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Educação Financeira

61% dos endividados fazem “rodízio” para pagar dívidas: aprenda a renegociar

Veja dicas para sanar suas dívidas e pagar menos juros 

Foto para bio Camila Lutfi
Por Camila Lutfi

14/06/2023 | 18:28 Atualização: 15/06/2023 | 16:51

A maior concentração de inadimplentes está no intervalo de 30 a 39 anos. Foto: Envato Elements
A maior concentração de inadimplentes está no intervalo de 30 a 39 anos. Foto: Envato Elements

Para os endividados, são várias as maneiras de tentar manter as despesas em dia; uma delas é o rodízio de contas, ou seja, preferir pagar certas faturas e adiar outras, usando como base o valor dos juros e o quanto podem atrasar. De acordo com o levantamento feito pelo Instituto Locomotiva, 61% dos brasileiros com dívidas utilizam esse método como hábito financeiro.

Leia mais:
  • Como renegociar as dívidas e reduzir os juros
  • Desenrola Brasil: como funciona a renegociação de dívidas até R$ 5 mil
  • Dona do Grupo Pão de Açúcar anuncia nova estratégia para lidar com as dívidas
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Atualmente, as taxas de juros nos cartões de crédito podem chegar a mais de 400% ao ano; já no cheque especial, elas totalizam mais de 100% ao ano. Por exemplo, uma dívida de R$ 1000 em janeiro pode chegar a R$5000 no final do ano com o cartão de crédito, mas R$2300 com o cheque especial.

A pesquisa também revelou que o fato de não pagar a totalidade das contas do mês impacta negativamente a saúde mental do endividado, podendo causar estresse e conflitos familiares em mais de 60% das pessoas. Outro indicador é que somente 21,9% dos indivíduos se sentem preparados para lidar com gastos inesperados no mês.

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Aprenda a renegociar suas dívidas e evitar o “rodízio” todo mês
Organização de gastos não é uma tarefa simples, afinal, 30% das famílias brasileiras possuem dívidas em atraso, segundo a Confederação Nacional do Comércio, e a inflação também não ajuda nesse cenário. Ainda assim, conhecer suas opções para sair do endividamento pode ser crucial para sua saúde mental e da sua família.

Especialistas em renegociação de dívidas , consultados pelo E-Investidor, dão dicas para você entender melhor quais atitudes tomar. Segundo eles, uma das soluções apontadas é a troca de faturas “caras” por “baratas”, substituindo empréstimos com juros altos por financiamentos de juros mais baixos. Vinícius Aloe, diretor de Crédito, Dados e Riscos do Agibank, afirma que quanto mais baixos forem os juros, mais acessível será o pagamento de empréstimos.

Para quem necessita de uma visão mais detalhada da taxa de juros aplicada no mercado, Eduardo Filho, especialista em educação financeira e de investimentos da Ágora, sugere ao consumidor a consulta de todas as taxas de juros que são trabalhadas pelas instituições financeiras que estão disponíveis no site do Banco Central (BC).

Uma outra sugestão é usar o crédito consignado, já que o desconto é feito no próprio salário e os juros tendem a ser menores, com prazos mais longos e menor risco de operação. Assim como a antecipação do saque-aniversário do FGTS pode ser uma saída viável aos consumidores. Por fim, conversar com seu gerente do banco também é uma boa tática para renegociar suas contas, podendo gerar bons descontos.

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Por mais que as dívidas sejam um grande problema do país, existem maneiras de sair dessa situação e criar uma nova estratégia de planejamento.

Dica de especialista: eduque-se financeiramente!

Fernando Lamounier, educador financeiro e diretor de novos negócios da Multimarcas Consórcios, defende que a educação financeira é a solução no caso do “rodízio” das contas mensais. “É necessário que a educação financeira seja cada vez mais incentivada. A consciência de gastos e o planejamento para realização de grandes projetos beneficia não apenas o detentor do dinheiro, mas todos ao seu redor. Alguns países já implementaram a educação financeira na grade acadêmica, o Brasil precisa investir mais neste sentido, a base é o caminho para uma sociedade menos endividada”.

Ele também explica o uso da regra 50, 30, 20, que ajuda na organização das finanças e prioriza as despesas mais importantes, evitando o endividamento. O método separa o orçamento em três partes: 50% para gastos fixos e essenciais, 30% gastos variáveis – que podem ser cortados caso necessário – e 20% para investimentos ou criação de um fundo de reserva.

Por exemplo, com um salário de R$ 2 mil, é possível separar R$ 1 mil em despesas fixas, R$ 600 em variáveis e R$ 400 em investimentos ou reserva emergencial, sendo que esta última deve ser encarada com seriedade para manter certo equilíbrio financeiro.

Lamounier também alerta sobre a importância de acompanhar de perto os gastos, evitando incumbências: “Identificar os pontos de melhoria,  analisar o mercado e traçar os seus objetivos é o básico para o planejamento anual, assim você estará preparado para longos períodos e evitará endividamentos”, finaliza.

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