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IPO Raízen (RAIZ4): Investidor deve se arrepender por não ter entrado?

A abertura de capital da empresa movimentou R$ 6,9 bilhões na B3 e se tornou o maior IPO de 2021

Por Fabrizio Gueratto

10/08/2021 | 10:03 Atualização: 10/08/2021 | 10:03

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Foto: Divulgação/Raízen
Foto: Divulgação/Raízen

Na última semana, o IPO da Raízen (RAIZ4) movimentou o mercado ao cravar o título de maior oferta da B3 (B3SA3) em 2021. As ações foram precificadas em R$ 7,40 e mais de 120 milhões de papéis foram emitidos. Mas qual o motivo para esses números altos na estreia da companhia na Bolsa de Valores brasileira?

Leia mais:
  • Por que as apostas são tão altas para o IPO da Raízen?
  • Confira quais IPOs vão movimentar a B3 na segunda semana de agosto
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É importante ressaltar que apesar de ser uma commodity, assim como a Vale (VALE3), que tem o melhor minério de ferro e se destaca por isso, a Raízen possui um diferencial único. A forma como eles produzem combustível com os resíduos gerados na produção de cana de açúcar, sem precisar escolher entre produzir combustível ou alimento, é atrativa.

Por conta disso, vejo que a empresa se destaca para investidores e analistas, afinal, o mundo está preocupado com a questão ambiental e todos anseiam pela possibilidade de investir em uma grande empresa que prioriza as práticas ESG – sigla para boas práticas ambientais, sociais e de governança.

Sobre a Raízen (RAIZ4)

A Raízen (RAIZ4) foi constituída como uma join venture entre a petroleira Shell (RDSA35) e a Cosan (CSAN3), holding brasileira que atua nos setores de energia, açúcar, etanol e logística. Atuando no mercado desde 2011, a companhia tem como frente a produção de combustível e açúcar, tanto para uso interno, como para exportação e uso na indústria.

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A distribuição é a parte mais tradicional da empresa, ocorrendo inclusive a venda de combustíveis fósseis. Entretanto, é justamente o processo de produção único utilizado pela Raízen (RAIZ4) na produção de açúcar e álcool, que começa desde o plantio de cana até o uso de bagaços como insumos para a produção de energia ou outros produtos, que foi um dos principais motivos pelo valor de IPO conquistado pela companhia.

Além de não concorrer com a produção de alimentos, o tipo de combustível gerado pela Raízen consegue ser muito menos poluente que o etanol de primeira geração, que é produzido através do melaço de cana-de-açúcar.

Captação do IPO

Quando questionada para onde seriam destinados os recursos captados na oferta, o ponto anterior se confirma com a posição da empresa. De acordo com a Raízen (RAIZ4), o valor total do IPO servirá para a produção de produtos renováveis.

Sendo assim, 80% da captação será destinada à construção de novas plantas e ampliações de sua capacidade de comercialização. Quando os 20% restantes, vão ser divididos entre a criação de novos parques de bioenergia e em infraestrutura de armazenagem e logística.

Por que não entrei no IPO da Raízen (RAIZ4)?

Sendo muito sincero, eu tinha muita vontade de ter entrado no IPO da Raízen (RAIZ4). Eu já estava de olho porque acredito muito nas ideias da empresa e consigo ver a forma como eles produzem o combustível como uma grande inovação.

Porém, literalmente por falta de tempo, acabei perdendo o prazo de reserva. Senti um certo arrependimento por não ter tirado um tempo para isso, porque a Raízen hoje é a maior empresa de etanol de cana e o maior produtor do mundo. São mais de 11,7 bilhões de litros de álcool comercializados – e com potencial para crescer ainda mais.

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Ela não é apenas uma produtora de commodity. Assim como a Vale tem o melhor minério de ferro do mundo, a Raízen é a única com tecnologia para produzir combustível a partir do bagaço e da palha da cana, ou seja, de produtos que antes eram descartados.

Além do mais, ainda tem toda a questão ESG. O investidor gringo está priorizando cada vez mais empresas sustentáveis que contribuem para o planeta. Raízen é uma ação que em breve deve entrar na minha carteira.

Leia mais sobre o IPO da Raízen e assista ao vídeo exclusivo sobre a Raízen (RAIZ4):

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