• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Colunista

Inflação e quadro fiscal penalizam a Bolsa. Vem mais juros por aí?

Colunista analisa o cenário: cautela e busca por previsibilidade seguem como direcionadores no curto prazo

Por Marco Saravalle

20/03/2023 | 8:02 Atualização: 20/03/2023 | 8:02

Receba esta Coluna no seu e-mail
Enquanto a taxa prefixada dos títulos públicos estiver em torno de 13% a.a, dificilmente ocorrerá uma alta generalizada do Ibovespa. Foto: Envato Elements
Enquanto a taxa prefixada dos títulos públicos estiver em torno de 13% a.a, dificilmente ocorrerá uma alta generalizada do Ibovespa. Foto: Envato Elements

Parecia muito bom para ser verdade. A alta do Ibovespa de 6,63% em janeiro foi anulada pelas perdas de fevereiro. A persistência da inflação norte-americana e os ruídos políticos no Brasil contribuíram para a queda do principal índice da B3 no mês passado.

Leia mais:
  • Conheça a empresa que deveria fazer parte da sua carteira
  • Os investidores estão passando por uma crise de identidade?
Cotações
26/05/2026 19h33 (delay 15min)
Câmbio
26/05/2026 19h33 (delay 15min)

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Os “ataques” do governo à manutenção da Selic em 13,75% ao ano e as pressões da ala política para a mudança da meta inflacionária trouxeram bastante volatilidade no mercado de juros. A mais recente preocupação ficou em torno do teto de juros em empréstimos consignado, podendo trazer impacto negativo na oferta de crédito.

Publicidade

Os investidores interpretam parte dessas sinalizações como uma tolerância maior do governo com a inflação. Não à toa, o relatório Focus tem mostrado há semanas consecutivas piora nas expectativas inflacionárias.

A indefinição de uma nova ancora fiscal também dificulta o fechamento da curva de juros (queda dos yields, os rendimentos), na medida em que as incertezas sustentam um prêmio de risco mais elevado, conforme evidenciado pelo gráfico abaixo, principalmente para os vencimentos mais longos.

Para dificultar ainda mais o cenário interno, a inflação continua a ser um problema nos EUA. Os últimos dados não foram muito animadores. Tanto o Índice de Preços ao Produtor (PPI) quanto o Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) ainda se mostram bastante “desconfortáveis”. Para piorar o cenário inflacionário, o mercado de trabalho continua fortemente aquecido.

Publicidade

De um lado, o aquecimento do mercado de trabalho é uma ótima notícia, por outro, traz pressões de demanda que potencializam a inflação. A combinação de mercado de trabalho aquecido com indicadores de inflação acima do esperado eleva os juros futuros nos EUA.

A elevação da curva pré penalizou o S&P 500 e também contribuiu para o fortalecimento do dólar perante o real no mês passado, na medida em que os investimentos na renda fixa norte-americana ficaram bastante atrativos.

Após a insolvência do Silicon Valley Bank (SVB) e preocupações com a liquidez de outros bancos, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) tem nessa semana uma das mais difíceis decisões para serem feitas nestes últimos anos: subir os juros? Até que patamar? E quando pode começar a cair?

Publicidade

Quanto à China, há incertezas sobre a magnitude do crescimento do país e o quanto ele irá favorecer o Brasil após o fim da política de Covid zero. É claro que um crescimento da China sempre traz um impacto positivo para o Brasil. Porém, a recuperação do país asiático em 2023 está mais ligada a setores de serviço do que os industriais, não trazendo fortes impactos para o mercado de commodities brasileiro.

Apesar da dúvida do quanto o crescimento chinês vai afetar o Brasil, o cenário externo é mais favorável para o País do que em 2022. Porém, a melhora está longe de ser entendida como um céu de brigadeiro. Soma-se a isso as incertezas fiscais que impedem uma redução mais forte da taxa de juros.

Enquanto a taxa prefixada dos títulos públicos estiver em torno de 13% ao ano, dificilmente ocorrerá uma alta generalizada da nossa Bolsa. É por isso que aqui na Sarainvest reforçamos os investimentos em renda fixa, em ativos no exterior, operações long short no Brasil ou ações mais defensivas.

A cautela e a busca por maior previsibilidade seguem sendo os direcionadores para o curto prazo.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • EUA
  • Inflação
  • Renda fixa
  • Taxa de juros
  • Taxa Selic

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    87 FIDCs aparecem em onda de recuperações judiciais; veja os impactos para os fundos

  • 2

    Dólar abaixo de R$ 5? Mercado divide apostas sobre futuro do câmbio em ano eleitoral

  • 3

    Ibovespa sobe com alívio global após avanço nas nеgociações entre EUA e Irã; dólar cai

  • 4

    Envelhecimento dos baby boomers cria ‘tsunami prateado’ e aquece mercado imobiliário nos EUA

  • 5

    Os motivos que fazem investidores de Wall Street temerem o IPO da SpaceX, de Elon Musk

Publicidade

Quer ler as Colunas de Marco Saravalle em primeira mão? Cadastre-se e receba na sua caixa de entrada

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Cadastre-se e receba Coluna por e-mail

Ao fornecer meu dados, declaro estar de acordo com a Política de Privacidade e os Termos de Uso do Estadão E-investidor.

Inscrição feita com sucesso

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Logo E-Investidor
Desenrola Fies 2026: débitos vencidos há mais de 360 dias poderão ter descontos
Imagem principal sobre o Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Logo E-Investidor
Idosos com 60 anos têm mesmo direito ao atendimento preferencial em bancos? Entenda como funciona
Imagem principal sobre o Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Logo E-Investidor
Gás do Povo: passo a passo para consultar o vale no Atendimento Caixa ao Cidadão
Imagem principal sobre o Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Logo E-Investidor
Idosos com contas de telefone atrasadas podem renegociar dívidas, desde que se enquadrem neste caso
Imagem principal sobre o Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Logo E-Investidor
Livros gratuitos pelo MEC: entenda como acessar a plataforma que permite a leitura de diferentes obras
Imagem principal sobre o Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Logo E-Investidor
Idosos têm prioridade na compra de imóveis em dois tipos de programas habitacionais
Imagem principal sobre o FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Logo E-Investidor
FGTS: entenda se trabalhadores avulsos com 70 anos podem sacar o dinheiro
Imagem principal sobre o Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Logo E-Investidor
Idosos de 80 anos podem ter prioridade máxima no atendimento em bancos?
Últimas: Colunas
Vitor Miziara: O Ibovespa pode até subir, mas talvez não compense o risco
Vitor Miziara
Vitor Miziara: O Ibovespa pode até subir, mas talvez não compense o risco

Mesmo com potencial de alta, índice levanta dúvidas sobre risco e tempo de retorno frente aos juros elevados no Brasil

26/05/2026 | 14h09 | Por Vitor Miziara
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom
Marco Saravalle
A Selic cai, o risco sobe: o paradoxo do ciclo de cortes do Copom

Mesmo após o corte da Selic para 14,50%, juros longos dispararam, fluxo estrangeiro perdeu força e o mercado passou a exigir prêmio maior para carregar risco brasileiro

25/05/2026 | 14h37 | Por Marco Saravalle
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda
Samir Choaib
O que o contribuinte precisa entender sobre ter investimentos no exterior e Imposto de Renda

Entenda as regras que continuam confundindo e assustando investidores brasileiros em 2026

24/05/2026 | 07h00 | Por Samir Choaib
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás
Fabrício Tota
Mercados preditivos, stablecoins e a tentação brasileira de proibir o inevitável — e ficar para trás

O Brasil pode liderar a nova infraestrutura financeira, mas corre o risco de expulsar usuários e empresas se exagerar na regulação das stablecoins

22/05/2026 | 17h44 | Por Fabrício Tota

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador