• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Ata do Copom baixa dólar e juros, mas desconfiança permanece e beneficia renda fixa

Renda fixa continua atrapalhando a renda variável, dado o cenário de maior incerteza e juros mais altos por mais tempo

Por Leo Guimarães

15/05/2024 | 10:15 Atualização: 15/05/2024 | 10:57

Prédio do Banco Central, onde o Copom se reúne para decidir sobre os juros  (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)
Prédio do Banco Central, onde o Copom se reúne para decidir sobre os juros (Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil)

A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom), publicada nesta terça (14), teve um leve impacto positivo na abertura do mercado de câmbio e de renda fixa, com redução do dólar e dos juros longos. Apesar disso, a desconfiança em relação à futura diretora do BC ainda estimula um quadro de aversão a risco e estímulo à renda fixa. Na semana passada a autoridade monetária reduziu os juros de 10,75% ao ano para 10,50%.

Leia mais:
  • Petrobras: como o mercado recebe o nome de Magda Chambriard
  • Renda fixa: 5 motivos para investir com a Selic em 10,50% ao ano
  • Rendimento de 6% no Tesouro: é melhor investir no curto ou longo prazo?
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Começando pela avaliação positiva, “na renda fixa, os vencimentos mais longos fechando indicam melhora na percepção de risco”, avalia a chefe de economia da Rico, Rachel de Sá. Na sua avaliação, apesar do dissenso da última reunião (cinco diretores votaram pelo corte de 0,25 ponto e quatro pelo corte de 0,50 ponto), a ata conseguiu trazer a mensagem que todos concordam com uma política monetária mais restritiva, para trazer a inflação para a meta. “A ata veio mais ou menos em linha com o esperado e, se houver impacto, será positivo, embora limitado porque estamos em temporada de balanços” comentou a especialista.

  • Confira: Como ficam os investimentos com a taxa Selic em 10,50% ao ano

Apesar da leitura positiva de Rachel, nem todos os agentes acreditam que o documento do BC conseguiu colocar panos quentes nas divergências internas da instituição. Por isso, uma parte ainda considera que a renda fixa é a melhor proteção.

“O esforço de explicação quanto a divergência não nos parece ser suficiente para reduzir o aumento da incerteza no mercado, com o risco de uma composição do Banco Central mais dovish (termo que indica redução da taxa de juros para aquecer a economia) a partir de 2025″, diz Leonardo Costa, economista da Asa Investments. A declaração sugere preocupação do mercado em relação à perspectiva de um Banco Central mais leniente com juros em 2025, ano em que começa a gestão da diretoria indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Na incerteza, renda fixa

Com isso, a renda fixa continua atrapalhando a renda variável, dado o cenário de maior incerteza e juros mais altos por mais tempo. “Na renda fixa, todos os indícios mostram os juros mais altos por mais tempo. A preocupação é a inflexão da política monetária do ano que vem, trazendo cortes mais profundos nos juros, sem que a questão monetária esteja bem equacionada”, comenta Mario Goulart, sócio fundador e analista chefe da Minha Gestora e do Canal do Analisto no YouTube.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Goulart tem preocupações sobre o diretor de Política Monetária do BC, Gabriel Galípolo. O aliado do ministro da Fazenda Fernando Haddad é nome mais cotado para substituir Roberto Campos Neto na presidência da autoridade monetária no final do ano.

Apesar de contraintuitiva, uma decisão por corte de juros que seja entendida como forçada tende a aumentar os juros negociados no mercado. Os agentes econômicos avaliam que o governo não vem entregando um controle fiscal adequado enquanto o cenário de juros altos nos EUA pressiona o dólar que reflete na inflação. Dessa forma, o mercado passa a entender que é necessário cobrar mais juros para emprestar para o governo manter o crescimento de gastos, abrindo a curva de juros futuros.

  • Saiba mais: Como o “IPCA + 6%” pode encurtar o caminho até o primeiro R$ 1 milhão

“Diante desse cenário, consigo ver um Brasil (no horizonte de 12 a 18 meses) com uma taxa Selic próxima de 9,5% ao ano e uma inflação rodando mais perto de 4%, 4,5%”, diz Fabiano Zimmermann, gestor da família de fundos ASA Alpha. “Isso sugere uma performance melhor dos ativos atrelados a inflação (Tesouro IPCA ou fundos de investimento com que seguem o índice IMA-B, por exemplo) além dessa alocação funcionar bem como hedge (proteção) para esse BC mais dovish”, comenta.

O IMA-B é um índice que acompanha o desempenho de uma carteira de títulos públicos brasileiros indexados à inflação (IPCA). É usado como referência para investimentos em renda fixa. Dessa forma, o gestor está dizendo que fundos de renda fixa funcionam como uma proteção (hedge) à tendência do BC a adotar uma política monetária estimulante que favoreceria taxas de juros mais baixas em 2025.

A polêmica sobre o dissenso no BC se instalou na última decisão do Copom, na semana passada, que reduziu o ritmo de cortes da Selic para 0,25 ponto porcentual, de 10,75% a.a para 10,50% a.a. Todos os diretores que foram indicados pelo governo Lula votaram por uma redução maior, de 0,5 ponto porcentual. Com isso, o mercado ligou o alerta em relação ao risco de a política partidária ter influência sobre o ritmo da política monetária.

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Banco Central
  • Comitê de Política Monetária (Copom)
  • Inflação
  • Juros
  • Política monetária
  • Renda fixa
  • Renda variável
  • Tesouro Direto
Cotações
07/02/2026 2h00 (delay 15min)
Câmbio
07/02/2026 2h00 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Vale some das carteiras de dividendos em fevereiro

  • 2

    Ibovespa na máxima histórica: veja as ações que ainda estão 'baratas' na Bolsa brasileira

  • 3

    Sem juridiquês: Estadão lança série gratuita para explicar reforma tributária na prática; veja como acompanhar

  • 4

    Balanço do Itaú no 4T25 reforça dominância no setor e leva maioria a recomendar compra; veja os riscos ainda no radar

  • 5

    Ágora amplia a Sala do Trade e passa a acompanhar o mercado durante todo o pregão

    Patrocinado por
    Ágora Investimentos

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Saque-aniversário: entenda como funciona a autorização para consultar o saldo
Logo E-Investidor
Saque-aniversário: entenda como funciona a autorização para consultar o saldo
Imagem principal sobre o Aderiu ao saque-aniversário hoje? Entenda se já é possível contratar a antecipação
Logo E-Investidor
Aderiu ao saque-aniversário hoje? Entenda se já é possível contratar a antecipação
Imagem principal sobre o Gás do Povo: 3 maneiras de usar o benefício
Logo E-Investidor
Gás do Povo: 3 maneiras de usar o benefício
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621: como novo valor foi calculado?
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621: como novo valor foi calculado?
Imagem principal sobre o Salário mínimo de R$ 1.621: apenas trabalhadores ativos irão receber o aumento em 2026?
Logo E-Investidor
Salário mínimo de R$ 1.621: apenas trabalhadores ativos irão receber o aumento em 2026?
Imagem principal sobre o App do FGTS: 3 funções do aplicativo que você não conhece
Logo E-Investidor
App do FGTS: 3 funções do aplicativo que você não conhece
Imagem principal sobre o Aposentados INSS: quando começa o pagamento de fevereiro para quem ganha até 1 salário mínimo?
Logo E-Investidor
Aposentados INSS: quando começa o pagamento de fevereiro para quem ganha até 1 salário mínimo?
Imagem principal sobre o Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Logo E-Investidor
Pé-de-Meia Licenciaturas 2026: veja 4 exigências que os bolsistas devem cumprir
Últimas: Investimentos
Carteiras de FIIs pausam euforia com altas do IFIX e inauguram fase de ajustes em fevereiro de 2026; veja como as casas se posicionam
Investimentos
Carteiras de FIIs pausam euforia com altas do IFIX e inauguram fase de ajustes em fevereiro de 2026; veja como as casas se posicionam

Bancos e corretoras reforçam seletividade e dão prioridade a fundos de crédito e ativos imobiliários de maior qualidade

06/02/2026 | 09h40 | Por Isabela Ortiz
Bradesco supera expectativas no 4T25, mas provisões elevadas pesam nas ações
Investimentos
Bradesco supera expectativas no 4T25, mas provisões elevadas pesam nas ações

Banco registra oitavo trimestre seguido de melhora na rentabilidade, com ROAE acima do custo de capital; analistas veem recuperação estrutural

06/02/2026 | 09h18 | Por Isabela Ortiz
Apple avança e Microsoft cai: o que mudou na avaliação da IA e como o investidor ainda pode lucrar
Investimentos
Apple avança e Microsoft cai: o que mudou na avaliação da IA e como o investidor ainda pode lucrar

Resultados fortes já não bastam: investidores passam a cobrar retorno claro sobre os bilhões investidos em IA, e a reação oposta às duas gigantes sinaliza o fim do “cheque em branco” no setor

06/02/2026 | 05h30 | Por Isabela Ortiz
Por que a Nord prevê o melhor ano da história do Itaú (ITUB4) em 2026 e qual a recomendação para investidores
Investimentos
Por que a Nord prevê o melhor ano da história do Itaú (ITUB4) em 2026 e qual a recomendação para investidores

Resultado do 4º trimestre confirma eficiência, ROE acima de 24% e previsibilidade; Nord vê espaço para novo recorde de lucro em 2026

05/02/2026 | 11h51 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador