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Investimentos

Nem pense em se desfazer do investimento em moedas estrangeiras

Especialistas reforçam a importância de manter dólar ou euro na carteira como medida de proteção contra nova crise

Por Isaac de Oliveira

25/01/2021 | 5:00 Atualização: 25/01/2021 | 8:25

Foto: Pixabay
Foto: Pixabay

Apesar de fechar dezembro em queda de quase 3%, o dólar encerrou 2020 com uma valorização de quase 30% sobre o real. Para 2021, a expectativa do mercado é de um dólar mais fraco, o que não necessariamente significará um real mais forte.

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Quem investiu na moeda norte-americana por meio de fundos no ano passado conseguiu ficar próximo ou até acima desse porcentual. Um levantamento da Economática para o E-Investidor mostra que a rentabilidade média dos 56 fundos cambiais no Brasil ficou em 28,92%.

Os fundos cambiais com melhor desempenho em 2020 foram os de euro, com retorno de 36,15% e R$ 34,74%, ambos do Banco do Brasil (BBAS3). A expectativa é que a moeda europeia siga em alta neste ano. Já entre os fundos de dólar, que é maioria na categoria, o que apresentou melhor desempenho no período também é do BB, e teve rentabilidade anual de 31,17%. O porcentual é bem superior ao Ibovespa, que registrou ganho de 2,92% em 2020.

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“O euro foi melhor do que o dólar no ano passado porque o banco central norte-americano injetou mais liquidez no mercado do que o banco central europeu”, explica George Wachsmann, CEO da gestora Vitreo.

Mas quando o assunto é expectativa sobre o dólar, o mercado projeta um caminho de depreciação em 2021, devido aos sinais já enviados pelo novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Um dos acenos mais relevantes é um novo pacote de estímulo nos EUA, de US$ 1,9 trilhão. Com mais dinheiro entrando em um mercado extremamente líquido, investidores tendem a sair em busca de risco e o destino costuma ser países emergentes, como o Brasil. Em novembro, por exemplo, a bolsa brasileira teve recorde de entrada de capital estrangeiro: R$ 34 bilhões.

Duas faces da moeda

“Na entrada do segundo trimestre, com a vacinação acelerando e começando a gerar um efeito no controle da pandemia, podemos ver o real apreciando e voltando para os níveis próximos de R$ 5,10, diz João Leal, da Rio Bravo Investimentos

É importante ressaltar que a análise de uma moeda é feita sempre em par, e a relação entre elas é bem distinta, pois há sempre dois fluxos influenciando a balança de preço. Ou seja, uma alta do euro sobre o dólar não necessariamente significa uma alta do real frente à moeda norte-americana.

No caso do Brasil, ainda que o cenário externo sinalize uma valorização do real, é preciso que uma série de demandas internas sejam destravadas para que uma apreciação da moeda seja, de fato, concretizada. A pandemia, por exemplo, vai continuar pesando nas cotações no curto prazo, uma vez que os casos de covid-19 estão aumentando e a velocidade de vacinação segue em um ritmo muito lento se comparada à de outros países.

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Além disso, a propagação do coronavírus traz de volta as discussões sobre a retomada de incentivos fiscais, como o auxílio emergencial e linhas de créditos especiais, acendendo o alerta sobre a manutenção do teto de gastos do País.

“Um estresse cambial neste momento é mais um efeito de curto prazo, que pode se manter até o final do primeiro trimestre, mantendo o dólar um pouquinho mais alto e favorecendo a rentabilidade desses fundos cambiais”, observa João Leal, economista da Rio Bravo Investimentos. “Na entrada do segundo trimestre, com a vacinação acelerando e começando a gerar um efeito no controle da pandemia, podemos ver o real apreciando e voltando para os níveis próximos de R$ 5,10.”

A possibilidade de a Taxa Selic voltar a subir ainda no primeiro semestre está entre os fatores que podem favorecer o real. Na última reunião, na quarta-feira (20), o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a Selic em 2% ao ano, mas retirou o “forward guidance” (orientação futura), pondo fim a sua intenção declarada de não aumentar a taxa básica de juros no curto prazo. Logo, o mercado ficou otimista para uma retomada do crescimento da Selic – estacionada no piso histórico desde agosto do ano passado.

“Unindo liquidez abundante, políticas monetárias bastante expansionistas lá fora, manutenção do teto dos gastos e o aumento dos juros no primeiro semestre, a tendência natural do real é que se aprecie até o final do ano. Nossa projeção é que deva ficar em R$ 4,85 no final de 2021, mas condicionado a todos esses fatores”, diz Leal.

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Para Wachsmann, com um cenário do Brasil retomando os trilhos, a expectativa também é de real abaixo de R$ 5. Caso a turbulência política se mantenha, aí a projeção é de muita volatilidade, com oscilações de R$ 5,20 a R$ 5,60, podendo até aumentar, a depender da gravidade da situação político-fiscal brasileira.

Câmbio como um seguro?

Ainda que muitas projeções apontem para um dólar mais depreciado no contexto internacional, é importante o investidor manter algum tipo de proteção na carteira e o câmbio, seja por meio de fundos ou outros ativos atrelados às moedas estrangeiras, é uma das alternativas sugeridas.

Para Marc Forster, head da Western Asset, os investidores deveriam direcionar de 10% a 20% do portfólio para proteção através de moedas estrangeiras fortes, como dólar e euro. Ele explica que, confirmando-se a tendência de um dólar mais fraco frente a um real mais apreciado em 2021, os fundos perderão, sim, em retorno. Contudo, Forster lembra que boa parte desse otimismo de um real mais forte se deve a uma expectativa de um governo democrata nos EUA mais “gastador”, sendo que outras variáveis poderão influenciar as cotações. Logo, desfazer-se da proteção cambial, como um fundo de moedas, pensando só em rentabilidade é um risco muito alto.

“O investimento em câmbio está ali para aquilo que não estamos enxergando, como uma crise”, diz Forster. “Você não faz um seguro esperando que roubem seu carro. Você faz para que, se roubarem, você tenha uma segurança”, compara.

Além do euro, João Leal, economista da Rio Bravo Investimentos, sugere também posição em moedas emergentes para fazer diversificação. Além do real, ele cita o rublo russo, a lira turca e o rand sul-africano. “Situações domésticas específicas de cada mercado emergente podem estressar o câmbio e acabar surpreendendo o investidor. O bom posicionamento que ele pode fazer é diversificar com um pouco de moedas emergentes e posições vendidas em dólar”, diz Leal.

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Em 2020, além de um fundo de dólar, a Vitreo lançou um fundo que investe em quatro moedas: Libra, Iene, o Franco suíço e o Euro. “O investidor brasileiro precisa ter diversificação internacional, e esta inclui a diversificação de moedas. E esse fundo é um tipo de alternativa para quem busca exposição cambial além do dólar”, diz Wachsmann.

Como têm menos de um ano de criação, o Vitreo Moedas Life FI Cambial não consta no levantamento. Segundo o CEO da gestora, nos últimos seis meses, o fundo subiu 6,40%. “ Não acho que quem está em fundo cambial deveria sair até porque é um investimento de horizonte mais longo. Você investe para se proteger e diversificar. Não é uma posição para ficar negociando em torno dela”, conclui Wachsmann.

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