• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Dólar pode ficar abaixo dos R$ 4? Veja o que dizem os especialistas

Em 2023, moeda já desvalorizou 9,12% frente ao real, chegando a mínima de R$ 4,76 na segunda-feira (26)

Por Rebecca Crepaldi

28/06/2023 | 2:59 Atualização: 29/06/2023 | 17:33

 (Foto: Envato Elements)
(Foto: Envato Elements)

O primeiro semestre de 2023 trouxe um recorde no mercado financeiro: há sete anos, o dólar não desvalorizava tanto em um período de seis meses, segundo dados levantados pelo Trademap. Do dia 1º de janeiro a 27 de junho, a moeda americana registrou queda de 9,12%, chegando a R$ 4,80 na sessão de terça-feira (27). Veja as projeções de corretoras para o dólar em 2023

Leia mais:
  • Veja os 10 fundos imobiliários mais rentáveis do semestre
  • Vale a pena investir no Ibovespa mesmo com a possibilidade de retorno de 10%?
  • Vai viajar nas férias de julho? Veja os novos preços de passagens aéreas
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Um dia antes, na segunda (26), o dólar chegou a R$ 4,76, um patamar que não era visto desde 31 de maio de 2022. Já a porcentagem de desvalorização é a maior para um primeiro semestre desde 2016, quando a cotação caiu 17,8%.

Para Bruno Perottoni, diretor de tesouraria do Braza Bank, as casas de análises trabalham com um cenário para o final do ano de um dólar em torno de R$ 4,40 até R$ 4,60, abaixo do último Boletim Focus desta segunda-feira (26), que projetou R$ 5 para 2023.

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

O prognóstico de Petroni fica entre a visão de alguns especialistas e do Boletim Focus. “Acredito em um patamar perto de R$ 4,60 e R$ 4,80, a depender de algumas questões do cenário macro, como: Rússia e Ucrânia, questão de política monetária nos Estados Unidos e Europa”, disse.

Ele ainda cita que os eventuais cortes da taxa básica de juros, a Selic, que o mercado vem precificando para agosto e setembro, tornariam o Brasil um pouco menos atrativo para operações de carry trade, quando o investidor estrangeiro traz o dinheiro para cá, para aplicar em juros. “Com os juros mais baixos, o câmbio fica mais alto, então eu não vejo o dólar abaixo de R$ 4 diante desse cenário”, explica.

Marco Tulio Souza, head de renda variável da B.Side Investimentos, concorda com a visão de ser improvável que o dólar fique abaixo dos R$ 4. Contudo, ele discorda sobre o nível acima de R$ 4,60. “O próximo ponto que conseguimos identificar uma possível parada seria em torno de R$ 4,50, valores que não observamos há mais de dois anos”, diz.

É hora de comprar dólar?

A cotação do dólar é uma das variáveis mais difíceis de se prever no mercado, por isso especialistas não conseguem cravar o futuro da trajetória da moeda. Ainda assim, para aqueles investidores interessados em dolarizar o portfólio ou turistas com viagens agendadas que precisam comprar a moeda, a desvalorização atual pode indicar uma boa janela de oportunidade.

“Considerando o contexto atual, o risco de uma correção é maior do que a oportunidade de uma queda mais acentuada”, pontua Diego Costa, da B&T Câmbio.

Publicidade

A recomendação é sempre fazer múltiplos aportes – ou seja, comprar aos poucos para fazer um preço médio, sem tentar adivinhar o futuro da cotação. “Sempre indicamos que os clientes façam suas compras em partes”, diz Haryne Campos, especialista em câmbio na WIT Exchange. “Analisando graficamente, o dólar ainda tem margem para continuar em queda; mas também temos fatores que podem influenciar a alta da moeda, então indicamos que os clientes garantam parte de suas compras para aproveitar a cotação.”

Fabrizio Velloni, economista-chefe da Frente Corretora, já vê o dólar em um patamar interessante para compras. “Eu acredito que ainda há espaço para a moeda cair, mas um espaço pequeno. Se tudo der certo com o arcabouço e a reforma tributária, o dólar deve rodar no patamar de R$ 4,83 a R$ 4,85, não muito diferente da cotação atual”, diz.

Começo do ano foi marcado por incertezas

O dólar comercial (para venda) iniciou o ano em R$ 5,34 e atingiu a cotação máxima de R$ 5,44 poucos dias depois. “Começamos o ano de maneira bem turbulenta, vindo de uma disputa eleitoral acirrada no Brasil e com muitos reflexos da pandemia do Covid e da guerra entre Rússia e Ucrânia”, afirma Haryne Campos, especialista em câmbio na WIT Exchange.

Souza, da B.Side Investimentos, também comenta sobre o início do ano ser marcado por algumas incertezas, que geraram receio no mercado financeiro, mas que passaram a ter menos força no segundo trimestre.

“Incertezas oriundas da revogação do teto dos gastos e de qual seria a regra fiscal que o substituiria, além de questões políticas como as constantes críticas do governo à independência do BC, à política de juros e ao próprio presidente Roberto Campos Neto”, afirma.

Publicidade

Ele também cita fatores externos, como a política monetária contracionista nos Estados Unidos, somada a dúvidas em torno do tamanho da recessão que as principais economias vão enfrentar e a crise dos bancos pequenos, a exemplo do Silicon Valley Bank e Silvergate Bank e First Republic Bank, que influenciaram na cotação inicial do dólar.

O que mudou para o dólar começar a cair?

O dólar começou a cair no fim de maio. Para Campos, da WIT Exchange, os avanços no cenário local brasileiro, com a perspectiva de uma política fiscal mais equilibrada, com o governo apresentando limites para os gastos públicos e com o PIB (Produto Interno Bruto) mais positivo, começaram a passar mais confiança aos investidores e ajudar a fortalecer o real frente ao dólar.

Souza também cita como motivo para a queda do dólar a aprovação do arcabouço fiscal na Câmara e no Senado, que fez com que o risco fiscal passasse a ser um risco de cauda. Além da desaceleração da inflação para 0,23% em maio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), que colabora para uma visão mais otimista do Brasil.

“Pesaram, ainda, especialmente no último mês, as percepções mais positivas da economia brasileira, cuja atividade tem mostrado uma resiliência maior no seu processo de desaceleração. Prova disso foi a revisão da perspectiva do rating da economia pela S&P, de estável para positiva”, destaca.

 

Publicidade

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Câmbio
  • Conteúdo E-Investidor
  • Dolar
  • EUA
  • Queda do dólar
  • Rússia
  • Selic
  • Ucrânia
Cotações
20/03/2026 23h55 (delay 15min)
Câmbio
20/03/2026 23h55 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Copom corta a Selic e reforça cautela — o que fazer com seus investimentos agora

  • 2

    Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

  • 3

    Ibovespa hoje fecha em queda com expectativa por decisão de juros do Copom

  • 4

    “Da Conta Delas”: os riscos de emprestar o cartão de crédito e a busca pela autonomia financeira feminina

  • 5

    A crise do crédito privado de US$ 265 bilhões: como a maior febre de investimentos de Wall Street se transformou em pânico

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Qual é o prazo máximo para declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Logo E-Investidor
Perdeu o cartão do Bolsa Família? Saiba o que fazer
Imagem principal sobre o Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Logo E-Investidor
Auxílio-reclusão: 2 requisitos para receber o benefício
Imagem principal sobre o Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: descumprimento das condicionalidades pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: CPF com pendência pode bloquear o benefício?
Imagem principal sobre o Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Logo E-Investidor
Bolsa Família: qual NIS recebe hoje (20)?
Imagem principal sobre o FGTS: documentos que aposentados devem apresentar ao solicitar o saque
Logo E-Investidor
FGTS: documentos que aposentados devem apresentar ao solicitar o saque
Imagem principal sobre o Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de adoção
Logo E-Investidor
Salário-maternidade: veja a duração do benefício em casos de adoção
Últimas: Investimentos
Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 14,75%? Veja as simulações
Investimentos
Quanto rendem R$ 10 mil na renda fixa com a Selic a 14,75%? Veja as simulações

Mesmo com o início do ciclo de cortes da taxa de juros, aplicações atreladas ao CDI podem transformar montante inicial em mais de R$ 18 mil em 5 anos

20/03/2026 | 11h07 | Por Isabela Ortiz
Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?
Investimentos
Tesouro Direto: guerra, Copom e maior intervenção em 13 anos mexem com as taxas; o que fazer agora?

Com conflito no Irã e rumo ainda incerto da Selic, especialistas explicam como se posicionar nos títulos públicos

20/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção
Investimentos
IPCA + 8% e prefixados a 14%: taxas do Tesouro disparam apesar de corte da Selic e intervenção

Taxas voltaram a disparar com novo dia de aversão a risco e alta do petróleo no exterior; guerra no Oriente Médio fez curva do DI futuro abrir 90 pontos

19/03/2026 | 11h48 | Por Luíza Lanza
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados
Investimentos
Nova poupança do investidor brasileiro? CDB ganha espaço, mas exige cuidados

Número de recursos investidos em CDBs cresce em um ano, com alta rentabilidade do produto e ofertas em plataformas

19/03/2026 | 05h30 | Por Beatriz Rocha

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador