• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Americanas pode deixar de pagar aluguel a fundos imobiliários?

Decisão judicial protege varejista contra despejo, mas apenas para dívidas anteriores ao pedido de RJ

Por Marília Almeida

03/02/2023 | 4:55 Atualização: 03/02/2023 | 7:39

(Foto: Americanas/Divulgação)
(Foto: Americanas/Divulgação)

A 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro decidiu proteger a Americanas (AMER3) da execução de dívidas de credores sobre serviços essenciais, como luz, água e aluguel. Ou seja, a companhia não poderá ter serviços cortados nem ser despejada, o que terá impacto sobre os fundos imobiliários que investem na varejista.

Leia mais:
  • O que esperar do Santander com a queda de lucro e efeito Americanas?
  • Ambev derrete na Bolsa após rumor de rombo fiscal levantado por rivais
  • ESG causa conflitos entre a BlackRock e autoridades estaduais dos EUA
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

A decisão judicial aponta que a proteção só é válida para dividas anteriores ao pedido de recuperação judicial, anunciado no dia 19 de janeiro, sob pena de multa diária. A partir de agora, a empresa terá de arcar com suas responsabilidades.

Contudo, Carlos Ferrari, especialista em mercado capitais e sócio da NFA advogados, afirma que, caso a empresa não consiga honrar com o pagamento dos aluguéis daqui para a frente, possa continuar a obter a proteção contra a execução da dívida, no caso, o despejo.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“A Justiça tende a proteger a empresa, dada a sua relevância à atividade econômica e como forma de preservar empregos. Mas para não ser despejada a empresa terá de demonstrar que o imóvel é essencial à sua atividade e que não tem condições de arcar com o aluguel”, afirma Ferrari.

Mas Luiz Fiore de Oliveira, especialista em processos de recuperação judicial e presidente da consultoria OnBehalf, a proteção tem limites. “Caso não pague o aluguel daqui para a frente, a empresa só mostrará a inviabilidade de sua operação. Os gestores irão acompanhar isso de perto e, caso necessário, entrar com as ações judiciais devidas”, diz.

Argumento é que imóveis são essenciais à operação

Segundo a companhia, cada imóvel onde opera suas lojas físicas é essencial para a sua recuperação. Em grande parte alugados, a empresa aponta que a medida de tutela de urgência foi necessária porque após a distribuição do pedido de recuperação judicial mais de 12 ações de despejo já foram movidas contra a companhia.

Na maior parte desses processos os proprietários dos imóveis formularam pedidos liminares, um deles aceito pela 5ª Vara Cível da Capital do Espírito Santo.

Contudo, os débitos reclamados pelos credores venceram antes do pedido de recuperação judicial, e, por imposição legal, somente poderão ser pagos na forma prevista no plano a ser deliberado pelos credores e homologado pela Justiça.

Publicidade

A empresa alega que, além de reduzirem significativamente o faturamento das empresas do grupo, os despejos, exigirão desembolso de valores relevantes de forma abrupta, na medida em que terá que arcar com os custos de desmobilização imediata das lojas.

O que o investidor deve fazer

Antes de realizar prejuízo e vender sua cota o investidor de fundos imobiliários deve ter em mente que, diferente das ações e debêntures, os fundos imobiliários são menos impactados pela recuperação ou eventual falência da varejista, pois são, em geral, diversificados.

Alguns deles estão muito expostos ao pagamento de aluguéis da varejista, como o Max Retail, do BTG Pactual, onde representam 57,9% do total da renda distribuída pelo fundo. Em outros, o aluguel da varejista equivale a 1% do que é distribuído entre os cotistas. Quanto menor a exposição do fundo à varejista, menos impacto o investidor irá sentir na sua renda.

Veja abaixo a exposição de cada fundo à varejista:

Fundo Exposição
MAXR11 57,90%
VLOL11/PVBI11 30%/5%
GGRC11 23,32%
XPLG11 9%
LVBI11 7%
BRCO11 3,6%
VISC11 2,4%
HGBS11 1,28%
FVPQ11 1,5%
VIUR11 1%
MALL11 1%
RBRL11 Contrato rescindido, em aviso prévio e aplicação de multa de R$ 1,7 milhão
HGLG11 Ativo em Uberlândia foi vendido recentemente para GGRC11 e ativo em Betim está em desocupação. A multa rescisória e parte do aluguel devido são de cerca de R$ 10 milhões, dos quais R$ 5 milhões aparecem na lista de crédito anteriores à recuperação judicial
PQPD11/ SHDP11B/ HPDP11 Percentual de exposição do shopping Parque Dom Pedro não foi divulgado, mas fundo tem R$ 740 mil a receber da varejista
ANCBR11 Não divulga porcentual, mas tem R$ 620 mil a receber da Americanas

Fonte: Danilo Barbosa/Clube FII

O caso da Americanas não será uma novidade para os cotistas de fundos imobiliários, na visão de Ferrari. “O investidor desses ativos já passou por algo parecido na pandemia: fundos que investem em shoppings e hotéis ficaram meses sem distribuir aluguéis, e depois foram se recuperando gradualmente”, lembra o especialista. “A desvalorização da cota tende a ser passageira, pois o imóvel não deixará de valer o que vale e poderá ser locado para outra rede de varejo ou comércio eletrônico”, destaca.

Publicidade

No pior dos cenários, a renda distribuída pelo fundo ser afetada por um período prolongado, conforme duração da recuperação judicial da varejista. Caso a empresa se recupere, os fundos devem receber os créditos devidos com desconto. Se for à falência, o ativo continuará a ser de propriedade do fundo. Ou seja, o patrimônio será o mesmo, e o preço da cota tende a se recuperar a partir de novas locações.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Americanas
  • Americanas (AMER3)
  • Conteúdo E-Investidor
  • Fundos imobiliários
  • Investimentos
Cotações
16/04/2026 14h12 (delay 15min)
Câmbio
16/04/2026 14h12 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Sem IOF, cartões com criptos avançam no Brasil e prometem taxa de câmbio menor

  • 2

    Ibovespa ronda os 200 mil pontos: com rali em 2026, é hora de olhar mais para a Bolsa?

  • 3

    Por que o Ibovespa anda em duas direções? Entenda o que mantém o índice em alta enquanto ações locais caem

  • 4

    Ibovespa bate 18º recorde do ano e se aproxima dos 200 mil pontos

  • 5

    Dólar abaixo de R$ 5, menor nível desde 2024: é hora de comprar? Veja como aproveitar

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: passo a passo para consultar lote residual de restituição
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: passo a passo para consultar lote residual de restituição
Imagem principal sobre o IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Logo E-Investidor
IR 2026: idosos com 60 e 80 anos estão na mesma ordem de prioridade para receber a restituição?
Imagem principal sobre o IR 2026: até quando idosos com 60 anos devem enviar a declaração para receber a restituição cedo?
Logo E-Investidor
IR 2026: até quando idosos com 60 anos devem enviar a declaração para receber a restituição cedo?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: passo a passo para acessar extrato no Meu INSS
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: passo a passo para acessar extrato no Meu INSS
Imagem principal sobre o O que é um feriado forense?
Logo E-Investidor
O que é um feriado forense?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia 2026: passo a passo para o responsável autorizar movimentações por menores pelo Caixa Tem
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia 2026: passo a passo para o responsável autorizar movimentações por menores pelo Caixa Tem
Imagem principal sobre o FGTS: passo a passo para solicitar a retirada de valores esquecidos pelo celular
Logo E-Investidor
FGTS: passo a passo para solicitar a retirada de valores esquecidos pelo celular
Imagem principal sobre o FGTS: aderi ao saque-aniversário e não contratei a antecipação, posso voltar ao saque-rescisão?
Logo E-Investidor
FGTS: aderi ao saque-aniversário e não contratei a antecipação, posso voltar ao saque-rescisão?
Últimas: Investimentos
CDB de varejistas ganha força: Magalu, Riachuelo e Pernambucanas disputam investidores com até 130% do CDI; compare
Investimentos
CDB de varejistas ganha força: Magalu, Riachuelo e Pernambucanas disputam investidores com até 130% do CDI; compare

Com ofertas cada vez mais agressivas, financeiras de varejo ampliam presença na renda fixa, mas exigem atenção a prazo, risco de crédito e mudanças no FGC

16/04/2026 | 12h34 | Por Isabela Ortiz
Juros altos sustentam ganhos no Tesouro Direto, mas volatilidade desafia investidor; veja as opções do dia
Investimentos
Juros altos sustentam ganhos no Tesouro Direto, mas volatilidade desafia investidor; veja as opções do dia

Com Selic a 14,75% ao ano, títulos públicos seguem oferecendo retornos elevados, enquanto oscilações na curva de juros e cenário externo exigem mais estratégia

16/04/2026 | 09h32 | Por Isabela Ortiz
Ibovespa sobe, mas acende alerta: rali depende do petróleo e 60% das ações estão abaixo das médias históricas, diz Itaú BBA
Investimentos
Ibovespa sobe, mas acende alerta: rali depende do petróleo e 60% das ações estão abaixo das médias históricas, diz Itaú BBA

Desde o início do conflito no Irã, o benchmark subiu 4,9%, sendo que 69,5% desse desempenho veio do setor de energia; sem Oil & Gas, ganho cairia a 1,5%

15/04/2026 | 12h47 | Por Isabela Ortiz
ANP muda regra do petróleo: o que está em jogo para a Petrobras (PETR3; PETR4), petroleiras e os dividendos
Investimentos
ANP muda regra do petróleo: o que está em jogo para a Petrobras (PETR3; PETR4), petroleiras e os dividendos

Mudança aproxima preços do mercado internacional, eleva arrecadação do governo e aumenta volatilidade para investidores

15/04/2026 | 10h49 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador