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Como ficam os clientes do Will Bank, que têm R$ 7 bi em CDBs e LFs, após a liquidação da fintech pelo Banco Central?

Fintech, que pertence ao banco de Daniel Vorcaro, teve sua liquidação extrajudicial decretada pela autarquia nesta quarta-feira (21)

Por Daniel Rocha

21/01/2026 | 10:33 Atualização: 21/01/2026 | 11:44

Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank após deterioração financeira e falha no cumprimento de obrigações com a Mastercard. (Foto: Adobe Stock)
Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Will Bank após deterioração financeira e falha no cumprimento de obrigações com a Mastercard. (Foto: Adobe Stock)

O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (21) a liquidação extrajudicial da Will Bank, após a financeira não honrar com os pagamentos das suas dívidas com a Mastercard. Desde o dia 18 de novembro, quando o Banco Master foi liquidado, a fintech operava sob o Regime de Administração Especial Temporária (Raet) devido à possibilidade de uma solução que preservasse o funcionamento da instituição. Para o BC, “tal solução” não se mostrou viável ao longo dos últimos dois meses.

Leia mais:
  • CDBs do Will Bank já preocupavam mercado antes de BC decretar a liquidação; entenda o caso
  • BC diz que liquidação do Will Bank se tornou ‘inevitável’ após bloqueio da Mastercard
  • O que é uma liquidação extrajudicial e o que leva o Banco Central a retirar uma instituição do mercado?
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Com o fim das operações do banco digital, que pertencia ao conglomerado do Banco Master, as preocupações sobre os próximos passos da liquidação extrajudicial recaem sobre os investidores de títulos de dívidas emitidos pela instituição. Segundo dados mais recentes do Banco Central, o Will Bank possuía mais de R$ 6,5 bilhões de depósitos a prazos que, segundo especialistas, correspondem majoritariamente emissões de Certificados de Depósitos Bancários (CDBs). O banco conta ainda com cerca de R$ 1,2 bilhão em Letras Financeiras (LFs).

  • Leia mais: XP e BTG podem ser responsabilizados pela venda dos CDBs do Master?

A partir de agora, os recursos relacionados aos CDBs entram no radar do Fundo Garantidor de Crédito (FGC) que assegura o ressarcimento de até R$ 250 mil por CPF nessas aplicações caso a instituição financeira sofra alguma intervenção, liquidação ou falência. A cobertura inclui tanto o valor nominal quanto os rendimentos alcançados com o investimento.

O processo de pagamento será semelhante ao do Master. O FGC só dá início ao ressarcimento após o envio da lista de credores pelo banco liquidado ao fundo garantidor. No caso do Master, o tempo entre a liquidação e a liberação dos recursos durou quase dois meses. Como mostramos aqui, a entidade privada anunciou no último sábado (17) o início do pagamento das garantias aos investidores que aplicaram recursos em CDBs da instituição que era comandada por Daniel Vorcaro. Segundo o FGC, o ressarcimento de R$ 40,6 bilhões atende cerca de 800 mil credores.

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Quanto às Letras Financeiras, a devolução dos recursos ocorre de forma diferente. Como essas aplicações não contam com a cobertura do FGC, os investidores que possuem esses títulos na carteira entram na lista de credores do banco durante o processo de liquidação. Dívidas trabalhistas e tributárias ganham prioridade nesse processo, enquanto o ressarcimento de investidores fica no fim da lista de pagamento. Se sobrar algum saldo, o liquidante direciona os recursos remanescente a esses credores.

  • Leia mais: Saiba o que fazer se você tinha CDBs do Will Bank, que foi liquidado pelo BC após colapso financeiro e vínculo com o Master

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