• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Vender ou manter? O que fazer com os investimentos a 1 ano da eleição

A Spiti avaliou o retorno de ativos de risco e atrelados à inflação nas últimas 5 eleições presidenciais

Por Rebeca Soares

07/10/2021 | 3:00 Atualização: 07/10/2021 | 8:58

O presidente Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/ PR)
O presidente Jair Bolsonaro (Foto: Marcos Corrêa/ PR)

O noticiário político impacta o mercado financeiro diariamente. Mesmo com toda a volatilidade precificada, especialmente depois de junho, quando o Ibovespa atingiu a máxima e a inflação chegou a patamares mais altos, a expectativa de analistas é que o movimento de incerteza se acentue até o desenrolar das eleições presidenciais, no dia 2 de outubro de 2022.

Leia mais:
  • "O mercado vai preferir Lula a Bolsonaro", diz Maílson da Nóbrega
  • As dicas de cinco analistas para proteger a carteira em tempo de crise
  • Alta dos juros: como rebalancear sua carteira
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Um dos indicadores para monitorar o sobe e desce dos indicadores é a inflação. No Brasil, segundo o último relatório do Boletim Focus, do Banco Central, o IPCA deve fechar o ano em 8,51%, o que deve favorecer os retornos na renda fixa e gerar um rebalanceamento nas carteiras.

Para os investidores, surge a dúvida sobre o que fazer com o portfólio às vésperas do cenário eleitoral, mas é importante não tomar decisões bruscas neste momento. Uma das principais orientações é a de reduzir os riscos das carteiras e não entrar em ativos com liquidez de longo prazo. Mas essa estratégia faz sentido?

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

Em uma análise exclusiva para o E-Investidor, a Spiti avaliou o comportamento de títulos atrelados à inflação, medido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde 2004 até 2020, durante as últimas 5 eleições presidenciais.

Segundo o levantamento, foi observado que o período eleitoral pode elevar a rentabilidade dos ativos de médio e longo prazos, considerando a maior expectativa de prêmio de retorno com o aumento do risco. Isso não significa, porém, que a redução de risco seja uma justificativa para o rebalanceamento das carteiras.

De acordo dom Guilherme Cadonhotto, especialista em renda fixa da Spiti, a metodologia de backtesting – análise de eventos anteriores relacionados ao atual – é essencial para avaliar como uma estratégia operacional se comportaria caso seja adotada novamente em movimentos já realizados pelo mercado.

“A volatilidade é realmente mais alta nesses períodos. Afinal, investidores podem observar ao longo do ano algumas alterações na liderança da corrida eleitoral para a presidência da República, o que altera também as perspectivas de crescimento econômico, gastos públicos e de sustentabilidade fiscal no longo prazo”, explica o especialista.

Publicidade

Cadonhotto simulou uma carteira em que um investidor vendia todos os ativos de risco em ano eleitoral, alocando apenas Certificado de Depósito Interbancário (CDI) e voltando a comprar ativos de risco somente após a cerimônia de posse do novo presidente.

O CDI foi considerado por ser atrelado à Selic, taxa de juros utilizada pelo Banco Central para controlar a inflação. A medida que a inflação aumenta, no entanto, o retorno dos juros pode não acompanhar o movimento, o que causa perdas aos investidores. Vale ressaltar que a mudança do perfil de risco vai reduzir a oscilação diária dos ativos. Entretanto, isso não deve refletir em rendimentos maiores.

Veja as simulações elaboradas pela Spiti e pela plataforma Quantum. Cada perfil foi referenciado pelo Índice de Mercado Anbima (IMA), referência para os investimentos em renda fixa:

Resultado das simulações nos respectivos ativos

Inflação de curto prazo – IMA-B 5: títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA com vencimento de até cinco anos:

Se o investidor zerasse a exposição ao índice em anos eleitorais e colocasse o dinheiro no CDI, no fim de 2020, por exemplo, essa pessoa teria acumulado uma rentabilidade 92% inferior se tivesse permanecido 100% do tempo em alocação. Ou seja, reduzir o risco em anos eleitorais não foi efetivo para esse benchmark.

Publicidade

Inflação geral – IMA-B: títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA:

Nos ativos indexados à inflação de qualquer prazo, o impacto é ainda maior. Se o investidor tivesse permanecido com alocação no CDI nos períodos de eleições, em vez de ficar no IMA-B, teria um retorno inferior de quase 200% no período acumulado desde o seu início.

Inflação de longo prazo – IMA-B 5+: títulos públicos indexados à inflação medida pelo IPCA com vencimento igual ou acima de cinco anos:

Este é o exemplo mais emblemático para mostrar que tentar reduzir riscos em período eleitoral não deve ser aplicado. Manter a alocação no índice IMA-B 5+ desde o seu início geraria uma rentabilidade quase 400% maior do que a estratégia de vendê-la em ano de eleições.

Publicidade

Título prefixado – IRF-M: formado por títulos públicos prefixados:

Apesar de uma diferença menor, de 68,7%, a análise do IRF-M também aponta que reduzir o risco em anos eleitorais nem sempre é uma estratégia efetiva para quem busca maiores retornos.

Brasília e volatilidade no mercado

Independentemente do cenário eleitoral que for desenhado em 2022, a movimentação política do País sempre influenciará diretamente no mercado. Um exemplo recente é o que ocorreu no início de setembro, quando a bolsa de valores caiu 3,78% após as manifestações do feriado de 7 de setembro, mas subiu 1,72% no pregão seguinte após o presidente Jair Bolsonaro fazer uma declaração pública alegando que não teve a intenção de agredir quaisquer dos Poderes.

Segundo relatório da XP publicado por Fernando Ferreira, estrategista-chefe e head do time de Research, o cenário pré-eleitoral foi um dos fatores que motivou a retirada de R$ 4,8 bilhões de estrangeiros na Bolsa. Projeções menores de crescimento em 2022, inflação em alta e crise hídrica também foram consideradas na análise.

Na prática, o mercado não possui um alinhamento definido sobre o melhor caminho: se é Lula (PT), Bolsonaro (sem partido) ou um possível candidato de terceira via. O que tem penalizado o mercado, porém, é o ambiente de incertezas que ronda o Executivo e os caminhos que o Legislativo deve dar às decisões sobre teto de gastos com a Reforma Tributária e o Auxílio Brasil.

Publicidade

Em tempos de indefinição política e volatilidade, os investimentos em ativos chamados de hedge servem como uma tentativa para redução dos riscos. Ativos atrelados à inflação e diversificação geográfica também devem fazer parte da estratégia dos investidores. Vale ressaltar que o rebalanceamento de carteiras deve ser realizado a partir de análises de conjuntura, sempre considerando o seu perfil de risco.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Eleições
  • Governo
  • Inflação
  • Investimentos
  • Jair Bolsonaro
  • Lula [Luiz Inácio Lula da Silva]
Cotações
14/03/2026 7h53 (delay 15min)
Câmbio
14/03/2026 7h53 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

  • 2

    Salários das mulheres param de crescer aos 30 anos – os dos homens continuam subindo

  • 3

    Mercados de previsão avançam e reacendem debate entre bets e setor financeiro

  • 4

    Ibovespa hoje tem 3ª maior queda do ano com IPCA acima do esperado e pessimismo global

  • 5

    Petróleo hoje salta após alerta da maior interrupção de oferta da história; Petrobras (PETR3;PETR4) sobe

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: veja o valor do prêmio milionário
Imagem principal sobre o O que é o aplicativo do FGTS?
Logo E-Investidor
O que é o aplicativo do FGTS?
Imagem principal sobre o Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Logo E-Investidor
Onde declarar o Imposto de Renda 2026?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: veja doenças que são consideradas na isenção
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: para quem é destinado o comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o 13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Logo E-Investidor
13º salário aparece no comprovante de rendimentos do INSS?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: onde registrar as apostas?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: onde registrar as apostas?
Imagem principal sobre o Dupla de Páscoa 2026: qual a data do sorteio?
Logo E-Investidor
Dupla de Páscoa 2026: qual a data do sorteio?
Últimas: Investimentos
FIIs ainda podem subir até 193% mesmo após rali do Ifix, mostra levantamento
Investimentos
FIIs ainda podem subir até 193% mesmo após rali do Ifix, mostra levantamento

Levantamento da Quantum Axis mostra que os FIIs ainda negociam com desconto relevante; shoppings e residenciais lideram potencial de valorização

13/03/2026 | 12h32 | Por Daniel Rocha
Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista
Investimentos
Raízen e GPA: crise expõe fundos de Itaú, BB e grandes gestoras; veja a lista

Relação também inclui fundos de previdência e multimercados; empresas decretaram recuperação extrajudicial nos últimos dias

12/03/2026 | 19h54 | Por Marília Almeida
Poucos brasileiros ganharam na subida da bolsa, diz Juliano Custódio, da EQI, no Capital Insights
Investimentos
Poucos brasileiros ganharam na subida da bolsa, diz Juliano Custódio, da EQI, no Capital Insights

Investidor estrangeiro aproveitou para comprar barato, enquanto o investidor local continuou com pouco ou nenhum movimento

12/03/2026 | 16h43 | Por Karla Spotorno
XP dobra taxa de fundo de ouro e Indê recomenda resgate
Investimentos
XP dobra taxa de fundo de ouro e Indê recomenda resgate

Banco argumenta maior eficiência tributária, mas custo pode ser mais alto para o investidor

12/03/2026 | 11h09 | Por Marília Almeida

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador