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Educação Financeira

Caixinhas e cofrinhos digitais viram febre entre investidores, mas são seguros?

Produtos rendem mais do que 100% do CDI e ajudam a organizar metas financeiras, mas exigem atenção às condições e à segurança

Por Daniel Rocha e  Beatriz Rocha 
Editado por Geovana Pagel

14/03/2026 | 5:30 Atualização: 13/03/2026 | 18:39

 Caixinhas e cofrinhos digitais se popularizaram entre brasileiros como forma de organizar metas financeiras e guardar dinheiro. (Foto: Adobe Stock)
Caixinhas e cofrinhos digitais se popularizaram entre brasileiros como forma de organizar metas financeiras e guardar dinheiro. (Foto: Adobe Stock)

As “caixinhas” ou “cofrinhos digitais” caíram no gosto popular. Em apenas dois anos, as buscas no Google por essa ferramenta, que permite separar dinheiro por metas, cresceram cerca de 297%. A facilidade do uso, aliada às ofertas promocionais que prometem rendimentos acima da média do mercado, ajuda a explicar o interesse crescente. Ainda assim, a popularidade desses produtos não dispensa os brasileiros da análise dos riscos envolvidos nesses investimentos.

Leia mais:
  • Novo título do Tesouro deve disputar espaço com ‘caixinhas’ e poupança; entenda como vai funcionar
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Como mostramos nesta reportagem, o rendimento padrão da maioria das “caixinhas” parte de 100% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI), cuja rentabilidade está ligada diretamente à taxa básica de juros, a Selic. Por isso, o CDI funciona como principal parâmetro de retorno de investimentos do mercado. Em 2025, o Banco Central (BC) elevou a Selic para 15% ao ano. Com a alta dos juros, o CDI acumulou rendimento de 14,32% no ano passado, segundo dados da Elos Ayta Consultoria.

As condições determinadas pelas instituições financeiras, porém, podem alterar o resultado final da aplicação. No Nubank, por exemplo, o retorno prometido sobe para 120% na chamada “caixinha Turbo”, disponível para clientes Nubank+ ou portadores do cartão Ultravioleta. A assinatura mensal do plano Nubank+ custa R$ 29, sendo isenta para quem gasta R$ 3,5 mil no mês ou possui R$ 30 mil investidos ou como saldo em conta. Para os demais clientes do Nubank, a “caixinha Turbo” exige movimentação mensal mínima de R$ 900 na conta e vale por ciclos de um mês. Se o requisito não for cumprido, o saldo volta a render 100% do CDI.

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No Mercado Pago, os “cofrinhos” para clientes Meli+ (programa de fidelidade do grupo Mercado Livre com assinaturas a partir de R$ 9,90 por mês) rendem, tradicionalmente, 120% do CDI para valores até R$ 10 mil. O que ultrapassa esse patamar tem rentabilidade de 100% do CDI. Uma campanha especial da fintech ampliou temporariamente o rendimento do “cofrinho” aos clientes Meli+ para 140% do CDI até valores de R$ 10 mil. Acima disso, o retorno é de 100% do CDI. A oferta vale até 3 de abril.

Os produtos por trás desses investimentos também variam de acordo com a instituição financeira. Alguns bancos e fintechs aplicam os recursos dos seus clientes Certificados de Depósito Bancário (CDBs) e Recibos de Depósito Bancário (RDBs). Os dois ativos possuem proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) que assegura aos investidores o ressarcimento de até R$ 250 por CPF em casos de liquidação ou falência dos emissores de títulos.

Ainda assim, há riscos que não devem ser ignorados. Isso porque, nos últimos cinco meses, o Banco Central (BC) determinou a liquidação do Banco Master, Will Bank e Banco Pleno. Juntas, as operações exigiram do FGC o pagamento de mais de R$ 50 bilhões aos investidores que investiram nos CDBs das instituições. O valor equivale a quase metade das reservas do fundo garantidor.

  • Leia mais: FGC deveria analisar risco de cada instituição antes de garantir novas captações, diz ex-diretor do BC

“Em uma situação como essa, o objetivo do investidor pode ser comprometido, especialmente quando falamos de reserva de emergência, que exige liquidez imediata”, diz Sérgio Samuel dos Santos, economista e especialista em fundos e previdência do Sistema Ailos. Outros adotam uma estratégia mais conservadora e aplicam os recursos dos clientes em títulos públicos, como o Tesouro Selic. Nesse caso, não há garantia do FGC, mas possuem a chancela do governo federal.

“Caixinhas digitais”: valem como reserva de emergência?

É inegável o viés educacional dessas ferramentas. Graças a simplicidade do uso e a liquidez diária, os cofrinhos digitais mostraram aos brasileiros alternativas de investimentos mais interessantes do que a poupança, que rende menos do que a inflação. Além disso, podem ser utilizados como instrumentos financeiros para construir uma reserva de emergência, colchão financeiro para imprevistos do dia a dia.

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“As caixinhas ajudam a separar o dinheiro do consumo cotidiano e reduzem o risco de utilizar recursos que deveriam estar reservados para contingências. Esse tipo de estrutura costuma ser especialmente útil para pessoas que estão começando a investir ou para quem tem renda irregular”, diz Patricia Palomo, planejadora financeira CFP pela Planejar.

Ainda assim, alguns comportamentos precisam ser adotados para que o uso seja eficaz. O principal deles, na avaliação de educadores financeiros, é a separação dos gastos mensais considerados fixos e variáveis. Sem saber para onde vai o seu dinheiro, o hábito de destinar um valor mensal com essa finalidade pode se tornar inviável. Isso acontece porque as chances de surgir uma despesa inesperada são maiores quando não há um planejamento financeiro. Por isso, a orientação é que essa organização seja feita da seguinte forma:

  • 50% da renda devem ser direcionados para os gastos obrigatórios (água, luz e moradia);
  • 30% para as despesas variáveis (lazer e bem-estar);
  • 20% para metas financeiras

Vale destacar que essa é apenas uma recomendação genérica. Caso a sua realidade financeira não permita aportes na faixa de 20% da sua renda, qualquer quantia é válida. As caixinhas digitais também são produtos ideais para quem possui metas de curto prazo, como viagens e compras planejadas, por facilitar o controle dos gastos.

Contudo, quando há objetivos maiores que exigem um comprometimento financeiro de longo prazo, Otávio Araújo, consultor sênior da ZERO Markets Brasil, explica que a estratégia deve ser outra. Nesse caso, o especialista sugere dividir os recursos poupados em ativos de baixo risco, como Tesouro Selic, Tesouro IPCA+, CDBs de bancos sólidos e em fundos de renda fixa. “Muitas vezes vale a pena diversificar em múltiplas instituições e outros tipos de investimentos para evitar concentração de risco, capturar maior rendimento e formar uma carteira mais sólida”, diz Araújo.

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