• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Está na hora do investidor fazer caixa?

Uma das maiores perdas de tempo que o investidor comum pode incorrer é tentar prever o mercado

Por Louise Barsi

09/12/2020 | 7:53 Atualização: 09/12/2020 | 8:37

Receba esta Coluna no seu e-mail
(Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

No início de dezembro de 2019, durante uma live com alunos do Ações Garantem o Futuro, Luiz Barsi opinou fortemente sobre o momento de euforia que o mercado estava vivendo. O investidor cunhou a frase: “a bexiga está chegando no alfinete”, em referência à uma possível bolha nas ações brasileiras.

Leia mais:
  • Em “novembro mágico” na B3, saldo de investimento estrangeiro salta 10 vezes sobre outubro
  • OSX e GPC: vale a pena comprar ações de empresas que saíram da recuperação judicial?
  • Novatas da B3 vão de disparada de 280% à queda de 50%. Confira em quem apostar
Cotações
20/04/2026 16h37 (delay 15min)
Câmbio
20/04/2026 16h37 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

“Acredito que experimentaremos uma correção do mercado muito em breve. Quando e até que ponto, já não consigo prever”. Bingo!

Doze meses, uma pandemia e mais 2 milhões de CPF’s na Bolsa depois, o mercado volta a se questionar: será que é hora de fazer caixa? A pergunta é pertinente. Após atingir o fundo do poço em março aos 62.161 mil pontos, o Ibovespa já acumula uma impressionante alta que supera os 80%.

Publicidade

As estimativas para a economia real, no entanto, não parecem tão animadoras. Dados recentes do IPCA mostraram o maior avanço em 5 anos para o mês de novembro, totalizando 4,31% em doze meses, puxado pelo preço dos alimentos. O fantasma da inflação também já assombra a indústria, que em alguns segmentos já convive com a escassez de matérias primas e embalagens.

Por outro lado, há quem enxergue o copo meio cheio. Há expectativa de recuperação para o nível de atividade global, as taxas de juros deverão continuar baixas, os estímulos monetários ainda repercutirão e a vacina da covid-19 será amplamente distribuída.

A visão macroeconômica pode ser interessante para a formação de uma síntese panorâmica sobre o mercado, mas não deve ser nem de longe o fator determinante para tomada de decisão. Uma das maiores perdas de tempo que o investidor comum pode incorrer é tentar prever o mercado. Parafraseando Ray Dalio, “aquele que vive pela bola de cristal comerá caco de vidro”.

Como, então, Barsi e outros grandes, como Stuhlberger, conseguiram chegar à essa acertada conclusão antes da pandemia? Simples, eles não tentaram prever nada, apenas foram fiéis às suas teses de investimento. Aqui nesta coluna já falamos diversas vezes sobre o pilar fundamental que determina nossos aportes em uma carteira previdenciária: o respeito ao preço-teto.

Publicidade

Fato é que nos últimos dias temos sentido uma dificuldade enorme de alocação dos nossos recursos. A planilha StockGuide disponibilizada aos nossos assinantes do AGF Prime comprova que dos mais de 100 ativos monitorados, apenas 8 empresas encontram-se (em menor ou maior proporção) confortavelmente abaixo de seus respectivos preços-tetos. A maioria esmagadora pertence ao setor de energia, com destaque para as transmissoras, duas ao setor de saneamento e uma de seguros.

Ainda temos opções de aporte? Sim. Mas em nossa experiência, todas as vezes que nos sentimos encurralados ou restritos a um par de empresas, a melhor decisão a se tomar foi simplesmente não fazer nada. Sim leitor, não fazer nada na Bolsa de Valores exige certas vezes uma força de vontade descomunal.

Da próxima vez que você se frustrar com as suas previsões sobre o mercado, lembre-se que estamos nos mesmos 113 mil pontos de janeiro, apenas com outras protagonistas. Por essas e outras sempre provocamos a seguinte reflexão em nossos alunos e seguidores: você não se torna sócio do mercado, se torna sócio de empresas. Foque neste mantra e nunca mais se decepcionará.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Bolsa de valores
  • Conteúdo E-Investidor
  • Louise Barsi
  • Luis Stuhlberger
  • Ray Dalio

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Domicílio fiscal: os 7 países mais vantajosos — e o que cada um tributa

  • 2

    Acumular grandes quantidades de dinheiro garante a grandeza? Veja o que diz Buffett

  • 3

    Pagar menos IR ou buscar mais retorno: o que realmente aumenta a rentabilidade da carteira?

  • 4

    Cresce a compra e a venda de ativos problemáticos no País: maioria busca retorno mínimo de 20%, diz EY

  • 5

    Imposto de Renda 2026: veja como consultar seu lote de restituição

Publicidade

Quer ler as Colunas de Louise Barsi em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Logo E-Investidor
Microaposentadoria: 5 dicas para você planejar pausas curtas, sem comprometer o orçamento
Imagem principal sobre o Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Logo E-Investidor
Idosos têm quantos anos para renegociar suas dívidas e salvar as finanças? Veja o prazo
Imagem principal sobre o Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Logo E-Investidor
Idosos conseguem renegociar dívidas de cartão de crédito, mas como isso deve ser feito?
Imagem principal sobre o Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Logo E-Investidor
Carteira do Idoso: saiba como emitir o documento e conseguir 50% de desconto em passagens de ônibus
Imagem principal sobre o Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Logo E-Investidor
Starlink residencial: quanto custa o plano família e o que vem no pacote?
Imagem principal sobre o Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Logo E-Investidor
Idosos podem renegociar dívida com conta de água e aliviar o orçamento; entenda como
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja como consultar o extrato do INSS do segurado falecido
Imagem principal sobre o 4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Logo E-Investidor
4 gratuidades e descontos que idosos com mais de 60 anos têm direito
Últimas: Colunas
Vale do Silício: por que o novo ativo de 2026 não é a IA
Ana Paula Hornos
Vale do Silício: por que o novo ativo de 2026 não é a IA

O cansaço mental virou um risco para o seu patrimônio, assim como a "sustentabilidade humana" se tornou a estratégia de elite para evitar decisões impulsivas

18/04/2026 | 06h30 | Por Ana Paula Hornos
De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio
Carol Paiffer
De agência a motor de crescimento: a comunicação como verdadeiro ativo de negócio

Comunicação estratégica ganha status de alavanca de valor e passa a influenciar crescimento, reputação e valuation das empresas

17/04/2026 | 15h13 | Por Carol Paiffer
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?
Fabrizio Gueratto
Se o governo não fosse o maior sócio das empresas, seria possível dobrar a remuneração dos colaboradores?

Empresas brasileiras gastam mais de 1.500 horas por ano apenas para cumprir obrigações tributárias. É tempo que não gera receita, não melhora produto, não atende cliente

16/04/2026 | 14h53 | Por Fabrizio Gueratto
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco
Einar Rivero
Dívida das empresas brasileiras bate R$ 2,1 trilhões e expõe um novo risco

Mesmo com melhora na estrutura financeira, empresas listadas na B3 veem encolher o “colchão” entre geração de caixa e juros, o menor em quase uma década

15/04/2026 | 14h41 | Por Einar Rivero

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador