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Investimentos

Até o ‘pior investimento financeiro’ ganha da Bolsa no ano; mas crise também abre oportunidade

Juros altos nos Estados Unidos e risco fiscal no Brasil derrubam o Ibovespa em mais de 9% em 2024

Por Daniel Rocha

17/06/2024 | 13:36 Atualização: 18/06/2024 | 15:55

A queda do Ibovespa em 2024 desanima boa parte dos investidores que vislumbram ganhos no curto prazo; até poupança rende mais.  (Foto: stokkete em Adobe Stock)
A queda do Ibovespa em 2024 desanima boa parte dos investidores que vislumbram ganhos no curto prazo; até poupança rende mais. (Foto: stokkete em Adobe Stock)

A poupança sempre foi classificada pelos analistas como o pior investimento do mercado financeiro apesar da popularidade entre os brasileiros. Há alguns motivos para a aplicação receber esse título. A caderneta não garante aos seus investidores a proteção contra a inflação — responsável por reduzir o poder de compra do consumidor —, além de possuir uma rentabilidade inferior à outras opções de investimentos disponíveis no mercado.

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  • Por que o Brasil tem a pior Bolsa do mundo, enquanto os vizinhos decolam em 2024? 

Mesmo com esses “defeitos”, a poupança deixou o Ibovespa, principal índice da B3, “comendo poeira” quando o assunto é rentabilidade entre os meses de janeiro a maio de 2024. Segundo dados da Economatica, os retornos da aplicação na poupança foram superiores em quatro dos cinco meses analisados pelo levantamento. Quem aportou R$ 1 mil na poupança no início de janeiro e resgatou no fim de maio teve um lucro de R$ 28,65. Já quem decidiu investir na carteira teórica do Ibovespa durante o mesmo período teve um prejuízo de R$ 90,08.

Compare a rentabilidade da poupança e do Ibovespa em 2024

Investimento Janeiro Fevereiro Março Abril Maio
Poupança 0,60% 0,54% 0,53% 0,60% 0,55%
Ibovespa -4,79% 0,99% -0,71% -1,70% -3,04%
Fonte: Economatica

Há alguns motivos para essa derrota do IBOV. As incertezas sobre o início de corte de juros nos Estados Unidos atrasam a vinda do investidor estrangeiro para a Bolsa. Com as taxas em patamares a 5,25% a 5,50% ao ano na maior economia do mundo, o gringo prefere investir na renda fixa norte-americana do que tomar risco na Bolsa brasileira.

A preferência justifica a retirada de mais de R$ 37,8 bilhões de capital estrangeiro do Brasil, segundo dados mais recentes da B3. O risco político também não tem ajudado a atrair os investidores para a renda variável. As mudanças na meta fiscal para 2025 e 2026, a interferência política na gestão da Petrobras (PETR3; PETR4) com a demissão de Jean Paul Prates e dúvidas sobre o controle com as contas públicas tornam o ambiente ainda mais pessimista para a renda variável.

Apesar de todos os problemas, engana-se quem acredita que o momento de “lucrar” no mercado acionário já passou. O encanto dessa classe de ativos se encontra no longo prazo. Ainda de acordo com a Economatica, quem aplicou R$ 1 mil em janeiro de 2023 e resgatou no fim de 2023 conseguiu ter um retorno de R$ 1.605,18. Ou seja, quase triplicou o investimento. Já a poupança rendeu em gual período R$ 795,85 – apenas metade dos rendimentos da bolsa.

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Por que a rentabilidade da poupança é baixa?

Desde 2012, após decisão do Banco Central (BC), a rentabilidade da poupança varia conforme o patamar da Selic. Quando a taxa de juros básica da economia estiver igual ou abaixo de 8,5% ao ano, o rendimento da poupança corresponde a 70% da Selic mais a taxa referencial. No entanto, quando a Selic estiver acima de 8,5% a.a — como ocorre atualmente — a rentabilidade da aplicação muda e passa para 0,5% ao mês mais a taxa referencial (TR).

Ou seja, a decisão do BC em reduzir 3,25 pontos porcentuais da Selic em menos de um ano não influenciou nos rendimentos da poupança. Isso significa que os brasileiros interessados em rentabilizar o seu patrimônio ou protegê-lo contra a inflação precisam dar prioridade a outros tipos de investimentos. Segundo Larissa Frias, planejadora financeira do C6 Bank, os Certificado de Depósito Bancário (CDBs) podem ser opção interessante para o investidor mais conservador.

  • Tesouro Direto ou CDB: veja qual é o melhor investimento com estas simulações

Os títulos possuem a mesma acessibilidade da poupança e ainda entregam rentabilidade maior. “É possível encontrar CDBs com possibilidade de liquidez diária, enquanto na poupança, o investidor precisa esperar 30 dias para não perder o retorno”, diz Frias. Além disso, caso a instituição financeira responsável pela emissão do CDB vá a falência, o investidor terá a garantia do seu pagamento por meio do Fundo Garantidor de Créditos (FGC) que garante o ressarcimento de até R$ 250 mil para pessoas físicas e jurídicas.

As Letras de Créditos do Agronegócio (LCA) e Letras de Crédito Imobiliário (LCI) também se apresentam como opções. Esses papéis possuem cobertura do FGC e ainda são isentos de Imposto de Renda, o que torna o retorno do investidor ainda maior. “Isso faz com que as letras de crédito sejam mais interessantes do que a poupança. Às vezes, são mais interessantes do que o próprio CDB, mas o investidor precisa avaliar as taxas de retorno que são oferecidas no investimento”, destaca Frias.

  • Confira ainda: Como o “IPCA + 6%” pode encurtar o caminho até o primeiro R$ 1 milhão

Os títulos do Tesouro Nacional, emitidos pelo governo, também estão entre as alternativas seguras e  mais rentáveis do que a caderneta de poupança. Atualmente, o investidor consegue encontrar opções que protegem o seu patrimônio da inflação e ainda entregam um prêmio a mais no vencimento do papel.

É o caso do Tesouro IPCA+6% que tem ganhado notoriedade no mercado nas últimas semanas. Os títulos indexados à Selic e que acompanham a variação dos juros também agregam valor ao investidor. “Esses títulos podem oferecer menos volatilidade na carteira, liquidez e um rendimento bem acima da poupança, em torno de 10,50% ao ano”, afirma Eduardo Rahal, analista-chefe da Levante Inside Corp.

Oportunidades na Bolsa de Valores

A queda do Ibovespa em mais de 9% em 2024 desanima boa parte dos investidores que vislumbram ganhos no curto prazo. No entanto, os analistas reforçam que a depreciação sinaliza um momento de oportunidades para investir em ações a preços mais acessíveis e poder ter ganhos maiores no médio e longo prazo. A orientação não tira a responsabilidade do investidor em buscar empresas de qualidade que tenham um potencial de agregar valor ao seu patrimônio.

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“Para um perfil de investimentos mais conservador, boas escolhas de alocação devem envolver empresas com operações já bem estruturadas, que apresentam fluxos de caixa positivos e entreguem valor para os seus acionistas”, diz Matheus Falci, especialista em renda variável da One Investimentos. Os bancos, seguradoras, empresas do setor de energia, saneamento e telecomunicações costumam ser as companhias mais recomendadas pelos analistas para quem busca segurança e rentabilidade na Bolsa de Valores.

  • Escalada do dólar força bancos e corretoras a mudar preço para o fim do ano; veja as previsões

Para Rahal, analista chefe da Levante Inside Corp, as ações do Itaú (ITUB3; ITUB4), Banco do Brasil (BBAS3), Porto Seguro (PSSA3), Copel (CPLE6) e Sabesp (SBSP3) atendem a esse perfil. “Os fundos de investimento imobiliários (FIIs) também oferecem maior previsibilidade (em sua maioria), menor volatilidade e dividendos recorrentes. É uma boa opção para um investidor mais conservador que está iniciando a sua jornada no mercado de capitais”, diz Rahal.

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