• Logo Estadão
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Assine estadão Cavalo
entrar Avatar
Logo Estadão
Assine
  • Últimas notícias
  • opinião
  • política
  • economia
  • Estadão Verifica
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Direto da Faria Lima
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
Logo E-Investidor
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Direto da Faria Lima
  • Negócios
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Análises Ágora
  • Newsletter
  • Guias Gratuitos
  • Colunistas
  • Vídeos
  • Áudios
  • Estadão

Publicidade

Investimentos

Fed sobe os juros em 0,5 ponto percentual, o maior nível em 15 anos

O banco central norte-americano elevou os juros para a faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano. Veja os detalhes

Por Luíza Lanza

14/12/2022 | 16:05 Atualização: 14/12/2022 | 17:33

(Foto: Envato)
(Foto: Envato)

O banco central norte-americano Federal Reserve (Fed) anunciou na tarde desta quarta-feira (14) o último ajuste de 2022 na taxa básica de juros dos Estados Unidos: uma alta de 0,50 ponto percentual (p.p), seguindo o consenso de mercado. Com a elevação, a sétima consecutiva no ano, a taxa passa ao intervalo entre 4,25% e 4,50%, o maior patamar em 15 anos.

Leia mais:
  • Lei das Estatais: ações despencam. O que fazer?
  • Mercado se enganou com um Congresso opositor a Lula?
  • Por que a indicação de Appy é a primeira vitória de Haddad no mercado
Newsletter

Não perca as nossas newsletters!

Selecione a(s) news(s) que deseja receber:

Estou de acordo com a Política de Privacidade do Estadão, com a Política de Privacidade da Ágora e com os Termos de Uso.

CONTINUA APÓS A PUBLICIDADE

Esta é a primeira alta em 0,5 p.p. desde maio – de lá para cá, foram quatro ajustes de 0,75 p.p., um patamar de elevação na taxa que não se via nos EUA desde 1994. “O mercado já contava com esse, que marca uma desaceleração dos juros nos EUA em relação aos últimos quatro aumentos em 2022”, destaca Celso Pereira, diretor de Investimentos da Nomad.

O que permitiu ao Fed desacelerar o ritmo do aperto monetário foram os sinais positivos no Índice de Preço ao Consumidor (CPI), o principal indicativo de inflação no país. Divulgado na terça-feira (13), o CPI subiu apenas 0,1% em novembro na comparação com outubro, atingindo um acumulado de 7,1% em 12 meses. Uma boa surpresa dado que a expectativa do mercado era de uma alta de 0,3% em novembro ante outubro, e de um acumulado de 7,3% em 12 meses. Veja mais detalhes. 

Publicidade

Invista em oportunidades que combinam com seus objetivos. Faça seu cadastro na Ágora Investimentos

“O CPI deixou os mercados otimistas para uma postura mais dovish (leniente) do FED”, diz Beto Saadia, economista e sócio da BRA BS. “A inflação já mostra sinais de desaceleração em diversos setores, mas a convergência para a meta de 2% ainda é muito além do atual”, destaca.

Retrospectiva 2022

O ano de 2022 foi bastante atípico no mercado americano. A taxa básica de juros do país não sofria nenhum ajuste desde 2018, quando estava estacionada entre 0% e 0,25%. Mas este ano veio para chacoalhar essa estabilidade: foram sete aumentos consecutivos entre março e dezembro, suficientes para elevar os juros americanos para o atual intervalo de 3,75% a 4,0%. Relembre as altas:

  • 15 de março: pela primeira vez desde 2018, o Fed decidiu aumentar a taxa básica de juros dos EUA. Com um ajuste de 25 bps, os juros americanos sobem para o intervalo entre 0,25% e 0,5%;
  • 04 de maio: acelerando o aperto monetário, Fed anuncia uma alta de 50 bps nos juros, que passam para 0,75% a 1%;
  • 15 de junho: Fed revisa plano de voo e opta por um ajuste maior nos juros, no maior nível de elevação da taxa no país desde 1994. A primeira alta de 75 bps do ciclo leva os juros para o intervalo entre 1,5% e 1,75%;
  • 27 de julho: nova alta de 75 bps eleva os juros ao intervalo de 2,25% e 2,5%;
  • 21 de setembro: com mais uma alta de 75 bps, os juros americanos vão para o intervalo entre 3,0% e 3,25%;
  • 03 de novembro: anúncio do quatro aumento seguido de 75 bps, elevando a taxa para a faixa entre 3,75% a 4,00%;
  • 14 de dezembro: seguindo o consenso de mercado, Fed começa a reduzir o ritmo e anuncia uma alta de 50 bps. Com o sétimo aumento consecutivo, os juros vão para o intervalo de 4,25% a 4,50%.

O aperto monetário foi uma resposta da autoridade americana à maior inflação vista em mais de 40 anos no país. Uma pressão que teve origem na retomada das atividades após a pandemia da covid-19, em 2021, e foi agravada com a eclosão da guerra entre Rússia e Ucrânia em fevereiro desde ano.

Mas, se comparado ao trabalho de outros bancos centrais pelo mundo, dá para se dizer que a força do aperto monetário nos EUA se deve também a uma questão de timing. O BC brasileiro, por exemplo, iniciou o ciclo de alta de juros ainda nos primeiros meses de 2021, cerca de um ano à frente do Fed.

Esse “atraso” da instituição americana acaba sendo mais inédito do que a própria magnitude das altas, que já aconteceram em outros episódios inflacionários na história dos Estados Unidos. Esta é a visão do economista-chefe da Azimut Brasil Wealth Management, Gino Olivares.

“É inédito que o Fed tenha visto a inflação subir sem fazer nada ao longo de 2021 inteiro”, diz o economista. “Um respeito em demasia ao processo monetário que fez com que ele ficasse atrasado. E, por estar atrasado, teve que fazer os movimentos que fez esse ano”, explica.

Publicidade

Agora, a discussão que fica para o próximo ano é até onde a taxa de juros americana será elevada, além de quando o Fed poderá iniciar os movimentos de corte.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Compartilhe:
  • Link copiado
Tudo Sobre
  • Conteúdo E-Investidor
  • Estados Unidos
  • Federal Reserve System (Fed)
  • Inflação
  • Taxa de juros
Cotações
03/03/2026 1h36 (delay 15min)
Câmbio
03/03/2026 1h36 (delay 15min)

Publicidade

Mais lidas

  • 1

    Ibovespa hoje sobe, petróleo dispara e juros avançam com guerra no Oriente Médio; Petrobras ganha mais de 4%

  • 2

    Geração Z impulsiona volta do vinil e dos livros físicos, e isso pesa no bolso dos pais

  • 3

    Como a guerra entre os EUA, Israel e o Irã pode afetar bolsa, dólar e petróleo; ouro e prata sobem quase 3%

  • 4

    Quem é o investidor estrangeiro que banca o rali do Ibovespa rumo aos 200 mil pontos

  • 5

    "O mercado não é mais de oportunidade geral, é de seleção de papéis”, diz Dalton Gardimam, da Ágora

Publicidade

Webstories

Veja mais
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as despesas médicas não confirmadas?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as despesas médicas não confirmadas?
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que são as despesas médicas não dedutíveis?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que são as despesas médicas não dedutíveis?
Imagem principal sobre o Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (02)?
Logo E-Investidor
Aposentados do INSS: qual grupo recebe hoje (02)?
Imagem principal sobre o IPVA de São Paulo 2026: datas de vencimentos da terceira parcela já estão liberadas
Logo E-Investidor
IPVA de São Paulo 2026: datas de vencimentos da terceira parcela já estão liberadas
Imagem principal sobre o Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo App Meu Social
Logo E-Investidor
Gás do Povo: como consultar a situação do vale de recarga pelo App Meu Social
Imagem principal sobre o Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Logo E-Investidor
Bolsa Família libera calendário de março de 2026; veja as datas
Imagem principal sobre o Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Logo E-Investidor
Imposto de Renda 2026: o que é a omissão de rendimentos dos dependentes?
Imagem principal sobre o Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Logo E-Investidor
Moradores de Juiz de Fora (MG) podem solicitar o saque calamidade do FGTS, após fortes chuvas
Últimas: Investimentos
Guerra no Oriente Médio: faz sentido adotar alguma estratégia de proteção do portfólio?
Investimentos
Guerra no Oriente Médio: faz sentido adotar alguma estratégia de proteção do portfólio?

Escalada do conflito entre EUA e Irã coloca mercado no modus operandi de aversão a risco, mas especialistas acreditam que é preciso maior clareza do cenário antes de mexer na carteira

02/03/2026 | 16h51 | Por Luíza Lanza
Dólar hoje fecha em alta com guerra no Oriente Médio entre EUA e Irã
Investimentos
Dólar hoje fecha em alta com guerra no Oriente Médio entre EUA e Irã

Risco geopolítico reacende aversão a risco global nesta segunda-feira (2); moeda americana subiu assim como as commodities

02/03/2026 | 10h31 | Por Luíza Lanza
FGC deveria analisar risco de cada instituição antes de garantir novas captações, diz ex-diretor do BC
Investimentos
FGC deveria analisar risco de cada instituição antes de garantir novas captações, diz ex-diretor do BC

Sérgio Werlang diz que a garantia de até R$ 250 mil criou distorções e defende critérios objetivos para concessão do seguro

02/03/2026 | 03h00 | Por Daniel Rocha
Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’
Investimentos
Dólar perde status de refúgio e muda a lógica da diversificação global: ‘Não é apostar na moeda, é investir em ativos’

Após pior desempenho em décadas e queda frente ao real, moeda americana deixa de ser consenso; especialista defende foco em ativos globais e alternativos

27/02/2026 | 18h06 | Por Isabela Ortiz

X

Publicidade

Logo E-Investidor
Newsletters
  • Logo do facebook
  • Logo do instagram
  • Logo do youtube
  • Logo do linkedin
Notícias
  • Últimas Notícias
  • Mercado
  • Investimentos
  • Educação Financeira
  • Criptomoedas
  • Comportamento
  • Negócios
  • Materias gratuitos
E-Investidor
  • Expediente
  • Fale com a redação
  • Termos de uso
Institucional
  • Estadão
  • Ágora Investimentos
Newsletters Materias gratuitos
Estadão
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • Youtube

INSTITUCIONAL

  • Código de ética
  • Politica anticorrupção
  • Curso de jornalismo
  • Demonstrações Contábeis
  • Termo de uso

ATENDIMENTO

  • Correções
  • Portal do assinante
  • Fale conosco
  • Trabalhe conosco
Assine Estadão Newsletters
  • Paladar
  • Jornal do Carro
  • Recomenda
  • Imóveis
  • Mobilidade
  • Estradão
  • BlueStudio
  • Estadão R.I.

Copyright © 1995 - 2026 Grupo Estado

notification icon

Invista em informação

As notícias mais importantes sobre mercado, investimentos e finanças pessoais direto no seu navegador