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Coronavírus: segunda onda vai causar o crash na B3 (B3SA3)?

Contágio pela covid-19 bate recorde, mas percentual de mortes despencou

Por Fabrizio Gueratto

17/11/2020 | 8:00 Atualização: 17/11/2020 | 8:05

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(Foto: Evanto Elements)
(Foto: Evanto Elements)

A segunda onda do novo coronavírus (covid-19) vai causar o crash na B3 (B3SA3)? Essa é a pergunta de US$ 1 bilhão que investidores, economistas e analistas tentam se antecipar. No mundo temos um novo recorde com 660 mil pessoas contagiadas em um único dia. Claro, isso de pessoas que foram testadas e confirmadas. Porém, este número é muito maior. Sem sintomas, grande parte da população não faz exames. Além disso, o alto custo na rede particular dificulta o acesso. Em algumas cidades brasileiras um exame demora até 7 dias úteis para ficar pronto. Algo completamente absurdo para uma doença que se alastra rapidamente.

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Como pode existir segunda onda de covid-19 se ainda estamos na primeira?

Em diversos países da Europa como França, Espanha e Alemanha novos lockdowns foram decretados para conter a segunda onda. O fato é que, o Brasil nem se quer saiu da primeira onda. Como vamos entrar na segunda?

Primeiro precisamos olhar sempre para os números. Eles são a fonte mais confiável para qualquer análise. E eles mostram que o número de novos contágios está crescendo rapidamente e batendo recordes em alguns países. Veja o exemplo da Itália, um dos países que mais sofreu. No auge do caos, dia 21 de março, foram registrados 6.557 novos casos e 793 mortes. Agora, dia 13 de novembro foram 40.902 casos e 550 mortes. O número de contágio pode ser facilmente explicado pelo verão europeu, em que as pessoas saíram de casa e relaxaram o isolamento. Mas isso não explica porque percentualmente morrem muito menos pessoas do que no começo da crise.

Somos obrigados a conviver com o novo coronavírus

A diferença é que o mundo está sendo obrigado a aprender a conviver com o novo coronavírus e, embora não tenha cura, os tratamentos estão cada vez mais eficazes para a maioria dos casos. Hoje, a medicação é receitada logo no começo da doença, algo que faz toda a diferença. Um outro fator importante é que, os hospitais estão equipados com respiradores, item básico que fez falta para muitos países.

Um outro ponto importante é que, diferente do Brasil, a população europeia é muito mais idosa e consequentemente corre mais risco. Além disso, o Brasil, por ser um continente, temos diversas fases de contágio em cada localidade. Não tem como traça um mapa uniforme da situação do país.

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A grande esperança vem da vacina e que pode mudar o jogo em 2021. Diversos países estão na fase 3 de testes. A última para garantir a segurança. Enquanto alguns críticos simplesmente falam que precisa de no mínimo 5 anos para uma vacina ser produzida, em uma situação de guerra temos que no apegar ao que temos e tenho certeza que a maioria das pessoas irá querer estar entre os vacinados.

Crash na B3 (B3SA3) é uma realidade?

Por isso, acredito que uma segunda onda pode sim causar estragos na economia global e até mesmo uma nova queda dos mercados. Mas não acredito que será tão forte como a primeira e os números mostram isso. O vírus está menos letal com a evolução dos protocolos médicos, velocidade de detecção de infectados, estrutura hospitalar e vacina a caminho. Não tem como o mundo ficar trancado dentro de casa por anos. Isso acabaria com a saúde mental e financeira das pessoas. Acredite, teremos que conviver com o coronavírus e outras pestes que ainda virão. Nós iremos sobreviver e a economia, também.

Confira a matéria sobre a importância de investir em ações no exterior durante a crise do coronavírus.

Veja o vídeo exclusivo sobre o impacto nos investimentos da segunda onda de covid-19:

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