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Comportamento

Como a Geração TikTok está invadindo o mercado financeiro no Brasil

Jovens nascidos entre 1996 e 2010 já formam contingente maior na Bolsa que os mais velhos em atividade no mercado

Por Gabriel Serpa

05/04/2024 | 17:24 Atualização: 05/04/2024 | 17:27

Foto: Envato Elements
Foto: Envato Elements

Os jovens estão se apropriando do mercado financeiro. É o que mostram os dados da B3, a Bolsa da Valores brasileira, e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O avanço dos nascidos entre 1996 e 2010 no universo dos investimentos, aqueles que hoje trocam o Google pela rede social TikTok para fazer buscas na internet, fica evidente tanto no volume de ativos negociados quanto no próprio contingente deles comprando e vendendo ativos.

Leia mais:
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Só para se ter ideia, entre dezembro de 2018 a dezembro de 2023, o número de ativos de renda variável negociados por jovens com menos de 18 anos saltou de 4.252 para 45.929. Em outras palavras, é como se 25 transações de renda variável tivessem sido realizadas todos os dias no período de cinco anos por representantes da Geração Z (também chamada Gen Z) que nem sequer haviam atingido a maioridade.

Esses jovens sabem que estão entrando na vida adulta agora e entendem a vantagem de começar cedo a fazer o dinheiro render. Tal consciência, por banal que pareça, faz diferença na construção de patrimônio – veja mais detalhes aqui. Para quem tem essa possibilidade, investir desde cedo significa usufruir do privilégio de poder tomar riscos maiores para ampliar ganhos.

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“Todo mundo vai ter boleto para pagar no futuro. Não dá para se esquivar da responsabilidade financeira”, pondera Rafael Válio, fundador da Z Invest, plataforma que se propõe a aproximar a Gen Z do mercado financeiro. A própria história do empreendedor ilustra a trajetória de milhares destes jovens que hoje colocam dinheiro para render.

Outro fator também pode gerar uma oportunidade ímpar: grande parte da Gen Z vive com os pais e tem o privilégio de não ter gastos fixos — os famosos boletos que chegam por debaixo da porta —, ainda que contribuam para quitar uma despesa ou outra da casa em que habitam. Assim, garantir um excedente no final do mês, e investi-lo, fica um pouco mais fácil.

A parcela acima dos 18 anos deste grupo representava 10% de todos os investidores da B3 em 2018. Esse recorte etário, em 2023, pulou para 18% dos que investem na Bolsa e chegou ao pico de 20% em 2022. Nada para se desprezar: os representantes mais velhos da geração ainda não adentraram os 30 anos de idade. Hoje, a B3 totaliza cinco milhões de investidores registrados, de todas as idades.

A invasão da Geração Z está aumentando a base da pirâmide etária no mercado financeiro. De acordo com o Raio X do Investidor 2023 da Anbima, a participação desses jovens já supera à de Baby Boomers (nascidos entre 1945 e 1964, portanto, até os 60 anos atualmente). Enquanto os mais velhos compõem 14,9% dos investidores brasileiros, a Gen Z representa 19,8%.

Investidor debutante

Aos 14 anos de idade, Válio viu nascer o interesse pelos investimentos por influência de sua mãe, representante de fundos estadunidenses no Brasil. “Ela me colocou para fazer relatórios semanais de performance das empresas e acabei pegando gosto”, lembra o fundador da Z Invest.

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Junto da vontade de investir surgiu a percepção de que começar o quanto antes seria benéfico. Não tardou: o Baron Partners Fund (BPTRX), dos Estados Unidos, foi o fundo que ele escolheu para seu primeiro aporte. Menor de idade à época, ele contou com a ajuda da mãe, que lhe “emprestou o nome” para que pudesse debutar na vida de investidor.

Hoje, aos 22 anos, Rafael Válio se prepara para a terceira edição do Z Summit, congresso que reúne investidores e simpatizantes do tema, marcado para este sábado (6). O público-alvo, como o nome do evento sugere, é aquele do qual o empreendedor também faz parte: a Geração Z. “A gente tem tempo. Podemos ter exposição maior ao risco, porque a volatilidade se dilui no longo prazo”, explica ele.

  • Saiba mais: O que você precisa saber antes de começar a investir em renda variável

A proximidade com investidores mais jovens, inclusive, atrai para o evento quem ainda está planejando sua entrada no mercado financeiro. Cristiana Pacces, estudante do ensino médio, compareceu às duas edições passadas do Z Summit e espera retornar ao congresso neste ano. Aos 16, já estuda como serão seus aportes iniciais: “Quero começar pela parte de renda fixa, por ser mais seguro”, explica ela, ao projetar os primeiros passos na vida de investidora.

Proteção financeira no futuro

Mas para além de tomar riscos visando maiores retornos, investir também serve de proteção contra imprevistos. Isadora Pioli, estudante de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), vai direto ao ponto: “É focar no futuro. Começar agora para ter uma vida financeiramente estável”.

A decisão de investir, entretanto, não foi tomada do dia para a noite. Cerca de dois anos separaram os primeiros “testes”, aos 16, da consolidação de uma carteira de investimentos. Sem detalhar, Pioli conta que começou adquirindo produtos de renda variável, atraída por empresas como a Petrobras (PETR3; PETR4). Estima que o primeiro aporte tenha sido em torno de R$ 200, pela cota mínima de uma ação. Hoje, prefere a renda fixa.

  • Entenda: O que é renda fixa e quais são seus produtos de investimento 

Nascida em Linhares, interior do Espírito Santo, Pioli conta que teve pouco contato com esse universo durante a infância e a adolescência. “Não era assunto discutido na minha cidade”, lembra a investidora, hoje com 22 anos de idade. Diferente de Válio, a jovem não herdou dos pais o interesse pelo mercado financeiro. Filha de profissionais da saúde, foi só na faculdade que sentiu confiança para fazer dos investimentos um compromisso. “Ver gente da minha idade interessada e investindo, foi determinante”, avalia ela.

Os resultados da iniciativa já começam a ser sentidos de forma positiva — constatação agradável e que encoraja qualquer um a fazer novos aportes, mesmo que com quantias baixas. Pioli considera relevantes os retornos que obteve nesses quatro anos de investimentos recorrentes. Nas palavras dela, os rendimentos poderiam “pagar uma viagem”. Ao projetar os anos por vir, considera aumentar o volume de aportes, sem especular quanto.

Educação financeira atrai a Geração Z para os investimentos

A falta de conteúdo sobre finanças direcionado ao público jovem pode ter atrasado a entrada de muitos investidores que, assim como Pioli, enxergavam o tema como “coisa de adulto” até pouco tempo atrás. Para a estudante de Engenharia da Poli-USP, a preocupação era típica de “pessoas quem já tinham filhos”. No entanto, está apto a investir quem tem dinheiro excedente e tempo para deixar a quantia render. E essa é justamente a ideia que o congresso de Válio pretende disseminar.

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Mas como embalar um assunto tão sisudo numa estética atrativa aos jovens? Conteúdo e forma precisam combinar personalidades experientes, com apelo na Gen Z, e estratégias de comunicação acessíveis ao público-alvo. Para isso, nada melhor que observar tendências nas redes sociais: “A gente faz vídeo até no TikTok”, conta Rafael Válio, sobre a divulgação do congresso que idealizou.

O efeito se torna visível: na última edição, os participantes de 20 a 22 anos compunham mais da metade do público presente. A escolha pela linguagem da Gen Z deu conta de atrair gente ainda mais nova, como Cristiana Pacces.

  • Leia também: Saiba qual é a ação favorita dos investidores de 13 a 25 anos

Se o medo do desconhecido fez com que Pioli tivesse de buscar informação junto a produtores de conteúdo na internet, Pacces teve na escola o primeiro contato com a educação financeira. Antes disso, durante a pandemia, a jovem acompanhava de perto as operações que a mãe realizava no site da B3, em frente à tela do computador. Com a reabertura das escolas, Pacces viu a possibilidade de cursar Laboratório de Finanças entre as matérias eletivas da grade curricular.

O interesse continua candente. “Tive uma reunião com o Rafael Válio e minha mãe. Vamos pensar na criação de uma carteira e ver o que fica melhor para alguém da minha idade”, conta a estudante do ensino médio. Mas o planejamento, segundo ela, começa em uma etapa anterior — a negociação de uma mesada com a mãe: “Quero ter minha própria conta bancária e gerenciar meu dinheiro”, conclui ela.

*Colaborou Daniel Rocha

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