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Investimentos

O recado do ouro, a ilusão dos retornos e o alerta de Ray Dalio para investidores em 2026

Fundador da Bridgewater vê euforia em inteligência artificial próxima a grandes bolhas históricas e reforça diversificação diante de dólar fraco e incertezas no Fed

Por Isabela Ortiz

07/01/2026 | 10:21 Atualização: 07/01/2026 | 20:17

Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associados, usa o ouro, o dólar e o preço dos ativos para fazer um alerta a investidores em 2026. (Imagem: Harry Murphy/Web Summit/Sportsfile)
Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associados, usa o ouro, o dólar e o preço dos ativos para fazer um alerta a investidores em 2026. (Imagem: Harry Murphy/Web Summit/Sportsfile)

O boom da inteligência artificial (IA) já não é apenas uma história de crescimento e um dos investidores mais prolíficos de Wall Street está soando o alarme sobre como esse cenário pode mudar neste ano. O alerta de Ray Dalio para 2026 cita o ouro, o retorno dos ativos e os papéis das empresas de IA.

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As ações dos Estados Unidos dispararam no ano passado, com o S&P 500 avançando 16%, no terceiro ano consecutivo de ganhos expressivos. Grande parte dessa alta foi puxada pelos papéis de tecnologia, embaladas pelo otimismo persistente em torno do futuro da IA.

Mas, neste ano, os investidores devem se preparar para a possibilidade de que os papéis que mais performaram acabem colidindo com a realidade, alertou na segunda-feira (5) o bilionário gestor de hedge funds (fundos de hedge, em tradução livre, que usam estratégias de investimento de risco para compensar perdas em outras participações).

“Obviamente, o boom da IA, que agora está nos estágios iniciais de uma bolha, teve um grande efeito sobre tudo”, escreveu Ray Dalio, fundador da Bridgewater Associates, em uma retrospectiva de 2025 publicada na rede social X.

Embora os mercados tenham fechado o ano com desempenho forte, 2025 esteve longe de ser um caminho linear para os investidores.

Além das quedas provocadas pelo anúncio de tarifas comerciais pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, as ações ficaram especialmente sensíveis a qualquer sinal de alerta vindo do universo da IA. Em agosto, o Nasdaq, índice fortemente concentrado em tecnologia, caiu 1,4% em apenas uma manhã depois que o próprio CEO da OpenAI, Sam Altman, admitiu que uma bolha em IA era possível e que, de forma geral, os investidores poderiam estar “empolgados demais” com a tecnologia.

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Fed, juros e o risco de prolongar a euforia dos ativos

Grande parte da preocupação com uma eventual bolha de inteligência artificial está ligada ao ritmo de adoção da tecnologia. Um estudo do Massachusetts Institute of Technology (MIT) divulgado no ano passado mostrou que 95% dos projetos-piloto de IA generativa estavam em empresas ainda não haviam se convertido em lucro.

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Em entrevista à CNBC em novembro, Dalio não negou o potencial transformador da inteligência artificial, mas reforçou que as avaliações atualmente infladas das empresas queridinhas de tecnologia podem passar por uma correção antes que as companhias consigam, de fato, integrar a IA aos seus modelos de negócio.

  • Leia também: Os argumentos das grandes gestoras para refutar a tese da bolha de IA

Na mesma entrevista, Dalio afirmou ver a bolha da IA em cerca de “80%” do nível de euforia observado antes do crash de 1929 ou da bolha da internet no ano 2000.

Em sua publicação mais recente no X, Dalio destacou que as incertezas em torno da postura de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) são um dos grandes pontos de interrogação para 2026. Com o mandato do presidente da autoridade monetária dos EUA, Jerome Powell, se encerrando em maio, Trump já declarou que pretende indicar alguém que “acredite em juros muito mais baixos”.

Segundo Dalio, uma postura mais dovish (flexível) do Fed em 2026 é o cenário mais provável e poderia continuar sustentando os preços das ações, ao mesmo tempo em que inflaria ainda mais a bolha da IA.

O que o desempenho do ouro revela sobre os mercados

Ao traçar suas recomendações para 2026, Dalio reforçou a importância da diversificação de investimentos e chamou atenção para o desempenho do ouro, que terminou 2025 como o “mercado relevante com melhor performance”.

  • Confira: Rali do ouro reflete compras de bancos centrais e mudança no sistema global

O metal, tradicionalmente visto como ativo de proteção em momentos que antecedem correções do mercado financeiro, teve retornos expressivos no ano passado, quebrando recordes ao lado de outros metais preciosos, como prata e platina. Dalio observou que o ouro superou o S&P 500 em 47 pontos porcentuais em 2025, o que relativiza parte dos ganhos aparentes do mercado acionário americano.

A ilusão dos retornos em um mundo de dólar fraco

Outro ponto de destaque foi a fraqueza do dólar em 2025. Em um de seus piores desempenhos em anos, a moeda americana recuou 10%, pressionada pelos cortes de juros e pela incerteza em torno da política comercial. Para Dalio, um dólar fraco pode mascarar fragilidades mais profundas nos mercados.

“Quando a própria moeda de alguém se desvaloriza, isso faz parecer que as coisas medidas nela subiram. Em outras palavras, olhar os retornos dos investimentos pela lente de uma moeda fraca faz com que eles pareçam mais fortes do que realmente são“, escreveu.

Sob essa ótica, Dalio destacou que diversos mercados acionários no exterior superaram os Estados Unidos, incluindo Europa, China, Reino Unido e Japão. Os mercados emergentes apresentaram os retornos mais fortes de 2025, com o índice de referência MSCI avançando 33%, o dobro do ganho do S&P 500.

Isso faz parte de uma tendência mais ampla de mudança na alocação do capital global, que, segundo o alerta de Ray Dalio para 2026, já não está mais gravitacionalmente presa aos EUA.

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*Esta história foi originalmente apresentada em Fortune.com e foi traduzido com o auxílio de ferramentas de inteligência artificial e revisado por nossa equipe editorial. Saiba mais em nossa Política de IA.

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