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Investimentos

Selic ou IPCA: qual a melhor opção de Tesouro Direto?

Com a alta da Selic e crescimento da inflação, saiba qual é a melhor modalidade de retorno no Tesouro Direto

Por E-Investidor

28/09/2021 | 16:57 Atualização: 29/09/2021 | 9:33

(Fonte: Shutterstock)
(Fonte: Shutterstock)

(Por Carlos Pegurski/especial para o E-Investidor) – O Tesouro Direto é o “feijão com arroz” das finanças. Mais rentáveis do que a poupança e igualmente seguros, esses títulos costumam ser a opção de quem procura segurança e rentabilidade em um investimento com boa liquidez. O que levanta dúvidas sobre qual é a melhor aplicação: Selic ou IPCA.

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Em meio à pressão inflacionária, o Tesouro Direto IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) e o Tesouro Selic (Sistema Especial de Liquidação de Custódia) têm atraído investidores com diferentes perfis. Em março de 2021, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) iniciou um plano progressivo de aumento da taxa básica de juros, que hoje está em 6,25%, mas pode terminar 2021 em 7,25%.

A inflação, por sua vez, deve terminar o ano em um patamar quase duas vezes acima do que pretendia o governo. Em vez de 3,75%, vai se aproximar dos 7%. Frente a isso, os títulos prefixados tiveram uma queda no número de vendas. Desse modo, o que tem dividido os investidores é por qual título pós-fixado investir: a melhor rentabilidade está no tesouro IPCA ou Selic?

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Qual o melhor: Tesouro Selic ou Tesouro IPCA?

O Tesouro tem sido mais procurado com o aumento da Selic e a inflação flutuando em níveis altos. (Fonte: Eakrin Rasadonyindee/Shutterstock)

Para saber a melhor alternativa de Tesouro Direto para você, é necessário considerar o perfil do investimento que você deseja.

O Tesouro Selic é um investimento de médio prazo, e as opções oferecidas hoje têm vencimento em 2024 ou 2027. Sua rentabilidade não sofre grandes alterações e acompanha a economia do País. Por esse fator e por ter uma liquidez maior, é comumente escolhido como um investimento para formar uma reserva de emergência.

Já o Tesouro IPCA é mais suscetível à variação de preço e ao momento da situação econômica. Segundo o Tesouro Nacional, no início de agosto, o Tesouro IPCA foi o título mais negociado pela instituição, o que aponta a avaliação da maior parte dos investidores.

Esse título tem uma remuneração híbrida, ou seja, uma parte do retorno é prefixado e a outra parte é variável atrelada ao IPCA, que mensura a inflação no País. Assim, pode-se ter o melhor dos dois cenários.

Essa última opção de Tesouro Direto é mais indicada para quem já tem outros ativos como reserva de emergência e conseguirá aguardar o prazo de vencimento para o resgate. Atualmente, existem seis opções de Tesouro IPCA+ sendo comercializadas, com vencimentos para 2026, 2030, 2035, 2040, 2045 e 2055.

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A principal vantagem do Tesouro IPCA é o fato de seu dinheiro não perder poder de compra, já que ele flutua pelo índice da inflação, acrescido de um índice fixo que varia conforme o vencimento.

Segundo o governo federal, a inflação em 2021 deve estourar a meta da União: em vez dos 3,75%, o aumento no custo de vida deve chegar a 6,88%. Por isso, o Tesouro IPCA tende a ser especialmente rentável e merece uma atenção especial.

Histórico do Tesouro IPCA

O Tesouro pode ser a melhor opção para garantir que seu patrimônio não se dissolva diante da inflação. (Fonte: SewCream/Shutterstock)

Com emissão de moeda e de títulos para bancar os gastos diante da covid-19, o último ano foi um problema do ponto de vista do equilíbrio fiscal e também da inflação. Isso tende a se agravar, já que o fim da pandemia coincidirá com o calendário eleitoral. O governo Bolsonaro já enviou para o Congresso um pacote de medidas ligadas à redistribuição de renda.

Em momentos de alta constante da inflação, os investimentos mais conservadores, como a poupança, podem ver uma desvalorização do aporte de recursos, ou seja, mesmo considerando o retorno que essa modalidade paga, a inflação tende a ser superior a esses ganhos.

Nesse cenário, os índices indexados pela inflação se tornam uma opção interessante de garantir a valorização do dinheiro do investidor. Ainda que os ganhos não sejam elevados, esse tipo de aplicação permite a proteção do patrimônio.

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A título de exemplo, em 6 de agosto de 2021, o Tesouro IPCA+ 2026 oferecia rentabilidade anual do IPCA + 4,19% ao ano. Com isso, o investidor recebe uma taxa fixa de 4,19% ao ano além da inflação do período. Caso a inflação caia, o que não está posto para o futuro próximo, ainda assim a renda fixa fica garantida.

Quem escolhe fazer o investimento em Tesouro IPCA pode decidir resgatar todos os juros ao final do prazo acordado ou resgatá-los semestralmente. Assim como todo investimento, essa escolha depende do perfil do investidor e do seu objetivo.

O resgate semestral dos juros é interessante para quem procura uma renda extra como complemento do orçamento e, sobretudo, para quem deseja reinvestir o valor em outras aplicações durante o período.

O ponto negativo do Tesouro IPCA é que o valor sobre o qual incidirá os juros é reduzido periodicamente. Além disso, o Imposto de Renda incidirá sobre cada pagamento. Nesse caso, as primeiras parcelas sofrerão um desconto maior, pois a tabela de taxas é regressiva.

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Para quem opta por receber os juros ao final, o desconto do imposto será necessariamente na menor taxa. Nesse caso, o Leão tende a ser mais amistoso, já que o governo pode trabalhar com seu dinheiro durante o período. No entanto, há menor liquidez nessa modalidade; por isso, especialistas recomendam essa aplicação para quem tem uma reserva de emergência acessível e visa ao acúmulo de patrimônio com o Tesouro Direto.

Outras opções de investimento com a inflação em alta

O Tesouro não é a única forma de compensar as perdas inflacionárias. (Fonte: Andrey Popov/Shutterstock)

O Tesouro IPCA não é o único investimento que tem sido impulsionado pela inflação. Os CDBs (Certificados de Depósito Bancário), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LCAs (Letras de Crédito do Agronegócio) também estão atrelados ao IPCA.

Em tese, há um risco maior nessas aplicações pelo fato de serem de instituições privadas e, portanto, não terem a mesma segurança do Tesouro Nacional. Contudo, em alguns casos, esses investimentos são assegurados pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que cobre até 250 mil por CPF em caso de falência da instituição financeira.

Além disso, tanto a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) quanto a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) têm a vantagem de terem a isenção do Imposto de Renda. Portanto, vale a pena colocar todos os investimentos na ponta do lápis e ver qual é a melhor solução para seu caso. O importante é proteger seu patrimônio com a melhor liquidez possível.

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