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Quanto custam os prejuízos causados por ataques ao Congresso?

Custos com danos na Câmara e no Senado ultrapassam R$ 7 milhões após vandalismo em Brasília

Por Quanto custa?

10/01/2023 | 18:40 Atualização: 10/01/2023 | 18:40

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Prédio do Congresso Nacional em Brasília 13/03/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino
Prédio do Congresso Nacional em Brasília 13/03/2017 REUTERS/Ueslei Marcelino

Vai custar caro reparar os danos causados pelos ataques golpistas promovidos por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) no domingo (08). A Câmara dos Deputados afirma que a quantia necessária já supera R$ 3 milhões, segundo relatório preliminar divulgado nesta terça-feira (10). O Senado estima um gasto de R$ 4 milhões.

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Ou seja: pelo menos R$ 7 milhões serão gastos para os reparos.

O tapete do Salão Verde precisará passar por uma reposição de aproximadamente 100 m², com custo aproximado de R$ 20 mil em material, após ter várias áreas queimadas e afetadas pelo uso de hidrantes pelos golpistas. Duas viaturas da Polícia Legislativa também foram danificadas, o que irá gerar um gasto de R$ 500 mil, enquanto o custo com os vidros quebrados pelos invasores soma R$ 100 mil.

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Danos foram causados a diferentes equipamentos, como dois monitores do painel de vídeo wall, cadeiras e uma mesa de telefone. Lideranças partidárias tiveram ao menos três TVs afetadas e cadeiras operacionais do PSDB e do PT foram queimadas pelos invasores. No total, os custos com esses objetos alcançam R$ 26,1 mil.

A maior quantia será gasta para substituir os 400 computadores destruídos no ataque. Cerca de 40 impressoras também foram danificadas, com prejuízo de R$ 150 mil, assim como aparelhos de rede de dados, no valor de R$ 75 mil.

No Senado, vidraças e portas do Salão Negro foram quebradas e pichadas, sendo que os invasores molharam os carpetes após usarem mangueiras de combate a incêndio. Equipamentos de segurança que realizam raio X também não escaparam da ação dos vândalos.

Outros danos à Casa incluem cadeiras, poltronas e móveis. Ainda foi depredada a exposição de presentes dados por chefes de Estado, assim como o painel de Athos Bulcão e uma tapeçaria de Burle Marx, que foi atingida por urina.

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O Senado indicou que os valores serão pagos com o orçamento da Casa, que é composto por verba gerada com impostos e repassada pelo Tesouro Nacional. “Infelizmente, só uma tinta de restauro daquele painel [de Athos Bulcão], um tubo de 20ml, custa quase mil reais. Então o desrespeito com a história brasileira, desrespeito mesmo com o bolso de cada cidadão que vai financiar todas essas atitudes de restauro, é lamentável”, afirmou Ismail Carvalho, profissional do Laboratório de Conservação do Senado, em nota divulgada pela Agência Senado na segunda-feira.

Obras de Arte

A Câmara ainda não estimou o prejuízo resultante da destruição de obras de arte, nem calculou o valor que será gasto para recuperá-las. Na avaliação preliminar, foram detectados os seguintes danos:

  • 6 presentes protocolares expostos no Salão Verde estão desaparecidos ou irrecuperáveis. Outros foram encontrados com danos pontuais que poderão ser restaurados
  • Muro Escultórico, de Athos Bulcão, 1976, com perfuração na base
  • Bailarina, de Victor Brecheret, com base descolada
  • Escultura Maria, Maria, de Sônia Ebling, 1980, com marcas de paulada

No Senado, entre as obras de arte atacadas, estão os cinco quadros pintados em tinta óleo que compunham a exposição de ex-presidentes da Casa, além da tela do artista gaúcho Guido Mondim e de um tinteiro de bronze da época do Império.

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