• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Bitcoin a US$ 100 mil ou R$ 600 mil: duas formas de enxergar a cripto

No Brasil, a criptomoeda se consolida como uma necessidade para preservar patrimônio

Por Fabrício Tota

06/12/2024 | 17:02 Atualização: 06/12/2024 | 17:02

Receba esta Coluna no seu e-mail
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Adobe Stock)
O bitcoin é a maior criptomoeda em valor de mercado (Foto: Adobe Stock)

Enquanto o mundo celebra o bitcoin atingindo a marca histórica de US$ 100 mil, no Brasil essa cifra assume um significado ainda mais emblemático: R$ 600 mil. Para quem já investiu, é motivo de comemoração. Para quem ainda não entrou, é um alerta inevitável sobre o impacto do câmbio e a necessidade urgente de proteção contra a desvalorização do real. O rompimento da barreira dos R$ 6 pelo dólar não é apenas simbólico — é um reflexo direto da instabilidade fiscal e econômica que atinge o País.

Leia mais:
  • ‘Make Bitcoin Great Again’: como a eleição de Trump redefine o mundo cripto
  • OPINIÃO: Um debate sobre Bitcoin, taxistas e cafezinhos
  • Como o mercado cripto se prepara para cada ciclo olímpico?
Cotações
03/05/2026 14h11 (delay 15min)
Câmbio
03/05/2026 14h11 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Desde a criação do Federal Reserve, em 1913, o dólar perdeu impressionantes 97% do seu poder de compra, um lembrete brutal de como a inflação corrói até mesmo a moeda mais utilizada no mundo. No Brasil, a situação é ainda mais crítica: desde o lançamento do Plano Real, em 1994, nossa moeda sofreu uma desvalorização de 83% em relação ao dólar, e, no mesmo período, a inflação nos EUA corroeu 53% do poder de compra da moeda americana, evidenciando nossa fragilidade cambial.

Em 2024, o real já acumula uma desvalorização de 19% frente ao dólar, reflexo de incertezas fiscais e políticas que afastaram investidores e pressionaram o câmbio. Mesmo que o preço do bitcoin permanecesse estável em dólares, o câmbio por si só teria gerado um ganho de 23% para quem investiu. Em um país onde o real perde valor com consistência histórica, o bitcoin se consolida não apenas como uma alternativa, mas como uma necessidade para preservar patrimônio.

Publicidade

Até mesmo a BlackRock, maior gestora de ativos do mundo, com mais de US$ 10 trilhões sob gestão, já destacou que o bitcoin é uma ferramenta essencial para preservação de valor em um cenário de inflação e desvalorização cambial. Para a gestora, o ativo se consolida como uma alternativa sólida às moedas fiduciárias, especialmente em economias emergentes como o Brasil, onde a volatilidade cambial e a perda de poder de compra são constantes. A adoção institucional crescente só reforça a posição do bitcoin como uma reserva de valor global e indispensável em portfólios modernos.

O Brasil no radar cripto global

O Brasil tem algo que poucos países, sejam emergentes ou desenvolvidos, conseguem oferecer: um ambiente regulatório que equilibra segurança e inovação. O Banco Central do Brasil é o regulador direto dos prestadores de serviços do mundo cripto, e deve estabelecer nos próximos meses as regras que garantirão padrões de conformidade e segurança.

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM), por sua vez, também desempenha um papel crucial, supervisionando ativos digitais classificados como valores mobiliários. Além disso, uma das cinco consultas públicas em andamento é liderada pela Receita Federal, já em sua segunda iteração desde a norma editada em 2019, demonstrando o compromisso em refinar a integração do mercado cripto à economia formal. Na Câmara dos Deputados, novos projetos de lei foram apresentados para aprimorar ainda mais o marco regulatório.

Na última semana, o Banco Central do Brasil foi palco do icônico encontro anual do Drex, onde a indústria cripto e o mercado tradicional se reuniram para debater o futuro do Drex e dos ativos digitais. Um auditório lotado, ideias inovadoras e um diálogo franco sobre o futuro financeiro do país. Não há absolutamente nada comparável no mundo. O Brasil reafirma sua posição de liderança nessa revolução que conecta economia tradicional e inovação digital.

O Brasil se destaca com players globais de peso, como o Mercado Bitcoin, que já figura como a quarta maior tokenizadora do mundo, segundo o RWA.xyz. Mais do que um usuário de inovações cripto, o País se tornou um laboratório prático para o futuro financeiro, combinando regulação e inovação em níveis raros de se ver. O velho discurso de que “Bitcoin não é regulado” já não cola mais — e nunca envelheceu tão mal. No Brasil, o mundo cripto caminha a passos largos para estar cada vez mais integrado ao sistema financeiro de forma pioneira e admirada globalmente.

Publicidade

Um exemplo rápido: você sabia que uma parte relevante dos ativos de renda fixa digital já é distribuída por agentes autônomos de investimento? Os mesmos que revolucionaram a indústria de investimentos agora começam a enxergar o potencial da economia tokenizada.

Bitcoinizar ou dolarizar? A escolha é sua

Com juros futuros acima de 14%, inflação e o dólar a R$ 6, o brasileiro vive um momento único de reflexão sobre como proteger e crescer seu patrimônio. “Dolarizar” sua carteira tem sido a recomendação padrão para enfrentar a desvalorização do real. Mas, e se você der um passo além? “Bitcoinizar” sua carteira significa se posicionar em um ativo global, escasso e que transcende as limitações do sistema financeiro tradicional.

A coragem de apostar no bitcoin hoje pode não apenas proteger o seu patrimônio, mas conectá-lo a uma nova economia, onde os números — R$ 600 mil ou US$ 100 mil — são apenas o começo de um futuro mais seguro e conectado.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • ativos digitais
  • Bitcoin
  • criptoativos
  • Criptomoedas
  • Dolar
  • EUA
  • Investimentos
  • patrimônio

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Banco do Brasil entra na disputa pela alta renda no aeroporto de Guarulhos e inaugura sala vip própria

  • 2

    “Não guarde dinheiro”: por que Elon Musk diz que poupar para a aposentadoria será inútil

  • 3

    Cliente abre app e vê saldo zerado: o que apagou as economias de uma vida inteira?

  • 4

    “Mercado virou cassino”, diz Buffett; Berkshire mantém US$ 380 bi em caixa à espera de oportunidades

  • 5

    Endividamento recorde das famílias pressiona varejo e muda comportamento do consumidor

Publicidade

Quer ler as Colunas de Fabrício Tota em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Logo E-Investidor
Idosos conseguem descontos em casas de repouso; veja quanto e como afeta as finanças
Imagem principal sobre o 13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Logo E-Investidor
13º salário antecipado do INSS: beneficiários da Renda Mensal Vitalícia recebem o dinheiro?
Imagem principal sobre o FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Logo E-Investidor
FGTS: pacientes que precisam de órtese podem sacar o dinheiro; entenda como
Imagem principal sobre o Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Logo E-Investidor
Bolsa Família: passo a passo para consultar se o benefício já pode ser sacado
Imagem principal sobre o Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Logo E-Investidor
Gás do Povo: quem deseja ser beneficiário deve ter este limite de renda
Imagem principal sobre o BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Logo E-Investidor
BTS: ainda tem ingressos para os shows no Brasil? Entenda se há entrada disponível
Imagem principal sobre o Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Logo E-Investidor
Álbum da Copa do Mundo 2026: veja quanto custam os modelos na pré-venda
Imagem principal sobre o Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Logo E-Investidor
Restituição do IR 2026: por que idosos com 80 anos devem ficar atentos à ordem de prioridade?
Últimas: Colunas
Jornada 6×1, NR-01 e IA: o que estamos fazendo com o trabalho?
Ana Paula Hornos
Jornada 6×1, NR-01 e IA: o que estamos fazendo com o trabalho?

Entre IA, regulação e jornadas longas, o desafio é como o trabalho gera (ou destrói) valor

02/05/2026 | 08h00 | Por Ana Paula Hornos
O ano já está (quase) na metade. E agora?
Carol Paiffer
O ano já está (quase) na metade. E agora?

Com o ano avançando rapidamente, empresas ainda operam como se estivessem no início — e podem pagar caro por isso

01/05/2026 | 07h30 | Por Carol Paiffer
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos
Fabrizio Gueratto
Por que só os FIDCs de primeira linha sobreviverão nos próximos 10 anos

O avanço dos FIDCs para R$ 800 bilhões marca o fim do amadorismo e exige tecnologia para enfrentar a alta inadimplência

30/04/2026 | 14h34 | Por Fabrizio Gueratto
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor
Einar Rivero
ETFs no Brasil: crescimento consistente e uma alternativa eficiente para o investidor

Patrimônio mais que dobra em dois anos, base de investidores avança e diversificação consolida ativo como peça cada vez mais relevante na carteira do brasileiro

29/04/2026 | 14h22 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador