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Investimentos

Previdência social ou privada: qual a melhor para o futuro?

Especialistas falam sobre estratégias para garantir renda no futuro

Por Luana Meneghetti

18/09/2021 | 7:00 Atualização: 03/10/2022 | 12:15

(Fonte: Shutterstock/Reprodução)
(Fonte: Shutterstock/Reprodução)

A previdência é um dos instrumentos mais importantes para a garantia da aposentadoria no Brasil, mas gera preocupação. A Previdência Social é o sistema público de aposentadorias e funciona em regime de repartição, ou seja, os trabalhadores em idade ativa pagam os benefícios de quem hoje está aposentado.

Leia mais:
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  • O que você precisa saber para investir na aposentadoria
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Porém, o País passa por mudanças demográficas com o aumento da população idosa e diminuição nos nascimentos, gerando o conhecido “déficit da previdência”. Como saída, o governo aprovou em 2019 a Reforma da Previdência, prevendo uma economia de R$ 800 bilhões nos próximos 10 anos. Um dos principais pontos de mudança da reforma foi o aumento no tempo de idade e contribuição de homens e mulheres.

Para alguns economistas, a reforma ainda não é suficiente, pois o problema também está no mercado de trabalho. O número de jovens “nem-nem”, aqueles que nem estudam nem trabalham, vem aumentando ao longo dos anos. O percentual de jovens nessa classificação era de 25,5% em 2012 e chegou a quase 30% em 2021, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Por isso, para garantir a aposentadoria no futuro, os especialistas recomendam ter também um planejamento de previdência privada. Segundo Firmino Junior, sócio e assessor de investimentos da H3 Invest, ela é conhecida como uma previdência complementar e, por isso, deve ser utilizada como um adicional na renda da aposentadoria oferecida pelo governo.

O que é melhor Previdência Social ou Privada?

Os especialistas entrevistados pelo E-Investidor não recomendam escolher uma em detrimento da outra, mas utilizar as duas conforme a necessidade de renda para o futuro. Outro ponto é que o plano de previdência privada não garante os benefícios do INSS, como o seguro-desemprego e os auxílios em casos de acidente ou invalidez.

Segundo Gustavo Taborda, assessor da PHI Investimentos, uma das desvantagens da previdência social é que o benefício possui um teto, com valor máximo em torno de R$ 6 mil. “Se a pessoa possui um padrão de vida que exige uma renda maior que essa, o investimento na previdência privada pode auxiliar nesse complemento”, diz.

Além disso, segundo os especialistas, é necessário cerca de 20% a 30% da renda para compor uma boa aposentadoria. Na contribuição para o INSS, o percentual varia de 8% a 11% do salário. Por isso, com a previdência privada é possível aportar quantidades maiores e assim garantir melhores retornos no futuro.

Os especialistas destacam também que a previdência privada é bastante flexível, permitindo que o investidor determine os prazos de quando começar a realizar os pagamentos e quando resgatar o benefício, diferente do INSS.

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A rentabilidade da previdência privada também é um dos pontos altos desse tipo de aplicação. “Hoje existem diversos tipos de fundos previdenciários, desde os mais conservadores, expostos a produtos de renda fixa como o Tesouro Nacional, aos mais agressivos, expostos em ações”, diz Junior, da H3 Invest.

Além da aposentadoria, Eduardo Reis Filho, especialista em educação financeira e investimentos da Ágora, destaca que a previdência privada é uma boa opção e em casos de planejamento sucessório e pensão por morte. “É uma estratégia favorável pra quem está pensando em fazer planejamento sucessório. O custo de um inventário é de 20 a 30% do patrimônio e bastante burocrático”, diz Filho.

Junior comenta ainda que a previdência social é um importante instrumento de garantia da aposentadoria ao debitar de forma compulsória o valor de contribuição. “O trabalhador não possui ainda a cultura de poupar, então é importante ter essa garantia pela Previdência Social”, diz.

Diferenças entre a Previdência Social e a Previdência Privada

Previdência Social

Previdência Privada

É obrigatória para trabalhador com carteira assinada.

É opcional, independentemente de estar ou não trabalhando.

Valor leva em conta o fator previdenciário, que pode diminuir o benefício de quem se aposenta mais cedo.

Valor vai depender do quanto acumulou. Você planeja quando e quanto pagar e com qual idade pretende começar a receber.

Regras definidas pelo governo.

Regras são definidas entre o investidor e a instituição contratada.

Sem flexibilidade de resgate.

Flexibilidade de resgate.

Sem rentabilidade.

Rentabilidade com exposição a diversos títulos de investimento.

Como pagar previdência privada?

Para quem está se perguntando como pagar previdência privada, há duas alternativas principais que vão ter como diferencial os impostos sobre os rendimentos: o Plano Gerador de Benefícios Livre (PGBL) e o Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL).

Para entender qual deles é o mais indicado, o melhor a fazer é identificar o seu perfil de investidor. A maior parte das instituições que oferecem essas opções apresentam um questionário, ajudando a definir a melhor opção para o seu futuro.

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Uma vez escolhido o plano, é preciso definir também o montante que será investido. É importante lembrar que esse repasse deve ser constante, mas de tempos em tempos você também pode fazer aportes maiores para melhorar o rendimento no final.

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