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Investimentos

Guerra na Ucrânia completa 8 meses; relembre os impactos na bolsa

Se considerar a data da invasão russa até a última segunda-feira (24), o Ibovespa apresentou alta de 4% no período

Por Artur Nicoceli

25/10/2022 | 13:06 Atualização: 25/10/2022 | 13:06

O presidente russo, Vladimir Putin | Foto: EFE/EPA/ALEXEI NIKOLSKY / KREMLIN POOL / SPUTNIK / POOL
O presidente russo, Vladimir Putin | Foto: EFE/EPA/ALEXEI NIKOLSKY / KREMLIN POOL / SPUTNIK / POOL

A invasão russa sobre a Ucrânia completou oito meses na última segunda-feira (24). O embate foi motivado pelo avanço da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) no Leste Europeu e por disputas geopolíticas que os países possuem há anos. Desde então, o mercado brasileiro de ações refletiu diversas vezes o que estava acontecendo no exterior, tendo períodos de volatilidade.

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Especialistas entrevistados pelo E-Investidor apontaram que dois pontos foram responsáveis pelo movimento do Ibovespa no período, considerando o cenário de guerra: aumento na exportação de commodities e a fuga de capital estrangeiro para o exterior.

Como muitos países europeus afirmaram que pretendiam cortar o consumo de matérias-primas produzidas na Rússia – já que não concordaram com a invasão promovida pelo presidente Wladimir Putin -, o Brasil por ser exportador foi beneficiado, afirmou Fabio Fares, especialista em análise macro da Quantzed. Quanto menos oferta e mais demanda, mais alto fica o custo dos produtos.

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Heitor de Nicola, especialista de renda variável da Acqua Vero, ressaltou que pela Rússia ser protagonista no mercado de commodities, inclusive de fertilizantes, quando países anunciaram que não iriam mais comprar petróleo ou gás russos, “o reflexo foi quase que direto”.

O petróleo, por exemplo, chegou a bater US$ 123, em maio. “O aumento teve um impacto direto no desempenho das petroleiras”, diz Nicola. Hoje, a commodity é negociada na casa dos US$ 90.

Entre fevereiro e outubro, o benchmark brasileiro subiu aproximadamente 4%, enquanto companhias como a Petrobras (PETR4) subiu cerca de 60% e a PetroRio (PRIO3), 23%.

Relembre o desempenho do Ibovespa nos últimos oito meses:

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No dia da invasão, quando bombas foram ouvidas em Kiev, o índice caiu 0,37% devido a preocupações sobre até onde a guerra poderia chegar.

O menor patamar do Ibosvespa nos últimos oito meses foi registrado em 14 de julho, quando chegou aos 96 mil pontos. Na data, o benchmark brasileiro caiu 1,80%, puxado pelo tombo no preço das commodities e pela possível alta dos juros do Fed para tentar controlar a inflação da maior economia do mundo.

A equipe de analistas da Terra Investimentos também lembra que, com a guerra, o custo de energia disparou, colocando a inflação em patamares recordes nos EUA e Europa. E, a fim de conter a escalada de preços, os bancos centrais viram a necessidade de aumentar suas taxas básicas de juros.

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O primeiro impacto dessa medida foi a saída de investidores internacionais do Brasil, “tendo em vista que o mercado de renda fixa nos EUA e Europa se tornaram mais atrativos do que eram antes, diminuindo consideravelmente o volume de negociações no mercado acionário brasileiro e aumentando a cotação do dólar, já que a procura aumentou”.

Os analistas explicam que esse deslocamento de carteira para o exterior refletiu nos resultados de diversas empresas, penalizadas pelo dólar forte e juros altos no período, como as companhias aéreas que lideram a lista de maiores prejuízos no ano. Entre 24 de fevereiro e a última segunda-feira (24), a moeda norte-americana subiu 3,51%.

Já o Ibovespa fechou o pregão de ontem em queda de -3,27%, a maior retração desde o início do conflito na Europa. No entanto, agora os motivos estão diretamente relacionados com as questões políticas brasileiras.

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Outro momento importante para a guerra foi em 22 de março, quando o porta-voz da Rússia, Dmitry Peskov, declarou que poderia usar armas nucleares. Contudo, o principal índice da B3 fechou em alta de 0,96%.

Importante pontuar, porém, que a bolsa brasileira foi impactada positivamente no dia pela redução de aversão a riscos após a divulgação de uma ata do Comitê de Política Monetária (Copom).

No exterior

Quanto as questões macroeconômicas, Luiz Adriano Martinez, gerente de portfólio da Kilima Asset, lembra que as maiores consequências do movimento de Putin foram: inflação mais alta em todo o mundo; queda do PIB (Produto Interno Bruto) e aumento na aversão a risco.

Por conta da Rússia e da Ucrânia serem grandes produtoras de commodities, como o gás natural, a Europa teve que pagar mais caro pelos produtos, já que a produção diminuiu. O governo alemão, por exemplo, precisou reduzir o Imposto sobre Valor Agregado (VAT) sobre a matéria-prima, de 19% a 7%, para tentar aliviar a pressão dos custos de energia.

Com menos produtos, a inflação aumenta. Em setembro, o custo geral nos preços de bens e serviços da Alemanha bateu seu nível mais alto em 25 anos. Segundo a Dun & Bradstreet, a Rússia e a Ucrânia juntos representam 59% das exportações globais de óleo de girassol, 36% do ferro global e 26% do trigo global.

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Quanto ao PIB, Martinez afirmou que o choque de oferta de produtos por conta da falta de insumos e energia dificultou a retomada econômica de vários países. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em uma carta conjunta divulgada em 2 de junho deste ano, afirmou que “os prognósticos de crescimento e inflação para a economia global têm piorado devido à guerra na Ucrânia, cujos efeitos se sobrepuseram aos da pandemia, dos quais os países vinham se recuperando”.

De acordo com dados da Dun & Bradstreet, pelo menos 370 mil empresas em todo o mundo operam com fornecedores russos, enquanto 241 mil empresas com ucranianos. “Diante desse fato, entre os países mais afetados estão Estados Unidos, Canadá, Itália, Austrália, China e Brasil”, informou a empresa em relatório.

Já a aversão a risco ficou maior ao longo dos meses porque o que poderia durar pouco tempo, se alastrou, e ameaças como o uso de armas nucleares também começaram a pairar sobre o envolvidos no conflito.

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“[Os economistas e analistas] achavam que a guerra iria durar pouco tempo. Acreditava-se que o Putin deveria invadir alguns lugares e sair, mas não foi o que aconteceu”, diz o gerente de portfólio da Kilima Asset. Tanto que investidores chegaram a procurar fundos de criptomoedas, um setor que muitos acreditavam que poderia resistir às consequências do conflito.

Além disso, mais de 300 companhias como a Shell, McDonald’s e Coca-Cola optaram por suspender suas operações no mercado russo ao longo dos últimos meses.

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