco de lado.

Publicidade

Quer dizer então que só teremos notícias positivas para 2021?

De fato, vejo um cenário mais construtivo para o próximo ano. Entretanto, nem tudo são flores. Precisamos estar atentos a outras possibilidades, aos “riscos de cauda”, que, se por um lado, não apresentam elevada probabilidade de ocorrer, por outro, caso ocorram, podem ter impacto relevante sobre os mercados.

No Brasil, a pandemia ainda está longe de ser superada e a demora na elaboração de um plano de imunização pode atrasar a recuperação da economia. Na outra ponta, os problemas estruturais do País podem nos levar, novamente, a um ambiente de inflação mais elevada. Por fim, sem atacar os problemas fiscais, podemos entrar em uma espiral negativa de deterioração econômica.

No mundo, ainda precisamos manter um olho na pandemia, pois mesmo com a vacina, existem riscos em relação a capacidade de imunização da população.

Publicidade

O que mais me preocupa, contudo, mesmo ainda sem sinais concretos nessa direção, é o excesso de liquidez, monetária e fiscal, injetada na economia, e quais serão os seus efeitos colaterais de longo prazo. Por mais que um cenário inflacionário ainda me pareça distante, não podemos descartá-lo por completo.

Atualmente, vejo algumas classes de ativos em valuations historicamente elevados e a dinâmica de alguns mercados/ativos que remetem a períodos anteriores a grandes movimentos negativos de preço. Isso não quer dizer que, necessariamente, teremos quedas rápidas e acentuadas, mas este ambiente requer uma atenção especial.

No geral, continuo a ver os riscos para os próximos 3 a 4 meses como de baixa probabilidade e um ambiente ainda construtivo e positivo para o começo de 2021. De qualquer forma, não podemos minimizar estes cenários alternativos e precisamos estar preparados para eventuais mudanças de rota.

Em um mundo de juros baixos, com muitos ativos com valuations pouco atrativos e uma posição técnica menos saudável do que há alguns meses atrás, será fundamental a construção de portfólios para navegar com o balanceamento ideal, para também se defender de cenários adversos, pois eles, em algum momento, irão ocorrer, mesmo que de forma pontual.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Coronavírus
  • Inflação
  • Taxa Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

  • 2

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 3

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 4

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 5

    Os motivos que fazem investidores de Wall Street temerem o IPO da SpaceX, de Elon Musk

Publicidade

Quer ler as Colunas de Dan Kawa em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Imagem principal sobre o Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Logo E-Investidor
Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Imagem principal sobre o Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Logo E-Investidor
Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Últimas: Colunas
Vitor Miziara: O Ibovespa pode até subir, mas talvez não compense o risco
Vitor Miziara
Vitor Miziara: O Ibovespa pode até subir, mas talvez não compense o risco

Mesmo com potencial de alta, índice levanta dúvidas sobre risco e tempo de retorno frente aos juros elevados no Brasil

26/05/2026 | 14h09 | Por Vitor Miziara
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom
Marco Saravalle
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom

Mesmo após o corte da Selic para 14,50%, juros longos dispararam, fluxo estrangeiro perdeu força e o mercado passou a exigir prêmio maior para carregar risco brasileiro

25/05/2026 | 14h37 | Por Marco Saravalle
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda
Samir Choaib
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda

Entenda as regras que continuam confundindo e assustando investidores brasileiros em 2026

24/05/2026 | 07h00 | Por Samir Choaib
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás
Fabrício Tota
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás

O Brasil pode liderar a nova infraestrutura financeira, mas corre o risco de expulsar usuários e empresas se exagerar na regulação das stablecoins

22/05/2026 | 17h44 | Por Fabrício Tota

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador